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Brasil avança no cumprimento da Agenda 2030 do Pacto Global

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No mês de outubro de 2017, o Brasil deu um importante passo para se tornar um dos países mais engajados no cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas. A Universidade de São Paulo (USP) assinou parceria com a ONU para sediar o primeiro escritório regional do Programa Cidades, do Pacto Global – acordo humanitário entre empresas, organizações da sociedade civil e demais instituições de todo o mundo.

O escritório fica localizado no prédio do Centro de Difusão Internacional (CDI), na Cidade Universitária. O objetivo é que o espaço seja um centro de pesquisas científicas sobre os temas humanitários da ONU na América Latina. Assim, municípios e estados podem levar suas demandas e problemas aos pesquisadores, que vão propor soluções.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi lançada em 25 de setembro de 2015. O documento, que faz parte do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é o resumo de longas consultas e debates entre governos, academia, sociedade civil e setor privado.

A Agenda lista os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e as 169 metas para alcançar dois objetivos: fortalecer a paz universal e erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões. Por isso que o plano de ação atua em torno dos cinco P’s: pessoa, prosperidade, paz, parceria e planeta.

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 As ODS e o Instituto IP – O engajamento do setor privado é muito importante para a ONU alcançar os seus ambiciosos objetivos. A International Paper, por entender que a sustentabilidade é crucial para o sucesso dos negócios, também faz suas contribuições para a realização dos objetivos. A empresa, a partir dos novos pilares do Novo Jeito IP, selecionou 11 objetivos da Agenda 2030 da ONU para trabalhar e desenvolver em todas as unidades. São eles:

 

  • Objetivo 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável;
  • Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades;
  • Objetivo 4: Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;
  • Objetivo 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos;
  • Objetivo 7: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos;
  • Objetivo 8: Promover o crescimento econômico sustentável, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos;
  • Objetivo 11: Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis;
  • Objetivo 12: Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis;
  • Objetivo 13: Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos;
  • Objetivo 14: Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável;
  • Objetivo 15: Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.

 

 

 

 

 

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Relatório de Sustentabilidade da IP revela avanços na preservação ambiental

Empresa mantém o foco na agenda 2020 e reduz a emissão de poluentes em 13% em dois anos 

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A International Paper divulgou em outubro o seu Relatório de Sustentabilidade. O documento revela as boas práticas da empresa em diferentes indicadores, como: preservação e economia de recursos naturais, segurança do trabalho, gestão de pessoas, ações na comunidade, entre outros.

Anualmente, empresas de grande porte prestam contas à sociedade sobre as iniciativas realizadas para redução dos impactos ambientais decorrentes de sua atividade.  Em uma demonstração de transparência, todas essas informações são compiladas em um documento, que torna públicas as iniciativas de responsabilidade social de uma organização.

Transformando a vida das pessoas – A IP estabelece como base de sua sustentabilidade os chamados 4P: Performance, Pessoas, Planetas e Produtos. Na prática, esses quatro pilares mostram como a empresa deve atuar de forma ética, para o alcance dos resultados financeiros, com o menor impacto ambiental possível, gerando empregos com a criação produtos renováveis e recicláveis.

Na IP, transformar a vida das pessoas é uma missão. Um trabalho desenvolvido em múltiplas frentes, com profissionais, parceiros, clientes e também com a comunidade. É aí que entra o Instituto International Paper, responsável pelos projetos socioeducativos desenvolvidos pela empresa. Somente em 2016 foram mais de 28.500 beneficiados em projetos, como: Apicultura Solidária, ESA, Guardiões das Águas, PEA, Natureza e Corpo, entre outros.

Inovação em prol do meio ambiente – Nos últimos anos, a IP reduziu em 13% a emissão de gases de efeito estufa, dentro da meta estabelecida para o ano de 2020. De toda a água utilizada em seus processos industriais, 95% é devolvida tratada para a natureza e 90% da energia utilizada nas fábricas são provenientes de fontes renováveis.

Para mais detalhes acesse: http://relatorio.institutoip.com.br/2016/index.html

 

Natureza e Corpo realiza sua primeira colheita

Alimentos cultivados em projeto do Instituto IP beneficiarão centros de apoio a pessoas em vulnerabilidade (Centros POP) de Três Lagoas (MS)

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Com o empenho de alunos e professores, as escolas Joaquim Marques de Souza e Parque São Carlos, participantes do Projeto Natureza e Corpo, realizaram sua primeira colheita no dia 6 de outubro. As doações foram entregues à Secretaria Municipal de Assistência Social de Três Lagoas, que direcionará os vegetais aos Centros Pop, que atendem pessoas em situação de rua.

No total, foram colhidos cerca de sete quilos de verduras, incluindo: alface, rúcula, almeirão e cebolinha, que alimentarão pessoas atendidas em programas da Secretaria Assistência Social do município.

Os alimentos foram recebidos pela secretária de Assistência Social, Vera Helena, em um evento especial na Escola Joaquim Marques de Souza, acompanhado de perto pelos alunos responsáveis pelo sucesso da colheita.

O projeto existe desde 2013 e começou com o cultivo de ervas conhecidas na cultura popular por suas propriedades terapêuticas. Em 2016, o projeto evoluiu para a implantação das hortas em ambiente escolar. Desde o início, o IIP dá todo o suporte para a implementação dos canteiros.

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Dia da Árvore e Dia do Papeleiro

Ambas as datas são comemoradas em setembro e têm motivos em comum

shutterstock_127683065Em 20 de setembro é celebrado o Dia do Papeleiro. A data foi estabelecida como marco da fundação do Sistema Sepaco de Saúde, em 1956, instituição criada para atender aos profissionais do setor papeleiro e seus dependentes.

Já em 21 de setembro é comemorado o Dia da Árvore. A data, que marca também o início da primavera no Brasil, busca conscientizar a população sobre a importância desse ser vivo para o meio ambiente.

As comemorações deste dia começaram no final do século XIX. Isso porque, em 10 de abril de 1872, o político e jornalista estadunidense Julius Sterling Morton plantou uma grande quantidade de árvores na cidade de Nebraska (EUA). A ocasião ficou conhecida como “Day Arbor” e foi um marco ecológico para a preservação das espécies arbóreas.

Comemorada mundialmente na chegada da primavera, muitos países adequaram a data a partir das características físico-climáticas de suas regiões. Na Polônia, por exemplo, as comemorações acontecem em 10 de outubro; na Tanzânia, em 1º de janeiro.

A indústria e as florestas – O eucalipto é cultivado para ser utilizado pela indústria de papel e celulose, tornando o processo 100% reciclável e biodegradável. Em média, no Brasil, a taxa de reaproveitamento do papel, que pode ser reciclado, é aproximadamente de 60%.

No Instituto International Paper, são executadas diversas iniciativas ambientalmente responsáveis, que protegem a biodiversidade e o meio ambiente. Além de manterem um hectare de terra reservado para a conversação da fauna e da floral regional, auxiliando na preservação da mata nativa, são realizadas ações educativas com crianças e adolescentes.

Em 2016, o Programa Educação Ambiental (PEA) preparou atividades variadas entre estudantes e professores em Mogi Guaçu (SP) e Luiz Antônio (SP), região em que o programa atua.

Uma das ações, que envolveu mais de 3 mil pessoas, consistiu em mostrar os detalhes sobre a fabricação do papel. A intenção foi desmitificar alguns conceitos do processo produtivo e apresentar as outras iniciativas da empresa para a preservação do meio ambiente.  Somente na IP, são produzidas mais de 16 milhões de mudas por ano.

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O papelão e sua contribuição para o reflorestamento

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No mundo, existem muitas maneiras que contribuem para o meio ambiente e a biodiversidade do planeta. Uma delas é utilizar o papelão ondulado na recuperação de áreas degradadas. O processo é simples e custa 50% menos do que que os métodos tradicionais.

O papelão é utilizado no controle de plantas invasoras e na proteção de mudas nos primeiros anos de plantio. De acordo com pesquisadores da Embrapa, o material de papel contribui para o reflorestamento e para o controle do coroamento ao redor de mudas que estão sendo reflorestas.

Na prática – Para proteger a base das mudas de espécies florestais, é usado um disco ou placa de papelão ondulado, novo ou reutilizado. Por meio do coroamento, a proteção faz com as gramíneas – que exercem forte competição com as espécies reflorestadas – não se desenvolvam.

Com isso, ocorre um crescimento igual como se estivessem sendo controladas por manuseios recorrentes, no caso, por meio de enxadas, foices e roçadeiras.

Antes de chegar a esse resultado, os primeiros experimentos utilizavam embalagens arredondadas para pizza. A consequência disso, foi a descoberta de que o papelão apresenta eficiência de mais de um ano se for usado com solução à base de sulfato de cobre.

Um exemplo deste processo, usando papelão tratado, é a cobertura de solo para o cultivo da pupunha, que aumenta sua produtividade e é muito sustentável na plantação do palmito, segundo dados divulgados pela Embrapa em 2011.

Para o pesquisador Guilherme Chaer, o benefício de usar o papelão não é só por impedir o crescimento das gramíneas, mas também pelo aumento da taxa de sobrevivência das mudas. Uma vez que a técnica chega a diminuir em 10ºC a temperatura do solo superficial em dias quentes, reduzindo também a perde de água por evaporação.

 

Consulte a matéria completa no Blog Adoro Papel!
Fique por dentro do processo e curiosidades sobre o assunto!

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Apicultores do programa Apicultura Solidária recebem novos equipamentos de proteção individual

“Cooperados estavam ansiosos para receber os novos materiais”, conta José Antônio Monteiro

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Na unidade de Luiz Antônio, nos dias 6 e 7 de julho, os cooperados da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS) e a Associação dos Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), receberam novos equipamentos de proteção individual (EPI) para o cultivo e colheita de mel.

Para trabalhar com abelhas são necessárias técnicas de manejo e de produção, mas além disso, para garantir a segurança desses trabalhadores no dia a dia, eles precisam de roupas especiais. Durante a produção e extração de mel, é imprescindível um macacão, par de luvas, par de botas e um fumegador. E foram esses materiais que os cooperados receberam do Instituto International Paper.

A entrega dos equipamentos de proteção individual para os apicultores faz parte de uma ação da IP, que renova as ferramentas de trabalho dos cooperados uma vez ao ano. Segundo o líder da COOPERAPIS, José Antônio Monteiro, é uma iniciativa muito importante para todos os apicultores, que utilizam um material de extrema qualidade.

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“Quando soube em que dia poderia buscar todos os pacotes, avisei os cooperados. Alguns já estavam superansiosos para receber os novos equipamentos de proteção e por isso vieram até a mim para buscar”, conta Antônio, que trabalha com apicultura há mais de 40 anos.

Para Monteiro, é muito gratificante fazer parte do projeto Apicultura Solidária. O programa, ajuda no desenvolvimento socioambiental dos apicultores locais e contribui para a geração de renda desses trabalhadores, que utilizam das áreas florestais de eucalipto da International Paper.

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Brasil sobe em ranking de sustentabilidade

De acordo com o Environmental Performance Index de 2016, Brasil evolui na categoria qualidade do ar

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Divulgado a cada dois anos, o “Environmental Performance Index” avalia o desempenho de 180 países em relação às políticas voltadas à sustentabilidade e bem-estar. Na última edição (2016), o Brasil saltou da 77ª posição para a 46ª, alavancado pela melhoria da qualidade do ar.

O relatório é fruto de uma parceria entre as universidades americanas Yale e Columbia e analisa os países em nove critérios macro: agricultura, saúde, qualidade do ar, água e saneamento básico, recursos hídricos, recursos florestais, clima e energia, recursos pesqueiros e biodiversidade. Os países que melhor se posicionam no ranking têm notas próximas a 100, indicador máximo de pontuação.

Os 10 países mais bem posicionados no ranking de 2016 foram: Finlândia (90.68 pontos), Islândia (90.51 pontos), Suécia (90.43 pontos), Dinamarca (89.21 pontos), Eslovênia (88.98 pontos), Espanha (88.91 pontos), Portugal (88.63 pontos), Estônia (88.59 pontos), Malta (88.48 pontos) e França (88.20 pontos).

Cada um dos nove indicadores tem pesos diferentes. Mas uma das curiosidades trazidas nesta última edição, em relação ao ranking divulgado em 2014, diz respeito à qualidade do ar: em 2013, as mortes em decorrência da qualidade da água foram maiores do que as mortes ocasionadas por problemas ligados à qualidade do ar. Situação que se inverteu dois anos depois.

De acordo com o relatório, o desenvolvimento industrial urbano, somado à maior exposição da população ao transporte motorizado, trouxe mais impactos para a saúde respiratória, configurando-se em um fenômeno global, que não está restrito a determinados países. E é justamente na categoria qualidade do ar, que o Brasil mais se destacou. No entanto, o documento aponta que um dos principais desafios mundiais hoje é equilibrar o desenvolvimento econômico com as metas globais de redução na emissão de gases, que contribuem para o efeito estufa.

Cuidado com as florestas: um longo trabalho para o Brasil

Se a categoria qualidade do ar fez com que o País subisse 31 posições no ranking, a categoria preservação de recursos florestais coloca o Brasil na 83º posição. Isso mostra que há ainda muito trabalho a ser feito nesta área, mobilizando poder público e iniciativa privada em ações voltadas à mitigação dos impactos ambientais e à preservação dos recursos florestais.

Na International Paper, as iniciativas voltadas à sustentabilidade incluem a preservação de um hectare de mata nativa para cada três hectares de florestas plantadas de eucalipto. Aliás, são as florestas plantadas que originam a madeira e o papel certificado pelo FSC e Cerflor, instituições independentes que avaliam a sustentabilidade do setor de papel e celulose.  Além disso, 95% da água utilizada na produção volta tratada ao meio ambiente. Este trabalho mostra a preocupação da empresa em reduzir ao máximo os impactos ambientais.

Fonte: http://epi.yale.edu/sites/default/files/2016EPI_Full_Report_opt.pdf

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Confira as Escolas vencedoras do Guardiões das Águas 2017

Projetos vencedores incluem construção de cisternas, plantio de mudas e passeatas informativas sobre o tema

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O prêmio “Guardiões das Águas” é uma iniciativa do Instituto International Paper, que propõe aos participantes criarem projetos pedagógicos relacionados ao uso racional dos recursos hídricos dentro e fora da escola.

Este ano, foi a vez da região de Luiz Antônio participar ativamente das ações, envolvendo educadores do Ensino Fundamental I e II, sendo que cada escola vencedora receberá até R$ 7 mil reais para tirar suas propostas do papel e já no próximo dia 14 de junho os vencedores serão recebidos na sede da fábrica da International Paper em Luiz Antônio para um café de confraternização e início da implantação dos projetos vencedores.

Confira abaixo quais são as Escolas Guardiãs das Águas de 2017 vencedoras de cada município:

ALTINÓPOLIS/SP

EMEF Professora Carmem Miguel Vicari

Responsável pelo projeto: Gilmara Alves Arantes do Nascimento (Coordenadora Pedagógica)

Principais iniciativas: Construção de cisterna para captação da água da chuva e conscientização dos participantes por meio de atividades pedagógicas realizadas na escola, como apresentações musicais, palestras, maquetes além da confecção de folders e cartazes pelos alunos.

GUATAPARÁ/SP

EMEF Andrea Sertori Sandrin

Responsável pelo projeto: Rita de Cássia Azevedo (Professora do Ensino Fundamental I)

Principais iniciativas: Troca de válvulas hídricas e torneiras para redução do consumo de água na escola, construção de um sistema de reaproveitamento de água do bebedouro para irrigação da horta escolas, divulgação de informações para comunidade por meio de passeata e a revitalização de áreas verdes na Avenida Jacarandás e plantio de mudas nativas no bairro Nossa Senhora Aparecida.

LUIZ ANTÔNIO/SP

EMEF Professora Helena Maria Luiz de Mello

Responsável pelo projeto: Margarete Carvalhaes de Jesus Janini (Professora do Ensino Fundamental II)

Principais iniciativas: Construção de cisterna para captação da água da chuva que será utilizada para regar uma horta comunitária já existente na escola. Além dessa ação a escola também propõe trabalhar o tema com os alunos ao longo do ano e fazer o reparo de alguns espaços públicos da escola.

SÃO SIMÃO/SP

EMEF Marcílio Bondesan

Responsável pelo projeto: Ana Paula Baldini Vieira de Souza (Assessora Pedagógica)

Principais iniciativas: Construção de cisterna para captação de água da chuva para ser implantada na escola e a demonstração para a comunidade de como construir uma mini cisterna doméstica. Também será feito a apresentação pelos alunos do texto “Carta do Futuro” e cada sala de aula desenvolverá um projeto relacionado ao tema para ser apresentado no final do ano.

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Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho

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Em 1972, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano foi realizada em 5 de junho, em Estocolmo, Suécia. Na ocasião, a data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o “Dia Mundial do Meio Ambiente”, com o objetivo de promover a preservação ambiental em todo o mundo.

“A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.” Declaração de Estocolmo sobre o ambiente humano 1972

 Na mesma conferência, foi criado o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que alerta povos e nações para o uso racional dos recursos naturais, dentro de uma proposta de desenvolvimento sustentável. A entidade tem sede em Nairóbi, no Quênia. No Brasil, a instituição tem um escritório em Brasília (DF) desde 2004 com o objetivo de atender as demandas locais, além de disseminar os temas relevantes da agenda global e regional.

