CAPA

Apicultores do programa Apicultura Solidária recebem novos equipamentos de proteção individual

“Cooperados estavam ansiosos para receber os novos materiais”, conta José Antônio Monteiro

1

Na unidade de Luiz Antônio, nos dias 6 e 7 de julho, os cooperados da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS) e a Associação dos Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), receberam novos equipamentos de proteção individual (EPI) para o cultivo e colheita de mel.

Para trabalhar com abelhas são necessárias técnicas de manejo e de produção, mas além disso, para garantir a segurança desses trabalhadores no dia a dia, eles precisam de roupas especiais. Durante a produção e extração de mel, é imprescindível um macacão, par de luvas, par de botas e um fumegador. E foram esses materiais que os cooperados receberam do Instituto International Paper.

A entrega dos equipamentos de proteção individual para os apicultores faz parte de uma ação da IP, que renova as ferramentas de trabalho dos cooperados uma vez ao ano. Segundo o líder da COOPERAPIS, José Antônio Monteiro, é uma iniciativa muito importante para todos os apicultores, que utilizam um material de extrema qualidade.

2
“Quando soube em que dia poderia buscar todos os pacotes, avisei os cooperados. Alguns já estavam superansiosos para receber os novos equipamentos de proteção e por isso vieram até a mim para buscar”, conta Antônio, que trabalha com apicultura há mais de 40 anos.

Para Monteiro, é muito gratificante fazer parte do projeto Apicultura Solidária. O programa, ajuda no desenvolvimento socioambiental dos apicultores locais e contribui para a geração de renda desses trabalhadores, que utilizam das áreas florestais de eucalipto da International Paper.

^D674C5412891430DE7D995934BFFF000C5A4B646F49EA8FE60^pimgpsh_fullsize_distr

IIP celebra “Dia do Apicultor”

Apicultura_ (15)

O Instituto International Paper preparou uma ação especial para o Dia do Apicultor, celebrado em 22 de maio: a distribuição do mel produzido nas florestas plantadas da IP, pelo projeto “Apicultura Solidária”, aos profissionais de todas as unidades da empresa no País.

Para homenagear o trabalho dos apicultores, os alunos do Projeto Formare organizaram pacotes com sachês de mel, que serão entregues, de 22 a 26 de maio, com um folder informativo, que traz curiosidades sobre a data. Em Mogi Guaçu (SP), Três Lagoas (MS) e Luiz Antônio (SP), a entrega das lembranças será de responsabilidade dos próprios alunos. Já nas unidades de embalagem, a entrega será feita por profissionais internos denominados “pontos focais” do Instituto IP.

O mel foi produzido na safra passada pela pela Associação de Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), que é parceira do Instituto desde 2014.
O projeto “Apicultura Solidária” visa ao uso das florestas plantadas de eucalipto da IP, para o cultivo e o comércio de mel. Ao todo, já foram produzidas mais de 70 toneladas do alimento. O objetivo também é expandir o desenvolvimento da produção e contribuir para a geração de renda aos apicultores locais.

Celebrar o “Dia do Apicultor” é celebrar o cuidado destes profissionais com o habitat das abelhas e, também, um alimento rico e benéfico para o corpo. É o reconhecimento desta importante atividade no âmbito da agroecologia nacional.

Histórico da data - Celebrado no dia 22 de maio, o Dia do Apicultor é uma homenagem a Santa Rita de Cássia, considerada a padroeira de todos os apicultores e também, dos que trabalham com a produção de mel e seus derivados. A história da apicultura no Brasil iniciou por volta de 1839, quando o padre Antônio Carneiro importou de Portugal, 100 colônias de abelhas europeias para o País, instalando-as na praia Formosa, no Rio de Janeiro.

Ao constatar problemas de adaptação devido às condições climáticas tropicais, o professor Warwick Estevan Kerr viajou à África com o apoio do Ministério da Agricultura e trouxe 49 rainhas, que foram instaladas no apiário experimental de Rio Claro, no Estado de São Paulo.

Durante o período, abelhas de 26 colmeias foram liberadas, ocorrendo o cruzamento das africanas com as europeias já existentes. Na época, era pouco explorado o estudo de novas técnicas de manejo. No entanto, com o tempo, os apicultores remanescentes passaram a expandir os métodos de cultivo.
Após a realização de simpósios e congressos que reuniram produtores e pesquisadores, a apicultura tornou-se um setor muito importante na produção agropecuária.

Em 1967, foi fundada a Confederação Brasileira de Apicultura, que resultou no primeiro congresso brasileiro do setor, três anos depois.
Em 2009, o Brasil ocupou o 4º lugar no ranking de maiores exportadores de mel do mundo. Em 2015, o país esteve na 8º posição, segundo dados da Associação Brasileira de Exportadores de Mel (ABEMEL).

