12 de julho: dia do Engenheiro Florestal

Conheça o trabalho desse protetor do meio ambiente, profissional fundamental nos negócios da International Paper

Símbolo da Engenharia Florestal

Símbolo da Engenharia Florestal

Hoje é o dia do Engenheiro Florestal. Uma data que surgiu em homenagem a São João Gualberto, um monge conhecido por dedicar-se à preservação das florestas e ao cultivo da fauna e da flora. Ele faleceu nesta data no ano de 1703 e desde então foi nomeado como protetor dos Engenheiros Florestais.

Hoje é o dia do Engenheiro Florestal. Uma data que surgiu em homenagem a São João Gualberto, um monge conhecido por dedicar-se à preservação das florestas e ao cultivo da fauna e da flora. Ele faleceu nesta data no ano de 1703 e desde então foi nomeado como protetor dos Engenheiros Florestais.

Para o campo de atuação da International Paper e principalmente pelo papel do Instituto International Paper em todas as ações de manejo florestal e de produção de papel, esse dia é de grande importância para nós. Por isso, conversamos com o especialista em abastecimento de Fibras da planta de Mogi Guaçu, Bruno Mariani Piana, de 28 anos, engenheiro florestal formado pela Universidade de Göttingen, na Alemanha.

Para Bruno, comemorar o dia do Engenheiro Florestal é amar o meio ambiente e todas as questões que garantam sua preservação.

Para Bruno, comemorar o dia do Engenheiro Florestal é amar o meio ambiente e todas as questões que garantam sua preservação.
Como é o trabalho do engenheiro florestal na International Paper?
O trabalho do engenheiro florestal começa na área de conservação do meio ambiente, ou seja, garantindo que todas as ações estejam de acordo com as legislações e normas que as certificadoras exigem. Temos o controle de toda produção de muda, irrigação, combate de pragas e doenças para que o plantio cresça saudável.

Na parte estratégica, é preciso entender qual a melhor maneira de plantar, cuidar, colher e todo o processo de desenvolvimento para a adaptação da muda ao ambiente. Voltada a engenharia florestal, na parte científica, temos o “manejo”, a forma de tratar a árvore: espaço entre as mudas, quantidade de adubo, nutrientes e água. É preciso extrair a maior parte de madeira naquele espaço de terra.

Na parte cerebral: qual o investimento, quanto de retorno em madeira poderei ter, como consigo trazer essas madeiras para a fábrica, custo x benefício, o que você gasta durante sete anos para produzir uma floresta, aumento de 30% no custo operacional para trazer a madeira para a fábrica, e outros. O engenheiro florestal faz toda a parte analítica do processo, desde o início ao reflorestamento.

E como funciona a parte de Certificação? É um quesito fundamental para a IP, certo?

Sim, é uma parte extremamente sensível, porque são selos e certificações que garantem que a nossa operação esteja alinhada com as melhores práticas de manejo e conservacionistas. Temos que seguir isso a rigor, ter um produto de qualidade, ganhar os selos e as certificações que permitam vender papel em mercados desenvolvidos, como o europeu. O engenheiro florestal precisa ser um cara
extremamente minucioso, ter a capacidade de traduzir as exigências em práticas internas da empresa e precisa ter um conhecimento político e operacional muito grande.

O que te motiva nessa profissão?

Todo jovem que está terminando o ensino médio passa por essa crise existencial de qual será sua famosa vocação. A minha decisão foi feita com base na empregabilidade. Entrei na faculdade em 2006 e gostava muito de lidar com o meio ambiente. Eu imaginava que quando me formasse existiria um mercado muito voltado às questões ambientais. Isso tudo por causa do tratado de Kyoto que saiu em 2005.
Me encantei pela parte mais business da engenharia, pela essência e pela gestão de negócios florestais, sempre no corporativo. É impressionante como o setor industrial bem gerenciado, como na International Paper, consegue fazer trabalhos brilhantes na sociedade, institutos sociais e ambientais.

E quais os principais desafios em ser um Engenheiro Florestal?
Acredito que um deles seja conseguir uma produção de monocultura atrelado a práticas sustentáveis que não agridem o meio ambiente e nem a produtividade. Hoje as florestas deixam de produzir por causa das mudanças climáticas. Precisamos nos adaptar a essa mudança. O Engenheiro Florestal é contratado por sua capacidade de solucionar problemas e por superar determinadas barreiras com mais facilidade.

E o que mais te encanta na área?
Eu gosto de estar envolvido em várias transformações, ou seja, do produto, do meio ambiente ou da sociedade. Em determinados momentos o seu escritório parece ser uma floresta, não tem aquele caos de trânsito e tem ar puro.

 

 

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