Conheça as iniciativas do Instituto International Paper que estão relacionadas com o meio ambiente:

- Programa de Educação Ambiental (PEA): o objetivo é promover um diálogo aberto, com alunos e professores do Ensino Fundamental das comunidades onde a International Paper atua. Os assuntos abordados são: os mitos e verdades relacionados à produção de papel e celulose, à fauna e flora local, florestas plantadas, papel reciclado, entre outras questões.

- Formare IP: lançado no Instituto em 2010, o projeto oferece a jovens, preferencialmente em vulnerabilidade social, um curso de educação profissional, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e emitido pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Por nove meses, os alunos participam de aulas práticas e teóricas realizadas nas unidades da International Paper em Mogi Guaçu (SP), Luiz Antônio (SP) e Três Lagoas (MS). As disciplinas são ministradas por Educadores Voluntários (EVs) e os jovens contam com o apoio de 50 tutores da liderança da IP.

 - Guardiões das Águas: a iniciativa começou em 2008 na região de Luiz Antônio (SP) e, desde então, tem a missão de informar e conscientizar os participantes sobre o uso racional da água, além de incentivar práticas de conservação.

 - Apicultura Solidária: é realizado desde 2011 nas regiões dos municípios de Mogi Guaçu e Luiz Antônio, ambos em São Paulo. O objetivo é estimular o uso múltiplo das florestas de eucalipto plantadas pela International Paper, permitindo que apicultores locais instalem suas colmeias e caixas de captura necessárias para a produção do mel e, assim, tenham uma geração de renda com a venda do que é produzido.

- Natureza e Corpo: tem o objetivo de resgatar e despertar, em jovens alunos do município de Três Lagoas (MS), alguns costumes culturais da região, como o plantio de hortas comunitárias. Além de melhorar o acesso dos participantes e seus familiares a uma alimentação saudável e balanceada, os jovens alunos se tornam multiplicadores de conceitos de conservação ambiental e do desenvolvimento sustentável da própria comunidade local.

- Educação Socioambiental (ESA): a iniciativa, que este ano completa 42 anos, de existência na região de Mogi Guaçu,  propõeum concurso de redação para alunos do 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio, e um concurso literário entre professores dos municípios de Estiva Gerbi (SP), Mogi Mirim (SP) e Mogi Guaçu (SP).

- Projeto Parceiro Guardiões do Verde: realizada, desde 2008, no viveiro Semeando o Futuro, localizado no município de Guatapará (SP), a iniciativa capacita jovens de 14 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social a exercerem a atividade de viveirista.

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Instituto IP divulga relatório de atividades

Programas coordenados pelo IIP beneficiaram mais de 28.500 pessoas em 2016

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O Instituto International Paper divulgou, no final de abril, o relatório de atividades 2016. Ao todo, 28.574 pessoas foram beneficiadas pelos projetos realizados pelo IIP e seus parceiros em 14 cidades. Para se ter uma ideia, o número de impactados pelas ações é mais do que o dobro da população estimada do município de Luiz Antonio (SP), que conta hoje com cerca de 13.703 habitantes, de acordo com o IBGE.

O IIP em números – Ao longo de um ano, foram realizadas 24 ações nos 10 projetos coordenados pelo Instituto. Juntas, as iniciativas totalizaram R$ 1,2 milhão em investimentos na área de Responsabilidade Social Corporativa, mostrando o compromisso do IIP com o desenvolvimento socioeducacional de crianças e adolescentes. Confira alguns destes projetos:

PEA – O Programa de Educação Ambiental (PEA) tem como objetivo dialogar com professores e alunos do Ensino Fundamental para desmistificar questões relacionadas à sustentabilidade na produção de papel. Durante as visitas das escolas nas unidades, são abordados temas como a importância das florestas plantadas na preservação da fauna e da flora nativas, além das iniciativas em reciclagem e tratamento de efluentes feitas pela IP. Em 2016, o PEA beneficiou 3.161 pessoas, entre alunos e professores.

Formare – Desde 2010, o Projeto Escola Formare IP já preparou mais de 250 jovens para darem seus primeiros passos no mercado de trabalho. Todos os anos, 50 adolescentes, sendo 20 da cidade de Mogi Guaçu (SP), 20 de Luiz Antônio (SP) e região e 10 de Três Lagoas (MS), são selecionados para uma formação de 9 meses dentro das unidades da IP.

Além de acompanharem as aulas, ministradas por profissionais da IP, que atuam como Educadores Voluntários (EVs), estes jovens recebem orientações sobre estudos e carreira. Também aprendem sobre o setor de papel e celulose. No ano passado, 248 pessoas participaram das atividades do Formare.

Guardiões das Águas – Com o objetivo de despertar a reflexão sobre o uso consciente dos recursos hídricos, o projeto Guardiões das Águas existe desde 2008 e mobiliza alunos e professores do ensino básico, além de estender suas atividades para a comunidade. Em 2016, as ações aconteceram no município de Rio Verde (GO) e dividiram-se em três ondas: a primeira delas, “Linha D’Água”, incluiu uma palestra do navegador Amyr Klink a alunos da rede municipal de ensino e uma exposição fotográfica das expedições de Klink. Esta fase, impactou 4.047 pessoas.

A segunda onda, “Espaço Mundi” levou o espetáculo “Dr. Gota Contra o Desperdício” a comunidade, beneficiando 4.966 pessoas. A peça, montada em um cenário inflável em forma de meio globo terrestre aborda situações relacionadas ao desperdício de água.

Para encerrar as atividades, na terceira onda, o IIP premiou os melhores projetos para redução do consumo de água propostos pelas escolas. No total, as três ondas de implantação do Guardiões das Águas impactaram 10.225 membros da comunidade escolar de Rio Verde.

Apicultura Solidária – Em 2016, a produção de mel nas florestas plantadas de Mogi Guaçu e Luiz Antônio chegou a 15 toneladas, quase o dobro do que foi produzido em 2015 (8,4 toneladas). No ano passado, o IIP contratou uma consultoria para orientar os apicultores clandestinos a atuarem dentro das normas de segurança, convidando-os para fazer parte do projeto.

Natureza e Corpo – O projeto desenvolvido no município de Três Lagoas levou a horta comunitária a 300 alunos com idade de 12 a 16 anos de idade. Eles tiveram a oportunidade de visitar um assentamento rural, antes de começarem o plantio de verduras e legumes nos canteiros escolares.

ESA – Os Concursos de Redação e Literário do Projeto Educação Sociombiental, ESA, envolveram 449 pessoas entre alunos e professores dos últimos anos do Ensino Fundamental (5º e 9º) e do Ensino Médio. Com base no tema da ONU “2016, ano internacional das leguminosas”, os participantes tiveram que dissertar sobre alimentação saudável. Antes do concurso, porém, os professores participaram de workshops para levarem a temática para o debate em sala de aula.

Cidade do Livro – O programa de incentivo à leitura do IIP beneficiou 12.974 pessoas em 2016 e encerrou um ciclo de sete anos, após a passagem pelos municípios de Mogi Guaçu (SP), Três Lagoas (MS), Ribeirão Preto (SP), Suzano (SP), Paulínia (SP), Franco da Rocha (SP), Itapeva (SP), Rio Verde (GO) e Manaus (AM).

Leia na íntegra o relatório de Atividades do IIP.

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IIP celebra “Dia do Apicultor”

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O Instituto International Paper preparou uma ação especial para o Dia do Apicultor, celebrado em 22 de maio: a distribuição do mel produzido nas florestas plantadas da IP, pelo projeto “Apicultura Solidária”, aos profissionais de todas as unidades da empresa no País.

Para homenagear o trabalho dos apicultores, os alunos do Projeto Formare organizaram pacotes com sachês de mel, que serão entregues, de 22 a 26 de maio, com um folder informativo, que traz curiosidades sobre a data. Em Mogi Guaçu (SP), Três Lagoas (MS) e Luiz Antônio (SP), a entrega das lembranças será de responsabilidade dos próprios alunos. Já nas unidades de embalagem, a entrega será feita por profissionais internos denominados “pontos focais” do Instituto IP.

O mel foi produzido na safra passada pela pela Associação de Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), que é parceira do Instituto desde 2014.
O projeto “Apicultura Solidária” visa ao uso das florestas plantadas de eucalipto da IP, para o cultivo e o comércio de mel. Ao todo, já foram produzidas mais de 70 toneladas do alimento. O objetivo também é expandir o desenvolvimento da produção e contribuir para a geração de renda aos apicultores locais.

Celebrar o “Dia do Apicultor” é celebrar o cuidado destes profissionais com o habitat das abelhas e, também, um alimento rico e benéfico para o corpo. É o reconhecimento desta importante atividade no âmbito da agroecologia nacional.

Histórico da data - Celebrado no dia 22 de maio, o Dia do Apicultor é uma homenagem a Santa Rita de Cássia, considerada a padroeira de todos os apicultores e também, dos que trabalham com a produção de mel e seus derivados. A história da apicultura no Brasil iniciou por volta de 1839, quando o padre Antônio Carneiro importou de Portugal, 100 colônias de abelhas europeias para o País, instalando-as na praia Formosa, no Rio de Janeiro.

Ao constatar problemas de adaptação devido às condições climáticas tropicais, o professor Warwick Estevan Kerr viajou à África com o apoio do Ministério da Agricultura e trouxe 49 rainhas, que foram instaladas no apiário experimental de Rio Claro, no Estado de São Paulo.

Durante o período, abelhas de 26 colmeias foram liberadas, ocorrendo o cruzamento das africanas com as europeias já existentes. Na época, era pouco explorado o estudo de novas técnicas de manejo. No entanto, com o tempo, os apicultores remanescentes passaram a expandir os métodos de cultivo.
Após a realização de simpósios e congressos que reuniram produtores e pesquisadores, a apicultura tornou-se um setor muito importante na produção agropecuária.

Em 1967, foi fundada a Confederação Brasileira de Apicultura, que resultou no primeiro congresso brasileiro do setor, três anos depois.
Em 2009, o Brasil ocupou o 4º lugar no ranking de maiores exportadores de mel do mundo. Em 2015, o país esteve na 8º posição, segundo dados da Associação Brasileira de Exportadores de Mel (ABEMEL).

 

 

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A busca por respostas para a crescente escassez de água

Cachoeira do Fundao_ Serra Canastra_MGEm artigo publicado no site das Nações Unidas do Brasil, José Graziano da Silva, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), destaca a crescente escassez da água e ações que devem ser levadas em conta com base em dimensões globais. “Não se pode evitar uma seca, mas pode-se impedir que a seca se transforme em fome”, ressalta.

Segundo Graziano, o aumento da água não resolverá a crise global. Ele menciona, que a partir de agora, obter resultados para o crescimento, devem ser realizados em três dimensões: econômico, social e ambiental. Dessa forma, seria possível enfrentar fatores que encadeiam problemas estruturais pelo mundo todo, entre os quais a falta de saneamento básico e de recursos naturais.

A crise hídrica seria apenas um fator de risco entre tantos outros países como Sudão do Sul, onde 40% da população vive em situação de desnutrição e calamidade pública. Embora a nação seja rica em petróleo, há 5 milhões de pessoas vivendo em estado de insegurança alimentar. Em países como esse, quando desastres climáticos acontecem, podem ocorrer guerras regionais devido à extrema pobreza.

A crise hídrica e projetos em ação – A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que, atualmente, cerca de 663 milhões de pessoas no mundo vivem sem acesso à água potável, um recurso de extrema importância para agricultores, responsáveis pela grande parcela das 800 milhões de pessoas em rotina de fome. A agricultura é um elemento fundamental, mas consome 70% da água doce no mundo. Por isso, é preciso articular ações que diminuam essa utilização, afirma o diretor-geral em seu artigo.

Promovendo ações de conscientização – No Brasil, por exemplo, há milhares de famílias pobres que vivem em áreas secas e usufruem de cisternas para armazenar água de chuva. Desde 2003, o Programa Cisternas do Governo Federal já entregou cerca de 1,2 milhão de cisternas, com capacidade total de armazenamento de 20 bilhões de litros. O custo de instalação é de R$ 3 mil e, para cada família, garante o abastecimento de até cinco pessoas, por oito meses. Programas educativos e voltados para a reutilização e preservação de água são medidas fundamentais, como o uso responsável da água na agricultura, citado por Graziano.

A economia e a reflexão sobre a utilização consciente de recursos hídricos são pautas trabalhadas no projeto Guardiões das Águas do Instituto International Paper (IIP). Além de abordarem questões quanto ao uso racional da água, a instituição desenvolve outros projetos como o Natureza e Corpo, que visam conscientizar sobre a qualidade de vida e hábitos saudáveis por meio da implantação de hortas comunitárias. Ambos os projetos do IIP são políticas públicas, que trabalham com temas da atualidade e de integração, para conscientizar e repercutir temas em torno do consumo consciente de recursos hídricos e naturais do planeta.

Fonte: ONUBR

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Natureza e Corpo entra em nova fase e incrementa produção

Projeto iniciou o plantio de verduras e legumes em escolas de Três Lagoas em 2016 e pretende ampliar a produtividade este ano.

Alunos da Escola Municipal Joaquim Marques de Souza

Despertar para consciência ambiental, dentro do conceito de sustentabilidade alimentar e alimentação saudável são alguns dos objetivos do Projeto Natureza e Corpo, coordenado pelo Instituto International Paper no município de Três Lagoas (MS).

Desde o ano passado, as escolas Joaquim Marques de Souza e Parque São Carlos trabalham com o cultivo de verduras e legumes, em hortas coletivas instaladas nas dependências das instituições de ensino. Em 2017, o projeto dá mais um passo para melhorar a produção das hortas. Futuramente, a intenção é pensar na distribuição dos alimentos cultivados para a comunidade local ou, até mesmo, para outras instituições de ensino.

Para que o projeto ganhe essa dimensão, será necessário maior envolvimento de alunos e professores na gestão e na manutenção dos canteiros, que também são utilizados em conteúdos transdisciplinares nas aulas do currículo regular.  Isso significa que as hortas vão além das aulas de biologia e entram para os problemas de matemática em cálculos de área, pesos e medidas, por exemplo.

Da cultura popular à horta coletiva – O Natureza e Corpo existe desde 2013, com o intuito de difundir os costumes da região sul-matogrossense. Por meio da construção de hortas com ervas aromáticas, o Projeto resgatava hábitos das gerações passadas, com uso de chás e infusões de plantas com propriedades “terapêuticas”.

Em 2016, o projeto avançou e iniciou o cultivo de verduras e legumes (foto). Para conhecer o processo produtivo, os alunos visitaram um assentamento. No local, puderam conhecer, na prática, como funciona a base da agricultura familiar de subsistência.

Este ano, a ideia é dar continuidade ao cultivo de alimentos, ampliando as possibilidades dentro das hortas em cada escola, além de aproveitar a colheita, que deve render bons frutos.

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Jardinagem pelo correio

Projeto estimula a troca de sementes por carta

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Com o surgimento do e-mail, a troca de cartas tornou-se um hábito raro entre as pessoas. Mas, a empresária de Florianópolis, Anaísa Catucci teve uma ideia original, que superou a marca de 2 mil pessoas interessadas em 24 horas: a troca de sementes pelo correio. Assim começou o projeto “Sementes pelo Mundo”.

A ideia começou quando Anaísa e o namorado resolveram fazer uma horta doméstica. As sementes que sobraram foram anunciadas nas redes sociais e atraíram milhares de desconhecidos, muito mais até do que a quantidade que eles tinham em mãos. Ao unir o gosto pela correspondência e pela jardinagem, a empresária formou uma rede para a troca de sementes, que são enviadas por carta, com instruções para o plantio.

O projeto atualmente busca parceiros para continuar a crescer e acumula histórias. Os interessados têm diferentes perfis, que vão de pais que querem mostrar aos filhos como uma semente germina a pessoas que perderam parentes e encontraram na jardinagem uma espécie de terapia.

Plantas na educação – No Instituto International Paper, o projeto Natureza e Corpo existe desde 2013 na unidade de Três Lagoas Lagoas (MS) para difundir a cultura regional por meio das ervas e hortas comunitárias implantadas nas escolas municipais.

Até 2015, o Natureza e Corpo fazia um resgate da tradição, com as plantas utilizadas pelos nossos avós em chás e na culinária, mostrando os benefícios das plantas para a saúde. No ano passado, o Natureza e Corpo ingressou em uma nova fase e levou a horta para a escola, em uma proposta multidisciplinar, em que os professores das diversas áreas do conhecimento se apropriavam dos canteiros para a explicação de conteúdos da grade curricular tradicional, conectando teoria e prática.

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Participe do Prêmio Guardiões das Águas 2017

guardioesdasaguasEste ano, atividades acontecem na região de Luiz Antônio (SP)

 Após a passagem por Rio Verde (GO) em 2016, a próxima edição do projeto Guardiões das Águas será realizada no interior do Estado de São Paulo, abrangendo as escolas municipais de Ensino Fundamental dos municípios de Luiz Antônio, Guatapará, São Simão e Altinópolis. A equipe do Instituto International Paper (IIP) responsável pela iniciativa já concluiu as etapas de divulgação e agora as Escolas devem se preparar para submeter seus projetos no edital.