 

 

01_APICULTURA-baixa

Instituto convida apicultores clandestinos para projeto

Cultivo de mel fora das normas põe em risco a segurança nas florestas plantadas

01_APICULTURA-baixa

O Instituto International Paper iniciou, recentemente, um mapeamento de suas áreas florestais. Esse levantamento identifica a atuação de apicultores que atuam clandestinamente nas florestas plantadas ou nas Áreas de Proteção Permanente (APP), mantidas pela IP.

O intuito, além de levantar o número de pessoas que trabalham fora das regras estipuladas pelo Apicultura Solidária, é convidá-las para participar do projeto. Desta forma, estabelecem um diálogo para a partilha do conhecimento sobre o cultivo do mel.

A apicultura é uma atividade de baixo impacto ambiental por depender da natureza e do tempo de florada das espécies. Mas o trabalho clandestino não obedece às normas de segurança, que são essenciais em todas as atividades das áreas da International Paper.

“O que pretendemos é chamar essas pessoas para que façam parte do Apicultura Solidária. A segurança para a IP é um valor e a atividade irregular põe em risco a saúde das pessoas e a manutenção das áreas nativas, que preservamos”, conta Gabriel Lima, analista de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP.

Os cooperados que fazem parte do Apicultura Solidária, projeto mantido pela empresa há sete anos, trabalham amparados pelas normas de segurança estipuladas pela IP, dentro da legislação vigente. Com isso, todos ganham! Não só na produção e na qualidade do mel, mas também em conhecimento técnico ao compartilhar experiências com os demais apicultores.

 

 

25-10-06_0906

Apicultura Solidária estuda cultivo de mel em mata nativa

Instituto avalia a possibilidade de estender a produção sustentável em áreas protegidas pela International Paper

25-10-06_0908

O Apicultura Solidária, projeto coordenado pelo Instituto International Paper (IIP), prepara-se para ganhar novos horizontes. Além do cultivo de mel nas florestas plantadas, este ano, os profissionais da área florestal, ao lado dos apicultores cooperados, estudam a viabilidade de estender a instalação das caixas-iscas para o cultivo de mel nas áreas de Reservas Legais (RL), mantidas pela International Paper (IP).

A intenção é implantar o projeto ainda em 2017, caso os estudos mostrem a viabilidade da extensão dos apiários, dentro dos padrões de segurança e sustentabilidade requeridos pelas RL, como já ocorre nas florestas plantadas de eucalipto.

Baixo impacto ambiental – A apicultura é considerada uma atividade agrícola sustentável, pois depende da natureza para existir e, ao contrário de outras culturas, não causa grandes alterações no ambiente, aproveitando-se da flora existente em cada localidade e dos momentos de florada de cada espécie.

Com a autorização para cultivo nas áreas de Reserva Legal, produção ganhará mais espaço e diversidade para a polinização das mais variadas espécies. Atualmente, a International Paper mantém aproximadamente 26 mil hectares de florestas nativas.

O PROJETO - Desde 2011, o Apicultura Solidária contribui para a manutenção das atividades da Cooperativa de Apicultores da Região de Ribeirão Preto (Cooperapis) e da Associação de Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), que utiliza as florestas de eucalipto da IP para a produção de mel. Grande parte dos cooperados e associados vivem exclusivamente da prática apícola enquanto outros ganham uma renda extra com a atividade.

25-10-06_0906

Apicultura Solidária: apicultores realizam curso de capacitação no SEBRAE

fotos sebrae 1_2

Os apicultores do projeto “Apicultura Solidária”, do Instituto International Paper, participaram de oficinas para aprimorar as técnicas e também expandir os pontos de vendas. A ideia é que a Cooperativa tenha mais autonomia e, assim, amplie sua participação no mercado.

O projeto envolve os profissionais da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS), que atuam nas cidades de Luiz Antônio, Brotas e Altinópolis, que, entre outras áreas de cultivo, utilizam para a produção de mel as florestas de eucalipto da International Paper.

A Cooperativa, juntamente com o SEBRAE, (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), promoveu cursos para os cooperados. A capacitação chega para ampliar os conhecimentos, uma vez que o processo de envase de mel atualmente é todo terceirizado. Com essa capacitação, os apicultores poderão realizar o envase e a distribuição sem a necessidade de entreposto.

Por meio do projeto “Apicultura Solidária”, os apicultores são beneficiados pelo Instituto IP por meio da geração de renda proporcionada pela produção proveniente das florestas plantadas, sendo este o ganho principal para o sustento das famílias dos cooperados.

Para ter maior domínio do trabalho e expandir os negócios, foram ministradas oficinas sobre o Relacionamento da Cadeia de alimentação entre abril e junho deste ano, com os seguintes temas:

  • Exigências Legais de Formalização e Comercialização
  • Produtos Agroindustriais Como Forma de Agregação de Valor – Apicultura
  • Canais de Distribuição

Em outubro, houve outra capacitação, desta vez no Senac de Ribeirão Preto, em que os apicultores assistiram mais oficinas e colocaram seus produtos à mostra.

