Programa da ONU ajuda países a cumprir metas de nutrição

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Em 1º de abril de 2016, em Nova Iorque, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o período de 2016 a 2025 como a Década de Ação para a Nutrição. A medida reconhece a necessidade de acabar com a fome e evitar a desnutrição no mundo.

No início do segundo semestre de 2017, a Organização lançou um programa de trabalho com recomendações sobre metas globais de combate à fome e à má nutrição. Elaborada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a publicação visa a facilitar a realização de iniciativas concretas e a consequente efetivação dos compromissos assumidos pelos países.

Para isso, seis áreas de atuação são priorizadas:

 

  • Sistemas alimentares resilientes e sustentáveis para dietas saudáveis;
  • Sistemas de saúde com cobertura universal de ações essenciais em nutrição;
  • Proteção social e educação em nutrição;
  • Comércio e investimentos para melhorar a nutrição;
  • Ambientes saudáveis e de apoio à nutrição em todas as idades;
  • Governança fortalecida e prestação de contas para a nutrição.

 

A publicação ainda recomenda que os países adotem os objetivos SMART – sigla em inglês para Specific, Measurable, Attainable, Relevant e Time-bound. Ou seja, específicos, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com prazo.

 

Nutrição no Instituto IP – No município de Três Lagoas (MS), o projeto Natureza e Corpo, coordenado pelo Instituto International Paper no município de Três Lagoas (MS), desperta os alunos da 6ª a 9ª série para consciência ambiental, dentro do conceito de sustentabilidade alimentar e alimentação saudável.

Quando nasceu em 2013, o projeto resgatava hábitos das gerações passadas, com uso de chás e infusões de plantas com propriedades “terapêuticas”. Em 2015, as escolas Joaquim Marques de Souza e Parque São Carlos passaram a trabalhar com o cultivo de verduras e legumes, em hortas coletivas instaladas nas dependências das instituições de ensino.

 

Agora, em 2017, a ideia foi dar continuidade ao cultivo de alimentos, ampliando as possibilidades dentro das hortas em cada escola. A experiência tem dado certo, tanto que os alunos já fizeram a primeira colheita no mês de agosto.

 

 

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