O Guardiões das Águas acontece em etapas, ao longo de todo o ano letivo e propõe à comunidade escolar a reflexão sobre o uso consciente dos recursos hídricos. Mais do que discutir a teoria, os alunos e seus professores são estimulados a desenvolver propostas de economia de água, que possam ser colocadas em prática. As instituições de ensino vencedoras ganharão um prêmio de R$ 7 mil cada para tirar suas ideias do papel e transformá-las em benfeitorias para todos.

As escolas participantes deverão preencher o formulário de inscrição e encaminhar por e-mail para sabrina.tenello@ipaper.com até o dia 28/04.

Abaixo os links com os materiais do edital:

1 – Edital de Abertura

2 –Formulário de Inscrição

3 – Dúvidas e Perguntas Frequentes (FAQ)

4 – Roteiro para preenchimento da ficha de inscrição

Em caso de dúvidas, entre em contato:

Sabrina Tenello: (16) 3986-9073 / sabrina.tenello@ipaper.com
Julia Valadares: (16) 3986-9076 / julia.valadares@ipaper.com

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Instituto convida apicultores clandestinos para projeto

Cultivo de mel fora das normas põe em risco a segurança nas florestas plantadas

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O Instituto International Paper iniciou, recentemente, um mapeamento de suas áreas florestais. Esse levantamento identifica a atuação de apicultores que atuam clandestinamente nas florestas plantadas ou nas Áreas de Proteção Permanente (APP), mantidas pela IP.

O intuito, além de levantar o número de pessoas que trabalham fora das regras estipuladas pelo Apicultura Solidária, é convidá-las para participar do projeto. Desta forma, estabelecem um diálogo para a partilha do conhecimento sobre o cultivo do mel.

A apicultura é uma atividade de baixo impacto ambiental por depender da natureza e do tempo de florada das espécies. Mas o trabalho clandestino não obedece às normas de segurança, que são essenciais em todas as atividades das áreas da International Paper.

“O que pretendemos é chamar essas pessoas para que façam parte do Apicultura Solidária. A segurança para a IP é um valor e a atividade irregular põe em risco a saúde das pessoas e a manutenção das áreas nativas, que preservamos”, conta Gabriel Lima, analista de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP.

Os cooperados que fazem parte do Apicultura Solidária, projeto mantido pela empresa há sete anos, trabalham amparados pelas normas de segurança estipuladas pela IP, dentro da legislação vigente. Com isso, todos ganham! Não só na produção e na qualidade do mel, mas também em conhecimento técnico ao compartilhar experiências com os demais apicultores.

 

 

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Formare 2017 recebe mais de 170 inscrições de Educadores Voluntários

Projeto coordenado pelo Instituto International Paper envolve profissionais da IP na capacitação de jovens para o mercado de trabalho.

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Encerradas em 17 de fevereiro, as inscrições para Educador Voluntário (EV) na próxima turma do Formare foram um sucesso. 174 profissionais decidiram compartilhar seus conhecimentos com os alunos selecionados para a edição 2017 da ação nas unidades de Mogi Guaçu (SP), Luiz Antonio (SP) e Três Lagoas (MS).

A expressiva adesão ao projeto mostra o compromisso da International Paper com o voluntariado. Por meio das iniciativas do Instituto IP, a empresa já beneficiou mais de 28 mil pessoas no ano passado.

Formare 2017 – as aulas nas três unidades do Projeto Escola Formare começaram no dia 7 de março e já estão a todo vapor. Este ano, serão oferecidas mais de 20 disciplinas, abrangendo áreas de conhecimento geral, como física, química, língua inglesa e matemática. Estão na grade curricular também, disciplinas ligadas ao processo de fabricação de papel e celulose, ministradas por profissionais das áreas técnicas, que vivem o dia a dia dos processos na indústria.

A Técnica de Qualidade e Processos de Três Lagoas, Paula Rocha, acredita que o trabalho como EV ensina tanto os alunos como também os próprios profissionais, que aprendem um pouco mais sobre a dinâmica de sala de aula e no próprio convívio com os estudantes. “Sempre surge uma pergunta nova, um questionamento e isso me instiga a aprender mais, para levar respostas para eles. Afinal, todos nós somos eternos aprendizes. ”, declara a profissional que está na IP há nove anos e será responsável pela disciplina de inglês.

O Formare já capacitou cerca de 350 jovens, desde sua implantação na IP no ano de 2010. Além das aulas com os Educadores Voluntários, os alunos recebem o acompanhamento de líderes da International Paper, que atuam como tutores, na orientação e no aconselhamento para questões relacionadas a estudos e carreira.

 

 

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Logística reversa: uma aliada da sustentabilidade

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Desde 2015, o Brasil tem um Acordo Setorial firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, para a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto. Nele, empresas privadas se comprometeram em reduzir em 22% a quantidade de embalagens destinadas a aterros até o fim deste ano.

Este grupo de organizações, que é ligado ao “Compromisso Empresarial para Reciclagem” (CEMPRE), conta com o processo de logística reversa para cumprir essa meta. Desta forma, ao mesmo tempo em que estimula o trabalho de cooperativas, a inciativa colabora com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, implementada na forma de lei pelo Governo Federal em 2010.

Em fevereiro deste ano, o relatório com os primeiros resultados do Acordo Setorial de Embalagens revelou que o sistema de logística reversa chega a mais de 50% da população, por meio de ações realizadas em 422 municípios em 25 estados brasileiros. Elaborado pelo grupo “Coalizão Embalagens”, que reúne 28 associações empresariais, os dados mostram que isso só foi possível graças a ampliação da capacidade produtiva das cooperativas.

Na International Paper – A redução de resíduos é uma preocupação constante na IP. Uma das alternativas implantadas pela empresa, desde 2013, é o projeto Baled at Source, ou B@S. Ele consiste na compra de aparas (fardos de papelão ondulado) diretamente de supermercados, hospitais e indústrias.

A IP estabelece uma parceria com estas grandes empresas e oferece os recursos necessários, como transporte e prensa enfardadeira, para que as embalagens retornem e possam ser recicladas.  As aparas são utilizadas na fabricação de novas caixas de papelão e, ao comprar diretamente da fonte, ganha-se na relação custo-benefício e no produto final, que é de mais qualidade por conta da matéria-prima.

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Plataforma on-line permite troca de conhecimento entre escolas de todo o País

shutterstock_347798567Compartilhar nunca esteve tão em alta. É o caso da Edukatu, uma rede que promete aproximar alunos e professores do Ensino Fundamental para o compartilhamento de projetos voltados para o consumo consciente e o uso racional dos recursos naturais. Graças a uma parceria com a Secretaria de Estado da Educação, Sabesp e o Instituto Akatu, 42 projetos, que envolvem diferentes estratégias para economia de água, estão em andamento.

Para participar, basta fazer um cadastro gratuito no site edukatu.org.br. A plataforma oferece diversas atividades para instrumentalizar os educadores para a abordagem do tema da sustentabilidade ambiental em sala de aula, além de viabilizar a troca de boas práticas. A iniciativa já conta com a participação de mais de 300 escolas de 64 municípios paulistas, 1.606 professores inscritos e 1.694 alunos.

Economia de Água: uma preocupação antiga do IIP

Uma das causas apoiadas pelo Instituto International Paper (IIP) é a educação socioambiental de crianças e adolescentes. E o uso consciente dos recursos naturais é um tema trabalhado há oito anos pelo projeto Guardiões das Águas, que anualmente mobiliza escolas públicas próximas de unidades da IP para a elaboração de projetos focados na redução do consumo no ambiente escolar.

A cada ano, uma região é escolhida e, em 2017 será a vez dos alunos e professores dos municípios de Luiz Antônio, Guatapará, Altinópolis e São Simão, no interior de São Paulo, a colocarem suas ideias em prática, contribuindo assim para a preservação desse recurso tão valioso para nossa sociedade.

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Apicultura Solidária estuda cultivo de mel em mata nativa

Instituto avalia a possibilidade de estender a produção sustentável em áreas protegidas pela International Paper

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O Apicultura Solidária, projeto coordenado pelo Instituto International Paper (IIP), prepara-se para ganhar novos horizontes. Além do cultivo de mel nas florestas plantadas, este ano, os profissionais da área florestal, ao lado dos apicultores cooperados, estudam a viabilidade de estender a instalação das caixas-iscas para o cultivo de mel nas áreas de Reservas Legais (RL), mantidas pela International Paper (IP).

A intenção é implantar o projeto ainda em 2017, caso os estudos mostrem a viabilidade da extensão dos apiários, dentro dos padrões de segurança e sustentabilidade requeridos pelas RL, como já ocorre nas florestas plantadas de eucalipto.

Baixo impacto ambiental – A apicultura é considerada uma atividade agrícola sustentável, pois depende da natureza para existir e, ao contrário de outras culturas, não causa grandes alterações no ambiente, aproveitando-se da flora existente em cada localidade e dos momentos de florada de cada espécie.

Com a autorização para cultivo nas áreas de Reserva Legal, produção ganhará mais espaço e diversidade para a polinização das mais variadas espécies. Atualmente, a International Paper mantém aproximadamente 26 mil hectares de florestas nativas.

O PROJETO - Desde 2011, o Apicultura Solidária contribui para a manutenção das atividades da Cooperativa de Apicultores da Região de Ribeirão Preto (Cooperapis) e da Associação de Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), que utiliza as florestas de eucalipto da IP para a produção de mel. Grande parte dos cooperados e associados vivem exclusivamente da prática apícola enquanto outros ganham uma renda extra com a atividade.

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Países emergentes na liderança da energia limpa

Estudo revela que a geração de energia renovável por países em desenvolvimento equivale a capacidade total de energia da Austrália.

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O grupo de 58 países emergentes analisado pelo Climatescope, índice anual de competitividade em energia renovável, que verifica o setor energético na África, América Latina e Caribe, superou em 18% a capacidade de geração de energia limpa demonstrada pelos países ricos.  O estudo, divulgado em dezembro de 2016 pela Blomberg New Energy Finance, considera informações sobre a geração de energia eólica, solar, geotérmica, entre outras fontes renováveis no ano de 2015.

O grupo de países analisados inclui China, Índia, Brasil, Chile, México, Egito e África do Sul. Enquanto as nações em desenvolvimento geraram 69,8 gigawatts de energia limpa no período analisado, o equivalente à capacidade de energética instalada na Austrália, a geração dos países ricos ficou em 59,2 gigawatts.

Atração de Investimentos – Na análise do Climatescope, o país que mais se destacou na capacidade de atração de investimentos para geração de energia renovável foi o Chile, cujos investimentos foram de US$, 1,3 bilhão em 2014 para US$ 3,2 bilhões em 2015.

O Brasil, que perdeu a liderança das edições anteriores do estudo, vem em segundo lugar como principal destino de investimentos. O País recebeu investimentos de US$ 121 bilhões (cerca de R$ 251,3 bi), no período de 2006 a 2015 e US$11 bi (R$ 39, 5 bilhões) somente em 2015.

Os critérios de atratividade consideraram as políticas de investimento em energia limpa em cada país, as condições de mercado e infraestrutura no fornecimento de energia elétrica, as atividades das empresas do setor em cada país e os esforços na redução da emissão de gases de efeito estufa (GEE).

O estudo destacou ainda o aumento dos investimentos em energia solar nos países analisados e a atuação de start ups financiadas por fundos privados que levam energia renovável a localidades distantes.

 

Fonte: Portal Exame

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Iniciativas do Instituto beneficiam mais de 28 mil pessoas em 2016

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Transformar a vida das pessoas. Com este objetivo, o Instituto International Paper (IIP) realizou em 2016 uma série de iniciativas para a promoção da educação socioambiental de crianças e adolescentes, impactando mais de 28 mil pessoas por meio dos programas: Projeto Escola Formare, Programa de Educação Ambiental (PEA), Cidade do Livro Itinerante, Educação Socioambiental (ESA), Guardiões das Águas, Guardiões em Ação, Apicultura Solidária e Natureza e Corpo.

Por trás destes projetos, temas como voluntariado, preservação ambiental, educação profissional, incentivo à leitura e alimentação saudável foram levados às comunidades onde a IP atua.

Projeto Escola Formare: em 2016, o Formare completou seis anos na IP05-formare1, totalizando a formação de 350 jovens. Pelo programa, os alunos realizam um curso de formação profissional inicial dentro da própria empresa; os profissionais atuam como educadores voluntários e compartilham seus conhecimentos técnicos e experiências profissionais, possibilitando a esses jovens uma visão mais clara sobre a escolha da futura carreira e a dinâmica do mercado de trabalho. Todos os anos, o Formare IP abre 20 vagas para jovens residentes em Mogi Guaçu (SP), 20 vagas para a região de Luiz Antônio (SP) e 10 vagas para Três Lagoas (MS), cidades em que a International Paper (IP) mantém operações para a produção de papel e celulose.

 

11-peaPrograma de Educação Ambiental (PEA) – O Programa de Educação Ambiental existe desde 1993, com o objetivo de conscientizar alunos e professores da educação básica sobre a importância das florestas plantadas na manutenção dos recursos naturais, colaborando para a preservação da mata nativa. Em 2016, mais de três mil pessoas passaram pelo programa, nas unidades de Luiz Antônio e Mogi Guaçu (SP) e também nos municípios paulistas de São Simão, Santa Rosa de Viterbo, Guatapará, Mogi Mirim, Aguaí e Altinópolis.

 

08-guardioes-das-aguasGuardiões das Águas – O projeto foi a Rio Verde (GO) para reforçar à comunidade a importância da preservação dos recursos hídricos. Dividido em três fases, o projeto aconteceu em março de 2016 e apresentou a exposição Linha D’ Água, com fotos das expedições do navegador Amyr Klink. A mostra ficou em cartaz no Shopping Buriti. Em um segundo momento, alunos do 4º e 5 º ano da rede municipal puderam assistir ao espetáculo teatral Espaço Mundi, no Parque de Exposições de Rio Verde. A ação foi encerrada com um concurso que premiou os melhores projetos para redução do consumo de água, elaborados pelas escolas participantes.

 

01_APICULTURA-baixaApicultura Solidária – O destaque de 2016 no Apicultura Solidária, projeto que aproxima as florestas plantadas da IP de uma cooperativa de produtores de mel, foi a capacitação dos apicultores para o envase do mel produzido na área florestal da IP. Um trabalho que garantiu mais autonomia e conhecimento aos cooperados, que contribuiu para o alcance da produção de 15 toneladas de mel.

 

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Cidade do Livro Itinerante – Em 2016, o projeto esteve nas cidades de Manaus (AM) e Rio Verde (GO), onde mais de 12 mil crianças puderam rir e aprender com as peripécias da Tracinha, uma traça muito esperta que prefere devorar os livros pela leitura. Com isso, o projeto encerrou um ciclo de sete anos de trabalho, período no qual a Cidade do Livro Itinerante também passou pelas cidades de Mogi Guaçu (SP), Três Lagoas (MS), Ribeirão Preto (SP), Suzano (SP), Paulínia (SP), Franco da Rocha (SP) e Itapeva (SP). Graças ao projeto, mais de 50 mil crianças puderam embarcar nesse mundo mágico da literatura.

 

ESA_logoEducAção Socioambiental (ESA) – Os concursos do ESA já são uma tradição na região de Mogi Guaçu. Realizado há 41 edições, o concurso de redação é voltado para alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e para alunos do 3º ano do Ensino Médio. Aos professores da rede pública, o ESA oferece o concurso literário, que passou da 11ª edição. A cada ano, a proposta é sempre ampliar as discussões de um tema da atualidade na comunidade escolar. Em 2016, o tema escolhido para ambos os concursos foi Alimentação Saudável, seguindo a temática da ONU, que elegeu o período como o Ano Internacional das Leguminosas.

 

10-natureza-corpoNatureza e Corpo - Em 2016, o projeto avançou ao começar a trabalhar com o plantio de verduras e legumes. Nos anos anteriores, era priorizado o cultivo de ervas e temperos. Com o novo foco, somado à temática da alimentação saudável trabalhada no ESA, o IIP levou mais um tema para discussão na comunidade escolar: a sustentabilidade alimentar, que foi trabalhado por professores de diferentes disciplinas. Em 2017, as atividades continuam acompanhando o calendário escolar e os temas relacionados à sustentabilidade, educação e meio ambiente.

 

guardioes-em-acaoGuardiões em Ação – Com o objetivo de possibilitar o trabalho voluntário para os profissionais do escritório de São Paulo, desde de 2012 o projeto Guardiões em Ação marca presença em datas comemorativas levando muita alegria e a interação entre crianças e adolescentes de comunidades carentes da capital paulista e os guardiões (voluntários da IP). Em 2016 os guardiões agiram em duas missões, a primeira foi na Páscoa e a segunda no Natal.

 

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Quanto custa a melhoria da qualidade do ar?  

Estudo revela que investimento de R$ 13 por habitante em plantio de árvores é suficiente para melhorar a saúde em áreas urbanas

Trecho da floresta IP em Mogi Guaçu (SP)

Trecho da floresta IP em Mogi Guaçu (SP)

A poluição do ar e o aumento da temperatura global fazem parte dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), instituídos pela Organização da Nações Unidas (ONU). De olho na redução dos impactos ambientais nas próximas décadas, diversas instituições, além da ONU, debatem soluções viáveis para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

É o caso da The Nature Conservancy, que divulgou em novembro de 2016 um estudo que mostra que, com o investimento de US$ 4 por habitante (cerca de R$ 13) no plantio de árvores é possível a redução de até um quarto das partículas suspensas no ar, gerada nos grandes centros urbanos pela queima de combustíveis fósseis.

De acordo com os autores do estudo “Plantando Ar Puro”, a limpeza do ar e manutenção da temperatura trazida pelas árvores trariam grandes benefícios para a saúde das populações nas grandes cidades. Todos os anos, estima-se que morrem mundialmente cerca de três milhões pessoas em decorrência de complicações respiratórias, cardíacas ou derrame, ocasionadas pela inalação de micropartículas de poluentes, que entram na corrente sanguínea.

As árvores, quando corretamente plantadas em áreas estratégicas, funcionam como um filtro, garantindo a limpeza do ar e o conforto térmico. Um sopro de ar fresco, considerando que a temperatura de ambientes arborizados pode ser até 2°C mais baixa, sem falar que as árvores também contribuem para a manutenção da umidade do ar.

Nas áreas florestais da International Paper, por exemplo, são mais de 102 mil hectares de terras plantadas, sendo 70% destinado à plantação de eucalipto e 25% à conservação de vegetação nativa. O cultivo de eucalipto da IP captura cerca de 6 toneladas de CO² a cada tonelada de papel produzido, deixando o ar mais limpo para a comunidade e reforçando nosso compromisso com o planeta e com as futuras gerações.

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No interior paulista, coleta de lixo fica mais sustentável

Caminhão elétrico torna a coleta de lixo ainda mais “limpa”

Divulgação BYD

Divulgação BYD

A coleta de lixo nas cidades paulistas de Paulínia, Indaiatuba, Tietê, Salto e Valinhos ganha um forte aliado para a boa qualidade do ar em áreas urbanas: um caminhão 100% elétrico, que começou a circular no segundo semestre de 2016. Com autonomia para percorrer mais de 200 quilômetros ou até oito horas sem recarga, o veículo é capaz de compactar até 16 toneladas por turno.

O processo poupa significativamente a atmosfera de poluição, uma vez que não há emissão dos gases poluentes dos caminhões movidos a diesel e pelo uso de uma bateria de fosfato de lítio, que é reciclável e tem vida útil de até 40 anos. Também contribui para a redução de poluição sonora, uma vez que o motor é muito mais silencioso do que nos veículos tradicionais.

A chinesa BYD juntamente com a Corpus Saneamento são as responsáveis pela fabricação do caminhão elétrico. Uma parceria que prevê mais avanços: expansão da frota, com utilização de energia gerada em aterro sanitário para a recarga dos caminhões. O meio ambiente agradece!

 

Curiosidades

»Se a coleta de lixo fosse feita em 100% dos cinco municípios citados (Paulínia, Indaiatuba, Tietê, Salto e Valinhos), seriam beneficiados mais de 530 mil habitantes, de acordo com a soma da população de cada uma das cidades, conforme dados do IBGE.

 »Se houvesse coleta de lixo por caminhão elétrico nas cidades de Mogi Guaçu, Luiz Antônio e Três Lagoas em 100% das residências, seriam beneficiadas cerca de 250 mil pessoas.

 

 

 

 

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Apicultura Solidária: apicultores realizam curso de capacitação no SEBRAE

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Os apicultores do projeto “Apicultura Solidária”, do Instituto International Paper, participaram de oficinas para aprimorar as técnicas e também expandir os pontos de vendas. A ideia é que a Cooperativa tenha mais autonomia e, assim, amplie sua participação no mercado.

O projeto envolve os profissionais da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS), que atuam nas cidades de Luiz Antônio, Brotas e Altinópolis, que, entre outras áreas de cultivo, utilizam para a produção de mel as florestas de eucalipto da International Paper.

A Cooperativa, juntamente com o SEBRAE, (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), promoveu cursos para os cooperados. A capacitação chega para ampliar os conhecimentos, uma vez que o processo de envase de mel atualmente é todo terceirizado. Com essa capacitação, os apicultores poderão realizar o envase e a distribuição sem a necessidade de entreposto.

Por meio do projeto “Apicultura Solidária”, os apicultores são beneficiados pelo Instituto IP por meio da geração de renda proporcionada pela produção proveniente das florestas plantadas, sendo este o ganho principal para o sustento das famílias dos cooperados.

Para ter maior domínio do trabalho e expandir os negócios, foram ministradas oficinas sobre o Relacionamento da Cadeia de alimentação entre abril e junho deste ano, com os seguintes temas:

  • Exigências Legais de Formalização e Comercialização
  • Produtos Agroindustriais Como Forma de Agregação de Valor – Apicultura
  • Canais de Distribuição

Em outubro, houve outra capacitação, desta vez no Senac de Ribeirão Preto, em que os apicultores assistiram mais oficinas e colocaram seus produtos à mostra.

Apesar da terceirização do envasamento, o mel é todo produzido pela Cooperativa: “Nós acompanhamos as empresas quando estão no processo de envase, para que no dia a dia possamos aplicar as normas que aprendemos”, explica José Antônio Monteiro, líder da COOPERAPIS.

Segundo Monteiro, a Cooperativa pretende expandir a participação nas oficinas e consequentemente os pontos de venda a partir do envase e da distribuição do mel no mercado. Além da parte logística, estes profissionais estão sempre em busca de diferentes soluções para qualquer problema que possa surgir na produção.

De olho no calendário – Em janeiro, o SEBRAE disponibiliza o calendário de cursos e já no início do ano, os apicultores verificam quais são interessantes para o grupo se aperfeiçoar. Os processos de capacitação são para todos, inclusive iniciantes. “Para o pessoal novo as oficinas são muito importantes, até porque eles estão aprendendo a trabalhar e a desenvolver o processo de apicultura”, diz Monteiro.

Com a capacitação, os apicultores obtiveram conhecimento sobre o sistema de gestão e também para que acompanhem o processo em toda a cadeia produtiva. Além disso, passam a ter uma visão mais ampla de sua atividade: da instalação das caixas-iscas, colheita ao envase e distribuição do produto final nos pontos de venda. “Os apicultores admiraram a organização das empresas durante os testes de envase. Dessa forma, eles valorizam ainda mais seus trabalhos”, conta Monteiro.

Para que o envase seja possível dentro da COOPERAPIS, a empresa precisa de um espaço adequado, e esse é o próximo passo da Cooperativa. Para isso, é necessário a aprovação do SIF – Serviço de Inspeção Federal ligado ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA.

A COOPERAPIS reconhece que faz um bom trabalho no mercado e que estar mais envolvida em todas as etapas do processo produtivo de mel é muito importante para conquistar mais espaço no mercado. E a parceria com parceria com o IIP é fundamental para que todas essas melhorias aconteçam.  “Se não fosse a International Paper, por meio do Instituto, nós não conseguiríamos evoluir em conhecimento técnico e aprimoramento de todos os processos produtivos. Parte do nosso sucesso é fruto desta parceria”, reitera Monteiro.

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International Paper supera metas de redução na emissão de poluentes antes do previsto

capa relatorioInternational Paper supera metas de redução na emissão de poluentes antes do previstoA multinacional reduziu, globalmente, 18% suas emissões de poluentes e 17% das substâncias destruidoras de oxigênio nas águas residuais das fábricas

A International Paper, líder mundial em fabricação de papéis para imprimir e escrever e embalagens, acaba de divulgar o andamento de suas metas globais de sustentabilidade para 2020, firmadas espontaneamente pela companhia em 2011. Até 2015, a companhia reduziu 18% nas emissões de poluentes (SOx, NOx, MP), 8% acima da meta, e a diminuiu 17% das substâncias destruidoras de oxigênio (DBO) nas águas residuais das fábricas, 2% acima do esperado para o final do período. Os dados são do Relatório de Sustentabilidade 2015, que reúne as principais realizações, desafios e iniciativas da companhia entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano passado.

O documento, que considera todas as unidades da companhia na América Latina, é produzido em linha com as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), reconhecida mundialmente por estabelecer princípios e indicadores de desempenho econômico, ambiental e social. “O balanço é uma ferramenta da IP que permite mostrar seu compromisso com a sustentabilidade e com os recursos renováveis”, ressalta Glenn Landau, presidente de International Paper Latinoamérica.

O relatório ressalta também, a expansão dos projetos e ações do Instituto International Paper, que, em 2015, recebeu um investimento de mais de R$ 2,5 milhões e impactou diretamente mais de 39 mil pessoas, por meio de 27 ações.

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Biomassa de Eucalipto: energia limpa na produção de papel

Bianca_Bricio ipUma das preocupações da International Paper é com a redução de impactos ambientais, por isso a empresa trabalha constantemente para a melhoria dos processos industriais, com foco na sustentabilidade e no uso racional dos recursos na fabricação de papel e celulose. Entre as inúmeras iniciativas da empresa está o uso da biomassa de eucalipto na geração de energia para algumas de suas unidades. Quem explica um pouco mais sobre este processo e as aplicações do eucalipto no dia a dia é a Coordenadora de Sustentabilidade da IP, Bianca Brício.

Engenheira química, Bianca está na International Paper desde 2010. Como trainee, passou pelas áreas Florestal e pelo escritório corporativo de São Paulo, antes de ir para a unidade Mogi Guaçu, onde trabalha atualmente. Nesta entrevista, ela detalha o passo a passo da geração de energia pela biomassa e conta também o que é feito com as “sobras” do eucalipto, que são reutilizadas no plantio de novas mudas.

Como é o processo de geração de energia por meio da biomassa de eucalipto?

A biomassa de eucalipto tem sido utilizada como fonte de combustível para as fábricas de papel e celulose no Brasil em diversas unidades. Recentemente, este processo migrou do uso da casca e resíduos de madeira e passou para a queima de troncos inteiros.  A queima da biomassa gera a energia utilizada para aquecer a água, que passa por tubos dentro da própria caldeira. O aquecimento da água gera vapor, que é utilizado para movimentar turbinas, produzindo energia elétrica. As condições da queima da biomassa, assim como a temperatura e a pressão do vapor são controladas para que tenham máxima eficiência. Os gases resultantes da queima também passam por equipamentos de controle ambiental para minimizar possíveis impactos ao meio ambiente.

A energia gerada pela biomassa de eucalipto é capaz de tornar a indústria autossuficiente? O quanto essa energia gerada corresponde ao consumo da indústria?

No caso das unidades da IP, fontes renováveis de energia são responsáveis por aproximadamente metade da energia utilizada.

Todas as unidades da IP, de Papel e Embalagens utilizam a biomassa?

Na verdade, as unidades que utilizam a energia da biomassa de eucalipto são as de Luiz Antônio, Mogi Guaçu e Nova Campina, pois usam madeira como insumo na produção de celulose. Nas unidades em que não temos esse processo integrado, ou seja, não se produz celulose, a energia provém de outras fontes.

Quais as vantagens da utilização da biomassa de eucalipto para a indústria, do ponto de vista dos impactos ambientais?

O eucalipto tem grande potencial para ser usado para geração de energia, pois é um combustível de origem renovável e seu crescimento tem uma velocidade acelerada em regiões de clima tropical, como o Brasil, onde a colheita é feita com idade média de 7 anos. A IP possui aproximadamente 72 mil hectares de cultivo de eucalipto certificado. Vale ressaltar que as áreas de florestas plantadas da International Paper são certificadas pelos selos FSC/PEFC e Cerflor.  Além do cultivo de eucalipto, a IP mantém 26 hectares destinados a conservação da biodiversidade e preservação de florestas nativas.

Além das vantagens competitivas do eucalipto, do ponto de vista florestal, ao utilizar a biomassa como fonte de energia, deixamos de consumir combustíveis fósseis nas fábricas. Esta substituição deixa a matriz energética da unidade mais limpa e reduz as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE).

A biomassa produzida pela IP é utilizada somente pela empresa, ou é comercializada? E a energia elétrica produzida? A indústria absorve ou há a comercialização com concessionárias de energia?

A biomassa produzida pela IP é utilizada apenas para consumo próprio, bem como a energia elétrica. A IP também compra parte da energia elétrica consumida do grid nacional.

Pode-se dizer que do eucalipto tudo se aproveita? O que ele gera, além de madeira, papel, celulose, energia? Há mais algum subproduto que queira mencionar?

São inúmeras as possibilidades de uso do eucalipto, mas os produtos mais comuns são, além da matéria prima para a produção de celulose e da biomassa que gera energia, há a produção de pallets, de carvão vegetal, caixas para embalagem de produtos, móveis e pisos como assoalho e laminados.

No campo, galhos e folhas dos eucaliptos colhidos ficam sobre o solo para sua proteção. Nas fábricas da IP, partes do eucalipto que não podem ser aproveitadas para a obtenção de madeira ou para a geração de energia, como cascas muito impregnadas com terra ou areia, são utilizadas para a produção de composto orgânico, utilizado na adubação das árvores da floresta.

Compostagem:

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Inovações transformam resíduos em energia

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Uma vida mais sustentável requer um novo olhar para tudo o que os seres humanos produzem, inclusive o lixo. Para se ter uma ideia, o lixo gerado no País aumentou 29% entre os anos de 2003 e 2014, enquanto o crescimento populacional deste período foi de 6%, de acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), divulgado em 2015.

Diante de um cenário como este, é mais do que urgente repensar as práticas do dia a dia para minimizar o desperdício, além de dar o destino correto aos resíduos. E é aí que a inovação entra em cena, transformando “lixo” em energia elétrica, um luxo para cerca de 1,5 bilhão de pessoas que vivem sem eletricidade, de acordo com dados da ONU, Organização das Nações Unidas.

De olho no desenvolvimento sustentável, algumas indústrias já investiram na produção de eletricidade a partir de fontes alternativas, confira:

 

shutterstock_285916715 Convertendo restos de comida em gás de cozinha – esta é a proposta da HomeBiogas, empresa israelense que criou um sistema que converte restos de alimentos orgânicos em gás de cozinha. Os resíduos deste processo são transformados em adubo líquido para o jardim. E o gás produzido com os alimentos descartados chega a ser suficiente para manter um fogão ligado por três horas.

 

shutterstock_156256430 Lixo de aterro gera energia elétrica – em setembro deste ano, foi inaugurada no município de Caieiras (SP), a maior usina de energia termelétrica no Brasil a partir de gás metano, proveniente de lixo de aterro sanitário, a Termoverde Caieiras. A energia gerada a partir do lixo é suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 300 mil habitantes, como Limeira, Guarujá ou Taubaté. Em 2014, o aterro sanitário de Guatapará foi o primeiro no Estado a gerar energia elétrica a partir do lixo de 20 municípios.

madeiraNa International Paper – a madeira residual dos processos industriais (cavaco) também gera energia para as unidades e isso significa uma economia significativa para a IP, além de ganhos em sustentabilidade a partir da utilização de uma fonte renovável de energia: a biomassa do eucalipto.

 

 

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“Dia Mundial Sem Carro” pede um novo olhar para a vida na cidade

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Em 22 de setembro, cidades ao redor do mundo se unem para o “Dia Mundial Sem Carro”, uma in“Dia Mundial Sem Carro” pede um novo olhar para a vida na cidadeiciativa que visa despertar a reflexão da população sobre a emissão de gases poluentes na atmosfera gerada pelos automóveis. A intenção é alertar para questões ambientais como o efeito estufa, além de mobilizar as pessoas para que utilizem mais o transporte coletivo em suas rotinas, meios alternativos como a bicicleta e que passem a participar de caronas compartilhadas, como forma de contribuir para melhorar a qualidade do ar.

Originalmente, o “Dia Mundial Sem Carro” começou na França em 1997 e se espalhou pelo mundo com diversas ações pelas cidades, que, na data, reduzem a velocidade máxima em algumas vias ou mesmo proíbem a passagem de veículos em algumas áreas para que as pessoas utilizem outros meios de transporte. O que mais importa é que a população pense sobre o uso excessivo do automóvel, quando se descarta outras possibilidades de locomoção nas cidades.

As ações do dia 22 de setembro fazem parte de um movimento chamado “Semana da Mobilidade”, adotado por diversos países para propor novas alternativas para aprimorar o transporte urbano, olhando também para questões como melhoria da qualidade de vida, chamando a atenção para formas mais sustentáveis e eficientes de se locomover.

As iniciativas da “Semana da Mobilidade”, além do “Dia Mundial Sem Carro”, incluem caminhadas, passeios ciclísticos e desafios intermodais, com o objetivo de mostrar que a cidade pode ser vivenciada de outras maneiras e que, embora os automóveis sejam importantes para o deslocamento, eles não são essenciais para a vida nos grandes centros urbanos.

Confira algumas iniciativas para uma mobilidade mais sustentável, organizadas em algumas capitais brasileiras.

- Manaus

Durante a Semana da Mobilidade, a ONG “Pedala Manaus” organiza uma série de atividades para estimular o uso de bicicleta entre os manauaras, como o passeio ciclístico e  o  desafio intermodal,  em que os participantes devem concluir um determinado trajeto utilizando diferentes meios de transporte e, ao final verifica-se qual deles é mais eficiente.

- Maceió

No dia 23/9 (sexta-feira), haverá a corrida “Por um Trânsito + Seguro” e no domingo (25/09), um passeio ciclístico, que tem a expectativa de receber até 7 mil participantes.

- São Paulo

Além do Desafio Intermodal, que ocorreu no último dia 17, haverá também caminhadas noturnas e debates sobre mobilidade urbana durante a “Virada da Mobilidade”.

- Porto Alegre

No “Dia Mundial Sem Carro”, a capital gaúcha promove seu segundo Seminário de Mobilidade Urbana – Porto Alegre para Pessoas.

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21 de setembro: “Dia da Árvore”

Data celebra a importância das mudas para o equilíbrio do planeta

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Responsáveis pela qualidade do ar, pelo equilíbrio da temperatura e pela firmeza do solo, além de servir de moradia para inúmeras espécies e fornecer alimento, as árvores são indispensáveis para a sobrevivência na Terra.

O papel das árvores na existência da vida é celebrado de diversas formas por diferentes povos e nações. No Brasil, o “Dia da Árvore” é comemorado no dia 21 de setembro, às vésperas da chegada da primavera, e foi criado para despertar a reflexão sobre a preservação deste recurso natural tão importante para a manutenção dos ecossistemas. Ao redor do mundo, as comemorações acontecem em épocas do ano distintas, mas com este mesmo intuito de abordar o equilíbrio ambiental, unindo esforços para combater práticas de desmatamento e comércio ilegais de espécies ameaçadas.

As florestas plantadas e a indústria– a data é amplamente celebrada pela indústria de papel e celulose, que leva às comunidades informações precisas sobre a importância do manejo florestal do eucalipto florestas plantadas, e as florestas renováveis, planejadas dentro de especificações técnicas e ambientais que garantem o uso racional da terra e dos recursos de maneira sustentável, evitando o desperdício e auxiliando na preservação da mata nativa.

Na International Paper, as ações voltadas para as localidades onde a empresa mantém operações são organizadas pelo Instituto International Paper, que realiza uma série de iniciativas educativas para crianças e adolescentes. A mais antiga e tradicional da empresa surgiu exatamente no “Dia da Árvore”, há mais de 40 anos: o ESA (Educação Socioambiental), que este ano completa seu 41º aniversário com o Concurso de Redação voltado a estudantes dos últimos anos da Educação Básica (5º ano do Ensino Fundamental I, 9º ano do Ensino Fundamental II e 3º ano do Ensino Médio) e o Concurso Literário, em sua 11ª edição, voltado a educadores (professores e gestores escolares do Sistema Básico de Ensino).

O tema escolhido para o ESA este ano foi “Alimentação Saudável” e teve como base a diretriz da ONU (Organização das Nações Unidas), que elegeu 2016 o “ano das leguminosas”, pois a produção de grãos proporciona uma alimentação mais nutritiva e também é responsável por garantir um manejo mais sustentável da terra e dos recursos naturais.

Curiosidade: “Dia da Árvore” ao redor do mundo

As celebrações do “Dia da Árvore” acontecem ao longo do ano de acordo com a cultura de cada país:

australia Austrália: celebra o “Dia Nacional da Árvore” na última semana de julho

 

 

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Barbados: 22 de setembro

 

 

bulgaria

 

Bulgária: celebra o “Dia Nacional da Floresta” na primeira semana de abril

 

 

canadaCanadá: Celebra a folha de sua árvore símbolo, o bordo (Maple) durante a Semana Nacional da Floresta, na última quarta-feira de setembro. Há também diferentes celebrações regionais do “Dia da Árvore”.

 

 

china

China: 12 de março

 

 

 

alemanhaAlemanha: 25 de abril

 

 

 

holandaHolanda: 22 de março

 

 

 

japaoJapão: celebra o Midori Noni no final de abril

 

 

 

jordania
Jordânia:  15 de janeiro

 

 

nova_zelandia

Nova Zelândia: 5 de junho

 

 

africa do sul

África do Sul: celebra a semana da árvore de 1º a 7 de setembro

 

 

 

espanhaEspanha: 26 de março

 

 

 

tunisiaTunísia: 9 de novembro

 

 

 

estados unidosEstados Unidos: celebra o “Dia Nacional da Árvore” na última sexta-feira de abril. Os estados também promovem diferentes celebrações das espécies regionais ao longo do ano, conforme época de plantio.

 

 

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Problemas ambientais: brasileiros apostam na tecnologia como solução

Poluição do ar e das águas são as principais preocupações; governo não é considerado o principal agente de transformação

shutterstock_91957046A preocupação com o ambiente e a recuperação dos recursos naturais têm sido o grande desafio deste século. A tônica do debate é unir governo e população para ações concretas que promovam o desenvolvimento sustentável, e também estimulem a conscientização, por meio da educação, sobre a responsabilidade socioambiental. Diante do muito a se fazer, o que mais aflige os brasileiros quando se fala em problemas ambientais?

O Instituto Market Analysis foi em busca dessas respostas e constatou que a poluição do ar, das águas, as emissões de gases dos automóveis e a escassez de água potável estão entre as principais preocupações. Mas, se de um lado, os líderes mundiais discutem uma agenda ambiental, é exatamente o setor governamental, no Brasil, que detém o menor índice de confiabilidade – apenas 10% – na execução de ações que modifiquem esse cenário. Para os ouvidos pela pesquisa, as ONGs, entidades do terceiro setor e os grupos econômicos são os principais agentes de medidas de articulação, conscientização e transformação em benefício da sociedade. Em cada um destes setores, o índice de confiabilidade supera os 50%.

Os dados da pesquisa apontam, ainda, que as mudanças climáticas/aquecimento global e a diminuição dos recursos naturais também figuram entre as principais causas a serem tratadas para a recuperação ambiental.

Quando perguntados sobre as responsabilidades individuais com relação às mudanças climáticas, há uma pequena margem de diferença no reconhecimento de culpa do cidadão por atitudes que impactam negativamente no ambiente. Do total, 52% concordam totalmente (19%) ou parcialmente (33%) que suas atitudes são destrutivas, enquanto 47% discordam totalmente (25%) ou em parte (22%) de que causam impacto ao ambiente.

Para reverter a situação, a tecnologia é citada por 60% dos entrevistados como a grande aliada das ações para promover mudanças climáticas. As soluções tecnológicas são vistas, no entanto, como facilitadoras das mudanças comportamentais de forma que não se exijam grandes esforços individuais.

A conclusão dos entrevistados vem ao encontro da linha adotada pelo Brasil, a partir dos acordos firmados na COP21, de investir em tecnologias limpas para vencer os desafios climático-ambientais.

Para saber mais sobre a pesquisa, clique aqui.

 

 

INDICADORES

Saiba mais sobre os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do IBGE

ids-2015-ibgeHoje, é praticamente consenso que o desenvolvimento sustentável é um processo que se traduz na combinação de três pilares para benefício das gerações presente e futura de um país: crescimento da economia, conservação do meio ambiente e melhoria na qualidade de vida da sociedade.

Com base nessa premissa, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elabora periodicamente a publicação “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável” (IDS), que está em sua 6ª edição e reúne 63 indicadores, que procuram traçar um panorama do país em quatro dimensões: ambiental, social, econômica e institucional. A construção desses indicadores teve como base as pesquisas do próprio Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e também de ministérios, secretarias estaduais e municipais, Iphan e Unesco, entre outras instituições.

O estudo do IBGE dá continuidade à divulgação, que foi iniciada em 2012, com objetivo de disponibilizar um sistema de informações para o acompanhamento da sustentabilidade do padrão de desenvolvimento do país. Assim como as demais edições, a publicação é orientada por diretrizes da CDS (Comissão de Desenvolvimento Sustentável) da ONU – Organização das Nações Unidas.

Pela primeira vez, a publicação traz informações sobre a diversidade cultural e ambiental do País, por meio do Indicador de Patrimônio Cultural Brasileiro, formado por bens culturais e naturais reconhecidos pela Unesco, como o Samba de Roda no Recôncavo Baiano e o Centro Histórico de Olinda.

A construção de indicadores de desenvolvimento sustentável no Brasil integra-se ao conjunto de esforços internacionais para concretização das ideias e princípios formulados na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em 1992. Eles possibilitam mensurar as qualidades ambiental e de vida da população, o desempenho macroeconômico do País, os padrões de produção e consumo e a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável.

Para saber mais sobre o assunto, acesse: www.ibge.gov.br

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FSC e Cerflor: garantia de produtos sustentáveis

Conheça um pouco mais sobre as certificações FSC e Cerflor, que estampam as embalagens dos produtos IP, e descubra o trabalho que está por trás de cada um destes selos

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Pensar no desenvolvimento sustentável faz parte da rotina da International Paper, cujos produtos seguem rigorosas normas de sustentabilidade, reconhecidas internacionalmente, como a Forest Stewardship Council, que traz o selo FSC, e a Cerflor, Certificação Florestal, que segue os padrões do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e Tecnologia).

Os selos são bem conhecidos e estampam os diversos produtos fabricados pela International Paper, mas qual o significado deles? Por que é tão importante obtê-los?

FSC – Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal) é uma organização independente, não governamental, responsável por promover ações relacionadas ao manejo florestal no âmbito global. Na prática, o FSC estabelece os parâmetros internacionais para certificação e credita às certificadoras, habilitando-as para as auditorias. As empresas interessadas em obter a certificação precisam contratar uma certificadora, que irá a campo para uma verificação, orientando para que o contratante se adeque aos requisitos exigidos.

“As auditorias verificam o jeito que a empresa planta, a maneira como se cuida do eucalipto durante o crescimento, a colheita, todos os processos que envolvem a floresta. Esta certificação é diferente da certificação da fábrica, que avalia o momento em que eu recebo a madeira já certificada para que o papel produzido receba o selo”, explica Priscila Zahn, Coordenadora de Excelência de Manufatura, área responsável também por outras certificações da IP, como a ISO 9001 (qualidade) e a ISO 14001 (meio ambiente).

Após a primeira avalição da certificadora, a empresa faz as adequações cabíveis para receber a certificação em suas operações. O FSC não emite o certificado, que fica por conta da certificadora contratada pela empresa. A vistoria, após o recebimento do selo, é feita anualmente para a manutenção do certificado. “A cada cinco anos é necessário fazer a renovação em um novo processo de auditoria, que verificará se a empresa continua cumprindo todos os requisitos necessários”, conta Priscila Zahn.

Quando uma empresa comercializa produtos certificados, é necessário também obter a Certificação de Cadeias de Custódia (CoC), que assegura que a produção é feita em condições socialmente responsáveis, mitigando danos ambientais em todo o processo produtivo, do recebimento da matéria-prima ao produto final. É a certificação de Cadeia de Custódia que mostra ao consumidor final que o material posto à venda seguiu parâmetros sustentáveis do começo ao fim.

“A gente vende papel para gráficas que imprimem livros. Se a gráfica quiser os livros certificados, ela pode comprar o nosso papel. Então, ela vai certificar a cadeia de custódia dela, que verifica a produção do momento em que a matéria-prima entra até o momento em que o produto final sai. Aqui na IP, minha matéria-prima é a madeira, que é transformada em papel. Na gráfica, a matéria-prima é o papel, que vira livro”, explica Priscila, ressaltando que são duas cadeias de custódia diferentes e a empresa certificadora avaliará cada uma delas, separadamente.

Os requisitos para a certificação são os mesmos: tanto para a indústria, que transforma madeira em papel, como para a gráfica, que utiliza o papel para a impressão de livros, ou para uma indústria de móveis, que precisa comprar matéria-prima certificada, caso queira ter os selos FSC ou Cerflor em seus produtos.

Saiba mais sobre o Cerflor, clicando aqui.

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Cerflor segue padrões internacionais de sustentabilidade

Além do FSC, os produtos IP seguem as normas brasileiras do Cerflor. Conheça

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Ligado ao Inmetro, o Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor) é o resultado de um trabalho de diversas instituições nacionais que se uniram para estabelecer critérios para um manejo florestal sustentável. A mobilização em torno de uma certificação nacional que seguisse os parâmetros da sustentabilidade de maneira ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente viável, começou em 1996 a partir de uma parceria da SBS – Sociedade Brasileira de Silvicultura –  com entidades do setor, instituições de ensino e fomento à pesquisa, além de organizações não-governamentais.

O Cerflor se conspapel-sulfite-1000-folhas-brancas-a4-marca-chamex-office-188911-MLB20678011465_042016-Folidou anos mais tarde, em 2002, e é reconhecido internacionalmente pelo Program For the Endorsement Of Forest Certification (PEFC). Assim como o FSC, o Cerflor tem duas vertentes: o manejo florestal e a cadeia de custódia, responsável pelo monitoramento da cadeia produtiva em todas as suas etapas, para garantir os parâmetros de sustentabilidade estabelecidos pelas certificações.

“Os requisitos do FSC e do Cerflor não são muito diferentes um do outro. E aqui na IP temos as duas certificações, tanto para a área de manejo florestal, como para a cadeia de custódia”, diz a Coordenadora de Excelência em Manufatura.  Toda empresa que trabalha com qualquer tipo de produto de origem florestal pode obter as certificações FSC e Cerflor, desde que cumpra os requisitos exigidos. Isso vale para produtos como lápis, papel, mobiliário, entre outros.

O Papel do Instituto International Paper – Embora as certificações estejam no âmbito técnico dos negócios, é possível mostrar à comunidade os esforços das empresas no desenvolvimento sustentável. Prova disso são as ações socioeducativas mantidas pelo Instituto International Paper, como o PEA – Programa de Educação Socioambiental, que tem como objetivo mobilizar as escolas das regiões próximas às unidades da IP para desmistificar algumas questões relacionadas à produção de papel e às florestas plantadas. Durante o PEA, monitores abordam a questão da produção sustentável de papel e promovem dinâmicas para mostrar a importância do reflorestamento. Neste dia, as crianças ficam por dentro das ações de sustentabilidade desenvolvidas pela empresa dentro de suas florestas plantadas.

Além do PEA, outro projeto desenvolvido pelo Instituto International Paper que envolve o manejo florestal é o Apicultura Solidária, realizado em parceria com cooperativas de apicultores das regiões de Mogi Guaçu e Luiz Antonio, responsáveis pela instalação de caixas-iscas dentro da floresta no período de florada. Todo o mel produzido é comercializado e a renda é revertida aos apicultores locais destas cooperativas. “Trabalhar a sustentabilidade, com foco na promoção de ações educacionais, favorecendo também as comunidades locais, faz parte da missão do Instituto. Por isso, é muito importante conscientizar as pessoas sobre o retorno que as empresas podem trazer para a sociedade ao trabalhar de maneira socialmente responsável, transformado a vida das pessoas”, explica Gláucia Faria, Coordenadora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP.

Conheça as etapas para obtenção do selo FSC – Forert Stewardship Council, clicando aqui.

 

 

Desenvolvimento sustentavel_ONU

Os 50 anos do PNUD e o papel das empresas nas metas de sustentabilidade

Desenvolvimento sustentavel_ONU O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o PNUD, traz metas ambiciosas em sustentabilidade global para 2030. E a International Paper, que também atua com foco no desenvolvimento sustentável com ações centralizadas no Instituto International Paper, consolida suas ações como empresa e trabalha metas muito próximas das levantadas pela ONU, visando à redução de gastos com energia e o desperdício de recursos.

No início do ano foi dada a largada para as celebrações dos 50 anos do PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, que visa propor ações globais para um mundo mais sustentável economicamente, mas sempre de olho nas questões socioambientais. Para marcar a data, a ONU estabeleceu uma agenda global de metas para 2030, baseada em 17 princípios fundamentais de desenvolvimento sustentável, garantindo um futuro melhor para as próximas gerações.

Estes 17 objetivos macro incluem ações que contribuem para a erradicação da pobreza, para a promoção da saúde e do bem-estar, para a equidade de gênero, para a educação inclusiva e outros itens como o manejo sustentável e racional dos recursos naturais, a adequação dos processos industriais e comerciais, para a produção e o consumo mais consciente e seguro, para a melhoria da eficiência energética, barateando custos e minimizando perdas.

Estas  últimas questões estão alinhadas às metas de Sustentabilidade da International Paper, que elaborou uma agenda para 2020 com metas de otimização de recursos em várias frentes de atuação. “Trabalhar a sustentabilidade é crucial para o sucesso dos negócios, uma vez que os clientes, acionistas e fornecedores estão mais preocupados em estabelecer relações comerciais com empresas conscientes de sua responsabilidade social”, pontua Gláucia Faria, Gerente de Sustentabilidade e RSC do Instituto International Paper.

Mas, dentro de princípios tão gerais como os do PNUD, qual o papel da sociedade civil, dos governos e do setor privado para garantir um mundo mais sustentável? Da parte dos governos, é necessária a formulação de políticas públicas que assegurem o desenvolvimento sustentável, priorizando a preservação dos recursos naturais e a adoção de condutas éticas e transparentes em suas ações. Da mesma forma, cabe às empresas a estruturação e o alinhamento de procedimentos afim de minimizar os impactos nas comunidades onde atuam, sejam eles de ordem ambiental, social e de saúde.

E qual a atuação da International Paper dentro deste contexto global? Na IP foram apresentadas metas que devem ser cumpridas por todas as unidades do mundo até 2020. Para a empresa, o compromisso com a sustentabilidade começa na floresta, mas não termina ali.  “As metas de sustentabilidade são globais e dão à empresa um direcionamento para onde queremos chegar, mantendo a produtividade, mas minimizando impactos e riscos ambientais e sociais. Por isso, cada ação desenvolvida representa um passo em direção ao cumprimento dessa grande meta”, explica Gláucia.

É por meio do trabalho do Instituto International Paper, que a empresa demonstra como pode dar retorno às comunidades locais, por meio de ações socioeducativas e ambientais, dois dos pilares escolhidos como principais para atuação do Instituto. Além disso, a empresa trabalha a questão da sustentabilidade em várias frentes, passando por todas as etapas da cadeia produtiva, incluindo o uso final, a reciclagem e o descarte correto.

Relembrando as 12 metas da Sustentabilidade da International Paper para 2020

As metas da IP em muito se assemelham às metas globais estabelecidas pelo PNUD, pois são um reflexo das necessidades do planeta e da sociedade em geral. Vejam:2020 Voluntary Goal overview (002)
1 – Melhorar a eficiência energética em 15%

2- Redução de 20% na emissão de gases doefeito estufa

3 – Priorizar um ambientede trabalho livre de acidentes.

4- Crescimento Global de 15% no volume de certificações de terceiros (fibra)

5 – Reduzir a perda de fibras no processo produtivo, ajustando-se aos níveis globais menores que 0,75%

6 – Reduzir a emissão de poluentes em 10%, alinhando as iniciativas de eficiência energética da companhia

7 – Reduzir em 15% o descarte de águas residuais do moinho

8- Redução no Consumo de Água: Mapeamento do uso de água na manufatura e planejamento estratégico para redução na utilização.

9 – Melhorar em 15% a recuperação de containers de papelão ondulado, explorando novos usos e minimizando o envio de peças reutilizáveis para os aterros

10 – Reduzir o desperdício geral nas fábricas

11 – Estabelecer um padrão de performance para a cadeia de suprimentos e implementar planos de melhoria.

12- Mensurar e registrar o retorno das ações sociais apoiadas pela IP nas áreas de educação, saúde e serviços nas comunidades onde a empresa atua.

“É importante notar que nós, como empresa, temos também a responsabilidade de utilizar os recursos naturais de maneira racional e sustentável e para isso não medimos esforços”, diz Gláucia, que alerta para a importância de cada um em fazer a sua parte, pois a transformação acontece desde as pequenas atitudes. “A empresa tem metas globais de responsabilidade social, mas nós também temos nossas responsabilidades, em casa, na família, na escola. A sustentabilidade está presente em todas as nossas ações”, finaliza.

Quer ver como as metas da IP se assemelham com as metas do PNUD? Acesse: http://www.pnud.org.br/ods.aspx

 

Apicultura: uma atividade regida pela natureza

Em comemoração ao “Dia do Apicultor”, celebrado no dia 22 de maio, IIP mostra as particularidades da produção de mel, um trabalho que depende do capricho da natureza

Além do sabor e aroma inconfundíveis, o mel é um alimento versátil com diversos benefícios para o corpo. A relação entre a iguaria e o ser humano remonta a Antiguidade e hoje a apicultura, importante atividade do setor agropecuário, é uma alternativa de renda para muitas comunidades.

Celebrado em 22 de maio, o Dia do Apicultor foi definido em homenagem à Santa Rita de Cássia, padroeira dos profissionais que trabalham não apenas com a produção do mel, mas também com outros derivados das abelhas, como própolis, geleia real e pólen. A atividade exige não apenas um profundo conhecimento sobre o cultivo e sobre o habitat das abelhas, mas também cuidados específicos.

A apicultura causa impactos positivos nos âmbitos social e econômico e tem cada vez mais contribuído para o crescimento da agricultura familiar, gerando fontes de renda para famílias que vivem nos campos. É o caso dos apicultores e colaboradores da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS), que durante todo o ano trabalham nas florestas de eucalipto da International Paper, em uma parceria que começou em 2011, por meio do projeto Apicultura Solidária, uma iniciativa do Instituto International Paper.

Além de gerar renda, o projeto ajudou a fixar os apicultores em um local, sem que eles precisem viajar grandes distâncias por dia. “Somos em torno de 20 cooperados mais colaboradores e esse trabalho é a grande fonte de renda que sustenta nossas famílias”, explica o presidente do COOPERAPIS, José Antônio Monteiro, que trabalha na área há mais de 30 anos.

Ele conta como funciona a rotina dos cooperados, estipulada pelas condições climáticas e pela natureza. “Cada dia é um dia. Quando não estamos em uma área, estamos em outra. Se o tempo não favorece, trabalhamos no campo ou estamos no barracão, mexendo com a cera. E durante todo o ano é assim”. O volume da produção também é incerto e não depende apenas do esforço dos apicultores.

“A produção depende do ano, em um produzimos mais, em outro menos. O mel faz parte da agricultura e a agricultura depende muito do clima, da chuva, da seca, tudo isso influencia nossa produção. Ano que chove muito, como esse, é mais complicado já que a flor não segura muito néctar, que é lavado pela água”, explica Monteiro.

A falta de chuva, entretanto, também pode ser um problema. “Quando não chove, a flor do eucalipto não floresce, o que impede a polinização pelas abelhas, impossibilitando a produção de mel, o que faz com que seja necessária a migração dos insetos”, continua José. A migração das abelhas é uma das atividades mais importantes da produção, e pode garantir a sobrevivência das mesmas. “Chega a época da florada e temos que migrar para uma área de flores silvestres, para que a abelha encontre alimento. A produção só vai acontecer novamente a partir de setembro”, completa.

Esse trabalho exige certas normas, destaca Monteiro. “É necessário manter uma higiene impecável. Estamos sempre em cima de um cavalete, protegidos da terra. A centrifugação é feita em uma sala adequada”. Ele explica ainda que nessa profissão, a experiência de trabalho conta muito, mas é fundamental que os apicultores nunca parem de estudar sobre o tema, participando de cursos sempre que possível.

Apicultura Solidária

A renda de José Monteiro e dos outros 24 apicultores é fruto de uma parceria muito importante, firmada em 2011, entre o Instituto International Paper e duas cooperativas. O projeto, chamado Apicultura Solidária, incentiva a produção de mel nas florestas de eucalipto da IP, nas cidades de Luiz Antônio, Mogi Guaçu, Altinópolis e Brotas, no Estado de São Paulo.

E sem ele, a realidade dos apicultores da COOPERAPIS seria bem diferente. “Essa parceria agregou valou à nossa produção, que hoje inclusive conta com uma marca própria. Sem a parceria com a IP, não teríamos floresta de eucalipto para colocar as abelhas e teríamos que migrar para regiões distantes. Hoje nosso trabalho é positivo e temos um grande suporte da IP. Eles sempre nos dão muita atenção em tudo que precisamos, há sempre muita conversa, fundamental para nosso trabalho”.

Além de gerar renda para apicultores regionais, o projeto também oferece oportunidades para que as cooperativas vendam o mel para distribuidoras e dentro da própria empresa. O Apicultura Solidária já trouxe resultados muito significativos, desde sua implementação mais de 40 toneladas de mel já foram produzidas.

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Mire-se no Exemplo: a palavra de quem aprendeu muito e ainda aprende no dia a dia da profissão

César Assin:  “É muito gratificante poder contribuir para o crescimento desses futuros profissionais”

César Assin, Gerente Geral de Mogi Guaçu durante um dos encontros com os alunos do Projeto Escola Formare

Há 27 anos na International Paper, o Gerente Geral da planta de Mogi Guaçu, César Assin, conta como é participar do “Mire-se no Exemplo”, uma ação que faz com que os próprios profissionais olhem para suas respectivas carreiras e encontrem diferentes formas de contribuir para a formação das novas gerações.

Tutor desde 2011, quando o “Mire-se no Exemplo” foi implantado na unidade de Luiz Antônio, unidade em que trabalhava na época, Assin conta que reconhece a importância de ações deste tipo, uma vez que já esteve no lugar dos alunos e a ajuda que obteve dos profissionais mais experientes quando estava em início de carreira foi fundamental para o desenvolvimento de habilidades e competências dentro da companhia.  “Ao participar do projeto, pude olhar para trás ver o quanto foi importante ter o suporte e o direcionamento de pessoas com experiência no mercado”, conta.

Mas somente a experiência não basta. Ser Tutor exige o aprimoramento de outras habilidades para que se construa uma relação de confiança e empatia com os tutorados. Por isso, as expectativas são grandes de ambos os lados. “Na primeira vez que participei como tutor em 2011, eu estava muito apreensivo e, ao mesmo tempo, ansioso sobre o que dizer, como falar e agir. Eu sabia que os tutorados contavam com os nossos conselhos, com as nossas dicas e esperavam que falássemos sobre nossas experiências profissionais”, rememora.

Confira, abaixo, a entrevista que fizemos com Assin, na qual ele conta quais os ensinamentos que “Mire-se no Exemplo” trouxe para sua vida profissional.

Instituto International Paper – O que mudou na sua vida desde que começou a atuar como tutor com os alunos do Formare?

“É muito gratificante poder contribuir para o crescimento desses futuros profissionais”

“É muito gratificante poder contribuir
para o crescimento desses futuros profissionais”

César Assin – Pude constatar, a cada ciclo de dez meses da formação de um aluno do Formare, como eles se desenvolvem. Isso acontece graças ao trabalho conjunto do Tutor e, principalmente, dos EV´s (Educadores Voluntários), além, é claro, da disciplina com que a coordenação do projeto atua.  A mudança, a meu ver, acontece para todos nós (Tutores, EVs e Coordenação), na vontade de vê-los vencer. A gente percebe que é uma peça fundamental para essa vitória deles. E todo esse ciclo nos faz crescer, porque as experiências que eles nos contam – muitas delas difíceis – nos fazem refletir um pouco mais sobre a vida.  Vejo que a IP está no caminho certo. Quem sabe, um dia, teremos algum participante do Projeto na liderança da empresa!

 IIP – O que mais gosta de fazer no papel de tutor?

César Assin – Gosto de ver o quanto os tutorados mudam ao longo desses dez meses que ficam conosco, e também de perceber o crescimento deles, especialmente no que diz respeito às informações novas que recebem e o quanto desfrutam disso. É muito gratificante poder contribuir para o crescimento desses futuros profissionais.

IIP – Com relação ao “Mire-se no Exemplo”, como você vê a maturidade do projeto dentro do Formare?

César Assin – Desde que o Projeto Formare iniciou na IP, a maturidade vem aumentado e essa etapa do projeto tem sido cada vez mais leve, justamente porque sabemos o que esperam de nós e de que forma podemos ajudá-los, para que todos tirem o máximo de proveito desta experiência, construindo conhecimento.

IIP – E o que te desafia mais?

César Assin – O maior desafio é atingir o objetivo do Formare, isto é, colaborar para o desenvolvimento profissional destes jovens.

IIP – Você tem algum tema sobre o qual faz questão de falar a seus tutorados a cada ano?

César Assin – Reforço o quão importante é a dedicação e a garra para o alcance dos objetivos. Se não formos perseverantes, dificilmente venceremos, pois o sucesso profissional não é fruto da sorte. Eles são os condutores da própria carreira, precisam acreditar neles mesmos, entendendo que podem vencer e que não devem desistir nunca.

IIP – Quais os aprendizados que você tira dessa relação entre tutor e tutorado?

César Assin – É um saber ouvir constante. Por isso, é importante também passar-lhes as experiências vividas, ensinar-lhes a olhar o futuro sempre tendo um “Plano B”, para caso algo não funcione como o esperado. Sempre falo que eles encontrarão, na vida, pessoas que lhes darão suporte, mas também pessoas que não os apoiarão. É preciso muita garra e disposição para superar os obstáculos e atingir os resultados propostos. Nesse sentido, tento direcioná-los quando necessário e apoiar quem já tem uma meta definida.

IIP – O Formare é…  

César Assin – Uma excelente oportunidade de crescimento e autoconhecimento.  Só tenho a agradecer a todos que fazem desse projeto na IP um sucesso, alinhado todos aos princípios de nossa empresa. É realmente recompensador.

 

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IP representa o Brasil em evento internacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Social

Instituto International Paper foi a Paris para mostrar as boas práticas de sustentabilidade e RSC implantadas pela IP no Brasil.

http://www.maisondelamutualite.com/
Maison de la Mutualité, em Paris – divulgação (http://www.maisondelamutualite.com)

 No dia 12 de abril, a International Paper, por meio de seu Instituto, participou pela primeira vez da EcoVadis SustaIn 2016, conferência global anual sobre Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa (RSC). O Instituto foi o único representante do Brasil a participar da mesa redonda “Why is sustainability an opportunity to improve supplier-buyer relationships? ”, (Por que a sustentabilidade é uma oportunidade para melhorar as relações entre fornecedores e compradores?, em tradução livre).

Ao lado de executivos das áreas de sustentabilidade e RSC das empresas Adecco, Toyota e Forefront, Gláucia Faria, Gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social da International Paper no Brasil, debateu com os demais profissionais sobre a importância da adoção de práticas sustentáveis em toda a cadeia produtiva, revelando a grande preocupação da IP com todas as etapas dos processos internos, além da atenção especial dedicada às questões de sustentabilidade de RSC, conduzidas pelos projetos do Instituto International Paper.

As ações envolvem desde a utilização das florestas plantadas para beneficiar os apicultores locais no projeto “Apicultura Solidária”, como as iniciativas de educação socioambiental desenvolvidas para os alunos de escolas locais e filhos de profissionais da IP, que concretizam o “PEA” e o “Guardiões das Águas”, além do amplo trabalho de educação profissional realizado por meio do Projeto Escola Formare, que já capacitou cerca de 230 alunos para o mercado de trabalho.

“A experiência em Paris foi muito rica e me possibilitou entender melhor como empresas globais de diferentes segmentos tratam a questão da sustentabilidade e da responsabilidade social. Percebi que estamos muito bem posicionados neste assunto, por conta das ações desenvolvidas pelo Instituto e pelos projetos sociais que a IP apoia nas comunidades onde atua”, explica Gláucia.

O convite para participar da conferência partiu da própria organização do evento, por conta do engajamento da IP no uso do sistema de gestão desenvolvido pela EcoVadis, que mede o desempenho das empresas em temas relacionados à sustentabilidade e à responsabilidade social corporativa na cadeia de suprimentos e nos processos logísticos.

Esse destaque da IP for percebido pelo fato de a ferramenta ser utilizada para atender aos requisitos de uma indústria química global, da qual a International Paper é fornecedora. “Como este parceiro de negócios utiliza esse sistema, temos que fornecer as informações para assegurar a sustentabilidade dos processos e foi este desempenho que nos levou à Paris”, explica Gláucia.

A EcoVadis SustaIn é uma conferência anual, que acontece em cidades diferentes a cada edição. Em 2015, foi sediada em Genebra, na Suíça, e este ano ocupou a Maison de la Mutualité (foto), localizada no famoso Quartier Latin, região onde estão as universidades Sorbonne e Paris VII, na capital francesa.

 

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“Guardiões das Águas” prorroga inscrições até 20 de maio

Escolas de Rio Verde ganham mais alguns dias para se inscrever. Concurso premiará instituições públicas de ensino e responsáveis pelos melhores projetos.

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O Instituto International Paper promove, desde 2008, o Projeto “Guardiões das Águas”, que tem por objetivo envolver escolas públicas no desenvolvimento de projetos que contribuam para a redução no consumo de água em toda a comunidade escolar. Este ano, o projeto acontece pela primeira vez no município de Rio Verde, em Goiás, e as instituições de ensino da região terão a oportunidade de colocar suas ideias em prática.

As inscrições foram prorrogadas para o dia 20 de maio e os três melhores projetos receberão aporte financeiro para que possam sair do papel e virar uma realidade. E os professores e funcionários escolares, idealizadores dos três melhores projetos, também serão contemplados com prêmios em dinheiro que poderão ir de R$ 1.000,00 até R$ 2.000,00.

Para participar, as escolas precisam se inscrever no site www.institutoip.com.br, ler o edital, que traz o regulamento completo para a enviar os seus projetos. Podem participar escolas estaduais e municipais de Rio Verde, que contemplem a o ciclo da educação básica: Educação Infantil e Ensino Fundamental.  Todos os projetos serão submetidos a uma banca avaliadora formada por profissionais da International Paper, entre outros especialistas.

Ou seja, além dos três prêmios de reconhecimento para os proponentes que tiverem seus projetos selecionados no edital, o IIP também custeará a execução do projeto selecionado dentro do valor de até R$ 8.000,00 por escola

Seja você também um “Guardião das Águas”

O projeto “Guardiões das Águas” é uma inciativa do Instituto International Paper voltada para conscientizar educadores, alunos e demais membros da sociedade civil sobre a importância do uso racional dos recursos hídricos.  Além do concurso, realizado este ano na cidade de Rio Verde, o IIP realizou uma série de atividades em torno da temática para sensibilizar a comunidade sobre a urgência em pensar a questão do uso da água.

As ações ligadas ao projeto este ano começaram com a palestra do navegador Amyr Klink, referência em consumo consciente de água e com a exposição “Linha d’ Água”, que mostra os registros fotográficos das expedições de Klink, e ficou em cartaz no Shopping Buriti, entre os meses de fevereiro e março.

Além da palestra e da exposição, O IIP levou para Rio Verde o “Espaço Mundi”, um teatro itinerante que revela a história do Dr. Gota e suas preocupações com o uso da água no Planeta. O espetáculo teatral pode ser visto por mais de 4.800crianças de escolas públicas do município e contou ainda com uma sessão aberta ao público.

O edital “Guardiões das Águas” marca a etapa final do projeto e visa a mobilizar a comunidade escolar da região a inovar em projetos que propiciem economia de água, aliando simplicidade e criatividade, formando multiplicadores para a difusão de boas práticas no consumo de água para um mundo mais sustentável.  “Nós acreditamos no potencial das crianças e jovens enquanto multiplicadores e o melhor espaço para que se desenvolva a inovação de maneira criativa e simples é a escola, justamente pelo olhar atento ao novo dos jovens, aliado à experiência dos educadores, que podem ver as coisas sob outra perspectiva”, acredita Glaucia Faria, Coodenadora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade do Instituto International Paper.

 

 

 

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Acordo de Paris será assinado no próximo dia 22 na sede da ONU

shutterstock_321596360Resultado da COP-21, pacto universal substitui o Protocolo de Kyoto e estabelece a meta de contenção do aquecimento global para 1,5°C

Na próxima sexta-feira, quando se celebra o Dia Mundial da Terra, mais de 60 chefes de Estado e representantes da sociedade civil devem comparecer à Cerimônia de assinatura do Acordo de Paris, documento que substitui o Protocolo de Kyoto e estabelece a meta global de redução da emissão de gases poluentes pelos países, com o objetivo de limitar o aquecimento do planeta em menos de 2°C até 2100. A meta mais ambiciosa propõe o limite de 1,5°C.

A expectativa da ONU é otimista e estima que mais de 130 países assinem o compromisso a partir do 22 de abril, quando o documento fica disponível para assinaturas. Para entrar em vigor, o Acordo de Paris precisa da assinatura de pelo menos 55 países, responsáveis por 55% das emissões de gases de efeito estufa (GEE), ratificando um compromisso global pela melhoria da vida no planeta. Após as assinaturas, o documento começa a vigorar no prazo de 30 dias.

Resultado do COP-21, Conferência das Nações Unidas sobre as mudanças Climáticas, que aconteceu em dezembro de 2015 na capital francesa, o Acordo de Paris chama os países a assumir um compromisso para a redução na emissão de poluentes e para maiores investimentos em fontes renováveis de energia. O Brasil, na ocasião, se comprometeu em reduzir em até 37% as emissões de GEE até 2025 e em 43% até 2030, considerando os indicadores-base de 2005.

Mas para que isso aconteça é necessário conter o desmatamento ilegal e ampliar os investimentos em novas fontes de energia limpa, fazendo declinar a utilização de combustíveis fósseis.

A COP-21 teve alguns desdobramentos no país. Em fevereiro deste ano, a cidade de Fortaleza sediou a II Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas, que abriu espaço para as discussões iniciadas no COP-21, com foco no papel das cidades nas metas locais para a sustentabilidade e planejamento quanto às mudanças climáticas.

É um grande desafio não só ao Brasil, mas a todos os países, para que tenhamos um mundo mais sustentável e saudável para as futuras gerações.

 

 

Turma 2016 - Formare IP Luiz Antônio (SP)

Hora de aprender: Formare retoma aulas em Mogi Guaçu e Luiz Antônio

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Alunos de Luiz Antônio


De caderno e caneta na mão, 40 novos alunos do Projeto Escola Formare iniciaram as aulas nas cidades de Mogi Guaçu e Luiz Antônio, ambas em São Paulo, no dia 1º de março. Na mochila, além dos livros, está também a expectativa para o início de uma nova experiência. Para muitos, este é o primeiro passo e uma grande oportunidade para a construção da carreira profissional.

“Sei que esta é uma chance única para minha vida, que vai me ajudar a abrir as portas para o mercado de trabalho, por isso, quero aproveitar ao máximo esta experiência”, conta Murilio Henrique Arruda da Silva, de 18 anos, aluno da unidade de Luiz Antonio. Rafaela Aparecida de Abreu Adolpho Rodriguês, 18 anos, também é aluna de Luiz Antônio e já está pensando no futuro. “Quando finalizar o curso, estarei preparada para conseguir um emprego”.

A expectativa é grande, ainda mais depois de um criterioso processo seletivo, realizado em cinco etapas, que reuniu mais de 100 jovens em cada unidade. “Eu estava muito nervoso, principalmente na dinâmica de grupo, pois tínhamos que falar abertamente sobre a nossa vida na frente de outras 50 pessoas,” relembra Murilo.

O frio na barriga e aquela sensação de começar um novo projeto não ficou restrita aos alunos. Nestas turmas, iniciaram também 146 novos Educadores Voluntários (EVs), cheios de vontade de compartilhar e receber conhecimento. “Confesso que a ansiedade era grande, mas a aula se desenvolveu de forma tão proveitosa, que uma hora foi pouco. A turma foi muito receptiva, e acho que o interesse das duas partes foi o que fez a aula se desenvolver daquela forma”, destaca Glauber Sales, Trainee I – RH, da unidade de Mogi Guaçu, que iniciou o trabalho como EV este ano. Engenheiro, Glauber é o responsável pela matéria “Fundamentos Numéricos”.

Mesmo quem já tem mais tempo de casa como Educador Voluntário sempre tem uma história nova para contar, como é o caso de Leticia André, Analista de Planejamento Logístico – Exportação, da unidade de Mogi Guaçu. A Analista faz parte desse time de educadores desde 2014. “Eu aprendo todos os dias com os alunos: ouvir mais, ser grata por tudo e todos que eu tenho em minha vida e me relacionar melhor com o outro. É uma via de mão dupla, onde doamos e recebemos conhecimento em todas as aulas.”

Lançado pelo Instituto International Paper em 2010, o Formare é desenvolvido pela Fundação Iochpe (franquia social) e oferece cursos de educação profissional para jovens de famílias de baixa renda, na faixa etária entre 16 e 18 anos.

Desde então, o Projeto já formou 194 jovens, dos quais 28% são hoje profissionais da International Paper. “Este é um grande diferencial do Projeto. Todos ganham com a iniciativa: o jovem, que conquista seu emprego, e a empresa, com o recrutamento de um profissional com energia para aprender e que já conhece a cultura, normas e políticas da companhia”, afirma Gláucia Faria, Coordenadora de Responsabilidade Social da International Paper.

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Alunos de Mogi Guaçu

 

Já aqueles que não ingressam na empresa chegam mais preparados para enfrentar o mercado de trabalho, pois recebem certificado de Assistente de Produção da Indústria de Processo, reconhecido pelo MEC e emitido pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Os benefícios que o Formare traz aos alunos vão além da formação profissional, e a troca de experiências transforma todos os envolvidos. “Acho que o programa tem um potencial gigante para impactar a vida desses jovens, e estou disposto a dar toda assistência possível para fazer isso acontecer”, ressalta Glauber Sales. Para Leticia André, “estar em sala de aula com os alunos é o momento em que eu desligo um pouquinho do meu trabalho e conecto com ‘mundinho’ deles. Cada aluno traz consigo sua história, sua personalidade e quando entramos em contato, todos nós ganhamos.”

Além do contato com os Educadores Voluntários, os alunos do Formare têm tutores – executivos da International Paper – que se voluntariam para direcioná-los durante os projetos no decorrer do curso. Além disso, periodicamente, o IIP promove bate-papos dos alunos com profissionais experientes do mercado, em um momento descontraído para falar sobre decisões de carreira e expectativas para o futuro.

Dicas sustentáveis no volta às aulas

Já que o tema é volta às aulas, que tal relembrar dicas importantes de como aproveitar melhor o seu material escolar? Com o conceito dos 3Rs da sustentabilidade fica mais fácil:

Reduzir:

  • Pense bem antes de comprar: faça uma lista com tudo o que você precisa antes de ir à loja para evitar desperdício de tempo, material e dinheiro.
  • Vai precisar consultar livros para pesquisa? Nos sebos você vai encontrar o melhor custo-benefício. Você pode também ver com amigos e conhecidos para pegar livros emprestados, mantendo-os sempre bem cuidados.

Reutilizar:

  • Reutilize os materiais escolares do ano passado. Mochilas, borrachas, canetas e estojos, se bem preservados, vão servir direitinho para este ano também.
  • Seja cuidadoso com o material didático, pois ele pode ser útil para outras pessoas. Encapar livros e cadernos pode ser uma boa dica para preservá-los. ­­­­­

Reciclar

  • Se o seu caderno do ano passado tem folhas em branco sobrando, use-as como rascunho. Você pode fazer um bloco de anotações e ainda personalizar a capa com recortes e adesivos.
  • Pesquise sobre a coleta seletiva em sua cidade e saiba mais sobre como dar o destino correto a vários tipos de lixo que possam ser reciclados. Cidadania se exerce desde as atitudes mais simples do dia a dia.

 

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‘Espaço Mundi’ une teatro e educação para o uso consciente de água em Rio Verde

Iniciativa faz parte do projeto ‘Guardiões das Águas’ promovido pelo Instituto International Paper e visa ao envolvimento de crianças em práticas de economia dos recursos hídricos

Trabalhar o uso consciente da água desde a infância deve ser uma preocupação constante não só dos profissionais que lidam com educação, mas da sociedade em geral. Ciente de seu papel social e do poder multiplicador das crianças, capazes de ‘reeducar’ os adultos para práticas de educação ambiental, o Instituto International Paper promove o ‘Espaço Mundi’, um espetáculo teatral itinerante, voltado para alunos do 4º e 5º ano do Ensino Fundamental das Escolas Municipais de Rio Verde – GO.

O ‘Espaço Mundi’ traz, dentro de um teatro inflável em forma de semicírculo, o universo do Dr. Gota, um cientista maluco, muito preocupado com a água no planeta Terra. Se pensarmos que o Planeta tem 2/3 de sua superfície coberta por água, mas apenas 3% é água doce, e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7480 milhões de pessoas não têm acesso a água potável,  talvez o Dr. Gota não seja tão maluco assim!

Para a realização do espetáculo, o Instituto International Paper conta com o apoio da Secretaria Municipal da Educação de Rio Verde. O evento é uma das ações que compõe o Projeto ‘Guardiões das Águas’ (GA), iniciativa que premia as melhores iniciativas com relação ao consumo consciente de água, em trabalhos inscritos pelas escolas municipais. Também faz parte do projeto GA a exposição fotográfica “Linha D’Água”, que mostra os registros fotográficos das expedições do Navegador Amyr Klink e que ficou em cartaz no Shopping Buriti até o último dia 04.

“O Guardiões das Águas” é um projeto que acontece ao longo do ano e tem como objetivo sensibilizar a comunidade para a importância do uso consciente da água, por isso, é fundamental o envolvimento das escolas e da Secretaria de Educação para que sejam feitas ações efetivas para que as crianças tenham olhar mais atento às questões ambientais”, explica Glaucia Faria, coordenadora de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, do Instituto International Paper.

PARA AS ESCOLAS

As apresentações para as escolas acontecem de 18 a 23 de março no Parque de Exposições (Sindicato Rural) de Rio Verde – Rua 72, nº 345 – Bairro Popular. O evento é gratuito.

PARA FILHOS DE FUNCIONÁRIOS IP

O ‘Espaço Mundi’ terá uma sessão exclusiva para filhos de funcionários da International Paper, no dia 20 de março (domingo), às 10h.

ABERTA AO PÚBLICO

Além das apresentações para grupos escolares, no dia  20 de março (domingo), o ‘Espaço Mundi’ terá duas sessões abertas ao público. A primeira às 15h e a segunda às 19h. A entrada é franca.

Confira o edital para as inscrições no site www.institutoip.com.br.

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2016: ano de expectativas para o Apicultura Solidária

Volume de chuvas do início do ano favorece a produção de mel entre os apicultores participantes do Projeto

foto_apicultura“A expectativa é ótima!” É com este entusiasmo que José Antônio Monteiro, Presidente da COOPERAPIS (Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto) e outros 20 cooperados iniciaram o ano de 2016. O motivo vem do céu. “O volume de chuvas dos últimos meses vai impulsionar a nossa produção de mel este ano”, comemora.

Além dos diversos impactos no fornecimento de água, a estiagem de 2015 afetou também a produção de mel entre os apicultores do país. “Sem a chuva o eucalipto não floresce, e sem flores para polinização as abelhas não produzem o mel”, explica Arnaldo Maurício Correa Neto, Consultor em Apicultura, que deu suporte à AAPILEME (Associação de Apicultores de Leme e Região), nova parceira do Instituto International Paper no programa Apicultura Solidária.

No entanto, o consultor alerta. “Chuva em excesso também pode atrapalhar a produção. O clima ideal é a mescla de chuvas moderadas e sol, favorecendo a floração das plantas, a produção de néctar das flores e a polinização das abelhas.”

Os prejuízos pela falta de chuva os apicultores do projeto do IIP conhecem bem. Enquanto em 2014 a produção foi de 40,523 toneladas de mel, 2015 fechou o ano com apenas 8,4 toneladas, mesmo contando com o dobro de caixas-isca instaladas. “Foi um ano preocupante para nós. Mas acreditamos que em 2016 vamos alcançar ótimos resultados”, afirma Monteiro. E não é para menos. Este ano, cerca de 1000 colmeias foram instaladas na floresta de eucalipto que atende à unidade de Luiz Antônio. “Como o período de florada do eucalipto é de dezembro a maio, vamos conseguir fazer entre duas e três ‘colheitas’”, estima.

Fora deste período de florada do eucalipto, os apicultores sobrevivem da colheita de mel silvestre, onde as caixas-isca são instaladas em mata nativa ou em outros tipos de cultura, como o da laranja, por exemplo. Neste ponto, a International Paper também consegue contribuir, já que mantém preservada 20% da mata nativa em suas florestas de eucalipto. “Sem a parceria da IP, nós não sobreviveríamos na região”, destaca José Antônio Monteiro.

Segundo Arnaldo Maurício Correa Neto, essas parcerias com grandes empresas são fundamentais para estes grupos de apicultores. “Poucas companhias têm programas de apicultura já consolidados como a IP. Estas parcerias com grandes empresas estimulam a formação de associações e cooperativas entre os apicultores locais, que ganham força e incentivos do governo. No estado de São Paulo, os apicultores que não fizerem parte destes grupos não vão sobreviver”, ressalta Arnaldo.

Atualmente, o Projeto Apicultura Solidária mantém parceria com dois grupos de apicultores que atuam nas florestas das regiões de Mogi Guaçu e Luiz Antônio, beneficiando cerca de 25 pessoas, entre cooperados e colaboradores.

Copenhagen

O que as cidades ecologicamente corretas têm em comum?

Morar em uma “cidade verde” tem se tornado, cada vez mais, o sonho de muita gente. Quem é que não gostaria de andar por ruas arborizadas, respirar ar puro e passear à beira de rios despoluídos?

Pode parecer cenário de conto de fadas, mas o relatório Green City Index (Índice Verde de Cidades, em português), realizado pela Siemens com a Economist Intelligence Unit, aponta, em todo o mundo as cidades que mais se encaixam neste perfil. E tem mais notícia boa! No último levantamento, divulgado em 2015, uma cidade brasileira está entre esse grupo.

A pesquisa considera e pontua oito pontos de sustentabilidade: energia e emissões de CO2, opções de transporte, água, gestão de resíduos, qualidade do ar, saneamento, construções verdes e governança ambiental global.

san_franciscoSan Francisco (Estados Unidos)

Foi considerada pela pesquisa a cidade mais ecológica da América do Norte. Tem uma longa história de consciência ambiental, com uma taxa de reciclagem de 77%, uma das mais altas do mundo, possibilitada pela obrigatoriedade de se separar o lixo comum do reciclável. Uma ótima ideia, não é? Além disso, a cidade americana prioriza o consumo de ingredientes produzidos localmente e utiliza a bicicleta como meio de transporte.

 

Copenhague (Dinamarca)

Na Europa, o destaque vai para a cidade dinamarquesa que apresenta índices de emissões de poluentes Copenhagenextremamente baixos, considerando seu tamanho e população, de cerca de 1,2 milhão de habitantes. Sabe como isso é possível? Com a utilização da bicicleta como meio de locomoção para mais de 50% da população e transporte público de qualidade e acessível. Outras características que se destacam: a preocupação com a reciclagem e a fabricação de adubo orgânico, além, é claro, do empenho para encontrar maneiras de economizar eletricidade e calor.

 

Vancouver

Vancouver (Canadá)
Quer ar puro? Vancouver teve ótima classificação no quesito emissões de gás carbônico e qualidade do ar. A solução? O incentivo ao uso de energias limpas. A cidade se comprometeu ainda em reduzir suas emissões em 33% até 2020. Enquanto as grandes cidades do mundo continuaram abrindo avenidas, priorizando o trânsito de veículos, a cidade voltou sua atenção para oferecer aos cidadãos opções ecológicas de transporte, investindo em ciclovias e espaço aos pedestres. Ponto positivo para eles! 

 

Cidade do Cabo (África do Sul)Cape Town

A segunda cidade mais populosa da África do Sul está na dianteira do movimento ambiental no continente africano. O caminho para alcançar estelugar foi apostar na economia de energia e no uso de recursos renováveis, como a energia eólica. E a meta é ir além: até 2020, obter 10% de sua energia por meio de fontes renováveis. Outro movimento que começa a tomar força é o incentivo pelo uso da bicicleta como meio de transporte. Apesar de ainda não possuir muitas ciclovias, as bikes podem ser levadas nos ônibus, estimulando a população a deixar o carro em casa.

 Curitiba (Brasil)

curitibaRepresentante latino-americana, a capital do Paraná se destaca pelo eficiente sistema de corredores de ônibus, que contribui para a adesão da população ao transporte público e, consequentemente, para a classificação de Curitiba como uma das cidades com os melhores índices de qualidade do ar do ranking. Olha que exemplo bacana! Além disso, a cidade ainda conta com um programa de reciclagem pioneiro, pensado lá nos anos 80. As metas futuras incluem planejamento para construção de metrô e mais de 300 km de ciclovia.

Em um mundo cada vez mais urbano, ser ecologicamente correto é um desafio. Mas acabamos de ver que, com a articulação de um governo ambientalmente responsável e com o apoio de uma população engajada, isso é possível.

Ser uma cidade ecológica representa buscar um equilíbrio entre a administração das necessidades e o comprometimento da cidade com a preservação do meio ambiente. Significa ser sustentável! E essa transformação deve começar com a gente, nas pequenas ações. Você está fazendo a sua parte?

 

 

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Instituto IP leva projeto “Guardiões das Águas” para Rio Verde

Cidade recebe o navegador Amyr Klink para uma palestra, além da exposição “Linha d’Água”, que mostra o registro fotográfico das expedições de Klink e ressalta o uso consciente dos recursos hídricos.

guardioesdasaguasA edição 2016 do “Guardiões das Águas” está chegando pela primeira vez em Rio Verde – GO e traz para o evento inaugural uma palestra sobre consumo responsável com o navegador Amyr Klink, que contabiliza mais de 40 viagens oceânicas, 15 delas pela Antártica em 30 anos de alto-mar. O evento acontece no dia 26 de fevereiro (sexta-feira), às 19h no Senac Rio Verde.

O projeto “Guardiões das Águas” é uma iniciativa do Instituto International Paper para a conscientização das comunidades que vivem próximas às unidades da empresa quanto ao uso responsável dos recursos hídricos. O projeto envolve as escolas de educação básica da região com o objetivo de formar multiplicadores para atitudes ecologicamente sustentáveis.

Klink foi o primeiro e único a fazer a travessia solitária do Atlântico Sul a remo, em 1984 a bordo do barco I.A.T. No retorno à terra firme, registrou a experiência no livro “Cem dias entre o Céu e o mar”, a primeira de suas cinco publicações.

amyr_klinkEm 2006, lançou “Linha d’ Água – entre estaleiros e homens do mar”, livro que este ano comemora uma década e nomeia a exposição de fotos itinerante que chega a Rio Verde e exibe a trajetória do navegador em suas expedições. Além das fotografias, a mostra gratuita também apresenta ao público, o I.A.T, barco utilizado pelo navegador no seu trajeto solitário pelo Atlântico há 30 anos.

Nestas três décadas de alto-mar, Amyr Klink virou referência em consumo consciente de recursos hídricos, uma vez que as longas jornadas pelos oceanos exigem um planejamento preciso da quantidade de água doce embarcada e o controle na utilização para que não haja desperdício.

A exposição “Linha d’Água” é um evento gratuito que acontece de 27 de fevereiro a 04 de março no Buriti Shopping, localizado na Rua O, 1044 – Jardim Campestre.

Aberta ao público das 10h às 22h, de segunda a sábado. Aos domingos, das 14h às 20h.

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Seja um Guardião das Águas!

Com ações simples, você também pode se tornar um defensor desse recurso natural tão precioso
A economia de água tem sido um assunto bastante debatido nos últimos anos, devido a disponibilidade hídrica e os impactos da falta de chuva em diversas regiões do País.

Ciente de sua responsabilidade social, o Instituto International Paper promove anualmente o projeto Guardiões das Águas”, que chega em 2016 em sua 9º edição tendo como objetivo envolver alunos e professores de escolas municipais e também profissionais da IP em um movimento para a conscientização sobre o uso racional dos recursos hídricos e a conservação ambiental.

Mais do que proporcionar um momento de reflexão, a ideia é formar agentes multiplicadores de atitudes ecologicamente sustentáveis nas comunidades onde vivem.  Por isso, a mobilização de crianças em idade escolar é muito importante para que elas tenham a consciência de que a preservação acontece nas ações do dia a dia e a água precisa de guardiões em todos os lugares!

Guia rápido para se tornar um Guardião das Águas:

  • No banho:feche o chuveiro ao se ensaboar e depois abra para se enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo poderá cair de 180 para 48 litros.
  • Ao escovar os dentes:feche a torneira e utilize um copo de água para enxaguar a boca. Essa atitude economiza até três litros de água.
  • Na descarga:verifique se a válvula não está com defeito, aperte-a uma única vez e não jogue lixo no vaso sanitário.
  • Na torneira:uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros por minuto. Pingando pode gastar até 46 litros por dia. Isto significa 1.380 litros por mês.
  • Na lavagem de louças:lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros de água. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágue tudo de uma vez. Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheia.
  • Lavar carro:reduza o número de lavagens no mês. Ao lavar em casa, prefira o balde à mangueira, que chega a gastar cerca de 600 litros de água em uma única lavagem.
  • Na limpeza de quintal e calçadas: use vassoura e, se precisar, utilize a água que sai do enxágue da máquina de lavar.

Apesar dos índices de chuva  no final de 2015 e começo de 2016 estarem superando as expectativas, abastecendo as represas e estabilizando o fornecimento de água em várias cidades, precisamos continuar alertas para evitar o desperdício.

A crise hídrica que vivemos recentemente deve servir como um lembrete de que a água é um recurso finito e que, se não cuidarmos dele agora, vai acabar no futuro. Pense nisso!

 

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Filhos de funcionários passam um dia na IP

Ação envolveu os filhos de profissionais das unidades de Mogi Guaçu e Luiz Antonio. Atividades incluíram palestras e dinâmicas em equipe

Nos dias 20 e 21 de janeiro, o Instituto International Paper promoveu mais uma edição do Programa de Educação ambiental (PEA). Este ano 98 crianças de seis a 10 anos de idade tiveram a oportunidade de aprender um pouco mais sobre o lugar onde os seus pais trabalham e entender como acontece a fabricação de papel.

O Programa tem como objetivo desmistificar algumas informações sobre a indústria de papel e celulose, mostrando a preocupação da IP com o meio ambiente e as atividades que a empresa realiza em suas florestas plantadas de eucalipto.

Durante o dia que passam na unidade, elas participam de um bate-papo sobre preservação ambiental, assistem a um vídeo sobre as florestas plantadas. Em um segundo momento, passam da teoria à prática e participam de atividades lúdicas em contato com a natureza.

Luiz Antonio

No primeiro dia de evento, 45 crianças foram recebidas na unidade de Luiz Antonio para um dia inteiro de atividades. Após a identificação na portaria, elas participaram de um momento de integração em que puderam se conhecer e entender como funciona uma indústria de papel e celulose. Após as atividades de integração, elas foram para o Centro de Educação Ambiental da IP para um bate-papo com os educadores sobre as florestas plantadas.

Na hora do almoço, as crianças puderam encontrar os seus pais para uma refeição no restaurante da unidade, preparando-se para uma tarde recheada de brincadeiras no bosque.

Em meio à natureza, elas assistiram a uma apresentação de mágica e participaram de jogos de perguntas e respostas e brincaram com um jogo da memória palpável. As crianças também participaram de um tour de ônibus pela unidade. “Por conta das normas de segurança, o passeio foi pela área externa”, conta Douglas Arantes, consultor do projeto.

Mogi Guaçu

 No dia 21 de janeiro, foi a vez da unidade de Mogi Guaçu receber os filhos de profissionais e prestadores de serviços da IP. As 53 crianças foram divididas em duas turmas. A primeira, das 8h às 12h e a segunda das 13h às 17h.

Ambas as turmas puderam acompanhar um bate-papo com os educadores ambientais sobre a preocupação da International Paper em fazer um trabalho sustentável, também assistiram a um vídeo sobre as atividades da empresa para, num segundo momento, interagir com os jogos e brincadeiras sobre meio ambiente e preservação. As atividades foram realizadas no Mini Clube.

Todo o projeto foi desenvolvido pelo Instituto International Paper em parceria com as empresas Biosustentare e Cityvida, que desenvolveram as atividades.

 

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Carta da Terra celebra 15 anos

Em 2000, um documento foi redigido para provocar a reflexão sobre o equilíbrio entre o homem, a natureza e o desenvolvimento sustentável. A Carta da Terra, como ficou conhecida, foi divulgada na sede da Unesco na Holanda e contou com a colaboração de milhares de pessoas para discutir os desafios do século XXI. Este ano, no dia 29 de Junho, a Carta da Terra celebrará 15 anos e mais do que nunca, é um referencial de comportamento e colaboração social.

 

Se você ainda não conhece esse documento, pode conferir a publicação completa aqui. São citados 16 princípios básicos, agrupados em 4 grandes temas, que são:

 

  • Respeito e cuidado da comunidade da vida;

 

  • Integridade Ecológica;

 

  • Justiça Social e Econômica;

 

  • Democracia, não violência e paz.

 

Traduzida para mais de 40 línguas, instituições no mundo todo se mobilizaram para executar ações que contribuam com os princípios desse documento. Aqui no Brasil, a ação que ganhou mais destaque foi a “Carta da Terra para crianças”, desenvolvida pelo Núcleo dos Amigos da Infância e da Adolescência para tratar do assunto de forma simples e clara com milhares de crianças do ensino fundamental.

 

A cartilha é ilustrada e aborda os leitores a partir de uma linguagem infantil, como se uma criança fosse a autora. A Carta da Terra para crianças pode ser acessada aqui.

 

“Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.”

 

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Adeus às sacolinhas plásticas

Na cidade de São Paulo, desde o começo de abril, muitos estabelecimentos já deixaram de fornecer aquelas tão tradicionais sacolinhas plásticas para adotar medidas mais sustentáveis. Para aqueles que sentem falta dessa companheira das compras (principalmente de supermercado), é hora de dar adeus, mas sem preocupação – existem meios de conseguir a mesma eficiência, com muito menos impacto para o meio ambiente.

 

Top 3 – Reciclagem, sempre!

Existem sacolinhas feitas a partir de materiais reciclados, desde plástico até papelão. Elas não são descartáveis, então, dá para usar por um bom tempo para carregar pequenas compras. E se é reciclado, já ajuda e muito!

 

Top 2 – Para toda a família

Se precisa carregar uma grande quantidade de itens, então o carrinho de mão dobrável pode ser a solução: o material é resistente e existem vários tamanhos diferentes, que você pode escolher de acordo com sua necessidade. Além disso, é bem mais fácil carregar tudo de uma vez.

 

Top 1 – De todos os gostos, de todos os tamanhos

Essa já pode ser chamada até de popular: são de cores, detalhes e tamanhos diferentes para escolher a vontade. A grande vantagem é a portabilidade, já que a eco bag que pode ser dobrada e guardada em qualquer cantinho, inclusive dentro da própria bolsa, caso apareça aquela necessidade de última hora de passar no supermercado.


Com novas alternativas na mão, agora fica mais fácil ir às compras sem sentir falta das sacolinhas. O meio ambiente agradece e os benefícios produzidos são para quem mais tem interesse: nós mesmos.

Interna

No Dia da Mãe Terra, ONU defende ações de consumo sustentável

No final de Abril, foi comemorado o 45º Dia da Terra, uma data criada especialmente para se pensar sobre o equilíbrio natural do nosso planeta. Nessa edição, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon fez um pronunciamento para despertar a consciência de cada um de nós sobre pequenas ações que podem contribuir para uma sociedade mais sustentável.

 

Ban também usou como referência o significado de “mãe” para fazer uma comparação à Terra, numa observação ao modo como o nosso planeta conseguiu manter toda a diversidade que possui, durante tantos anos. E através desse exemplo, ele diz que precisamos manter ações sustentáveis para preservar o equilíbrio tão delicado que existe em cada um dos nossos ecossistemas.

 

Se você ainda não sabe muito bem por onde começar, existem oportunidades por todos os lados. Em casa, tampar a panela ajuda a manter o calor do alimento e assim, você termina o cozimento mais rápido. A geladeira, que é uma das campeãs do consumo de energia pode ser transformada em mocinha: tire tudo o que for usar de uma única vez, para não ter que abrir e fechar a porta muitas vezes. Para lavar as roupas, aproveite tempo e energia deixando a máquina encher para lavar todas as peças de uma vez.


“Enquanto comunidade global, temos a oportunidade de tornar 2015 um ponto de viragem na história da humanidade”,
sublinhou Ban Ki-moon. Essas ideias já te ajudaram em pensar em mais ações? Então, agora é só colocar tudo em prática e ajudar o planeta. De acordo com as próprias palavras de Ban “A mudança começa conosco”.

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Do lixo à matéria-prima

Até a própria natureza produz seu “lixo”. Folhas, frutos e outros resíduos, no entanto, são absorvidos novamente num sistema de reciclagem contínuo e sustentável. Como acontece no meio-ambiente, a nossa sociedade tem o desafio de realizar um processo de reciclagem tão eficiente quanto o que é realizado na natureza, isso é, que seja capaz de absorver e reutilizar a maior parte (se não toda) do lixo e envolvê-lo novamente na nossa cadeia de consumo.

 

Para que isso dê certo, vale prestar atenção em alguns detalhes sobre como o lixo é gerado: uma pesquisa realizada pela SOS Mata Atlântica no ano passado, revela que 60% do lixo que nós produzimos são resíduos orgânicos, uma oportunidade interessante para repensar a nossa relação com os alimentos. Só no estado de São Paulo, a quantidade de lixo produzida durante o período de 1 semana é o equivalente para encher um estádio de futebol com capacidade para 80 mil pessoas.

 

Já com relação aos resíduos produzidos, a separação do lixo doméstico e o descarte através de cooperativas de reciclagem ajudam muito. Na mesma pesquisa realizada pela SOS Mata Atlântica, existe um dado interessante: cerca de 600 mil pessoas geram renda através da venda de materiais recicláveis, número que pode ser maior através do apoio das prefeituras. Ou seja, além do benefício para o meio-ambiente, ainda podemos contar com uma contribuição para o crescimento econômico.

 

A nossa relação com a produção e o tratamento do lixo pode ser otimizada através dos “5 R’s”. São 5 ideias simples que podem ser aplicadas no dia a dia, em casa, nas escolas e nas empresas:

 

  • Repense hábitos e atitudes;
  • Reduza a geração e o descarte;
  • Reutilize para aumentar a vida útil do produto;
  • Recuse produtos que agridam a saúde e o meio ambiente;
  • Recicle a transforme o lixo num novo produto.

 

Divulgue esses hábitos e contribua para conscientizar mais pessoas. Cada um de nós é responsável por fazer sua própria parte! Para saber mais sobre o acesso, confira aqui a pesquisa completa da SOS Mata Atlântica no Guia do Educador Ambiental.

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Tudo o que você gostaria de saber sobre a produção de papel

A International Paper preparou um material com várias perguntas e respostas para esclarecer as principais dúvidas sobre a produção de papel

Você sabia que todos os papéis usados para imprimir no Brasil são provenientes do cultivo de eucalipto? Isso garante que o papel que usamos é 100% sustentável.

A sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente estão entre as principais prioridades da International Paper. Por isso, selecionamos algumas perguntas que todo mundo já se fez sobre a produção de papel, para que você tire todas as suas dúvidas:

A produção de papel causa a extinção de árvores?

Não! O papel para imprimir e escrever produzido no Brasil é 100% feito a partir do plantio de eucalipto e pinus, cultivados exclusivamente para este fim em harmonia com a mata nativa. Para ficar mais claro, pense que é o mesmo tipo de cultivo pelo qual o algodão ou a soja passam antes de se transformarem em tecido ou óleo. Na International Paper, a cada três hectares de plantio de eucalipto, é mantido um hectare de conservação da fauna e flora regionais.

E como a indústria de papel e celulose contribui para o meio ambiente?

Para reduzir a “pegada de carbono”, o setor investe no uso de fontes renováveis. Por exemplo: boa parte da geração de energia é feita com resíduos de árvores plantadas, ou seja, biomassa, ou da recuperação de produtos utilizados no processo de fabricação. E as florestas plantadas sequestram carbono da atmosfera, reduzindo o aquecimento global. Um hectare de floresta de eucalipto da International Paper América Latina capta 51 toneladas de CO2 da atmosfera a cada ano!

Mas, como posso ter certeza de que o papel que eu estou adquirindo cumpre todos os requisitos e é feito de maneira sustentável?

A forma mais segura é optar por produtos certificados, que exibem selos em suas embalagens. Eles comprovam que a madeira utilizada no processo é proveniente de florestas bem manejadas, com respeito aos aspectos ambientais e sociais desta produção, respeitando a biodiversidade e os direitos de seus profissionais. No Brasil a International Paper, fabricante dos papeis Chamex, Chamequinho e Chambril, possui as seguintes certificações:

  • Cerflor, Programa Brasileiro de Certificação Florestal gerenciado pelo Inmetro e reconhecido internacionalmente pelo PEFC (Program for Endorsement on Forestry Certification).
  • FSC (Forest Stewardship Council – Conselho de Manejo Florestal), reconhecida como um “selo verde” e presente em mais de 75 países.
  • Ecolabel Flower – a International Paper é a primeira empresa da América Latina a receber esta certificação, reconhecida em toda União Européia e que atesta o bom desempenho ambiental dos produtos industrializados e serviços.
  • Além disso, a companhia possui as ISOs 9001,14001 e a ISO 18001(OHSAS)

Para saber mais, veja o infográfico publicado no blog www.adoropapel.com.br. Tem alguma dúvida sobre sustentabilidade? Deixe nos comentários.