Apesar da terceirização do envasamento, o mel é todo produzido pela Cooperativa: “Nós acompanhamos as empresas quando estão no processo de envase, para que no dia a dia possamos aplicar as normas que aprendemos”, explica José Antônio Monteiro, líder da COOPERAPIS.

Segundo Monteiro, a Cooperativa pretende expandir a participação nas oficinas e consequentemente os pontos de venda a partir do envase e da distribuição do mel no mercado. Além da parte logística, estes profissionais estão sempre em busca de diferentes soluções para qualquer problema que possa surgir na produção.

De olho no calendário – Em janeiro, o SEBRAE disponibiliza o calendário de cursos e já no início do ano, os apicultores verificam quais são interessantes para o grupo se aperfeiçoar. Os processos de capacitação são para todos, inclusive iniciantes. “Para o pessoal novo as oficinas são muito importantes, até porque eles estão aprendendo a trabalhar e a desenvolver o processo de apicultura”, diz Monteiro.

Com a capacitação, os apicultores obtiveram conhecimento sobre o sistema de gestão e também para que acompanhem o processo em toda a cadeia produtiva. Além disso, passam a ter uma visão mais ampla de sua atividade: da instalação das caixas-iscas, colheita ao envase e distribuição do produto final nos pontos de venda. “Os apicultores admiraram a organização das empresas durante os testes de envase. Dessa forma, eles valorizam ainda mais seus trabalhos”, conta Monteiro.

Para que o envase seja possível dentro da COOPERAPIS, a empresa precisa de um espaço adequado, e esse é o próximo passo da Cooperativa. Para isso, é necessário a aprovação do SIF – Serviço de Inspeção Federal ligado ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA.

A COOPERAPIS reconhece que faz um bom trabalho no mercado e que estar mais envolvida em todas as etapas do processo produtivo de mel é muito importante para conquistar mais espaço no mercado. E a parceria com parceria com o IIP é fundamental para que todas essas melhorias aconteçam.  “Se não fosse a International Paper, por meio do Instituto, nós não conseguiríamos evoluir em conhecimento técnico e aprimoramento de todos os processos produtivos. Parte do nosso sucesso é fruto desta parceria”, reitera Monteiro.

Apicultura: uma atividade regida pela natureza

Em comemoração ao “Dia do Apicultor”, celebrado no dia 22 de maio, IIP mostra as particularidades da produção de mel, um trabalho que depende do capricho da natureza

Além do sabor e aroma inconfundíveis, o mel é um alimento versátil com diversos benefícios para o corpo. A relação entre a iguaria e o ser humano remonta a Antiguidade e hoje a apicultura, importante atividade do setor agropecuário, é uma alternativa de renda para muitas comunidades.

Celebrado em 22 de maio, o Dia do Apicultor foi definido em homenagem à Santa Rita de Cássia, padroeira dos profissionais que trabalham não apenas com a produção do mel, mas também com outros derivados das abelhas, como própolis, geleia real e pólen. A atividade exige não apenas um profundo conhecimento sobre o cultivo e sobre o habitat das abelhas, mas também cuidados específicos.

A apicultura causa impactos positivos nos âmbitos social e econômico e tem cada vez mais contribuído para o crescimento da agricultura familiar, gerando fontes de renda para famílias que vivem nos campos. É o caso dos apicultores e colaboradores da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS), que durante todo o ano trabalham nas florestas de eucalipto da International Paper, em uma parceria que começou em 2011, por meio do projeto Apicultura Solidária, uma iniciativa do Instituto International Paper.

Além de gerar renda, o projeto ajudou a fixar os apicultores em um local, sem que eles precisem viajar grandes distâncias por dia. “Somos em torno de 20 cooperados mais colaboradores e esse trabalho é a grande fonte de renda que sustenta nossas famílias”, explica o presidente do COOPERAPIS, José Antônio Monteiro, que trabalha na área há mais de 30 anos.

Ele conta como funciona a rotina dos cooperados, estipulada pelas condições climáticas e pela natureza. “Cada dia é um dia. Quando não estamos em uma área, estamos em outra. Se o tempo não favorece, trabalhamos no campo ou estamos no barracão, mexendo com a cera. E durante todo o ano é assim”. O volume da produção também é incerto e não depende apenas do esforço dos apicultores.

“A produção depende do ano, em um produzimos mais, em outro menos. O mel faz parte da agricultura e a agricultura depende muito do clima, da chuva, da seca, tudo isso influencia nossa produção. Ano que chove muito, como esse, é mais complicado já que a flor não segura muito néctar, que é lavado pela água”, explica Monteiro.

A falta de chuva, entretanto, também pode ser um problema. “Quando não chove, a flor do eucalipto não floresce, o que impede a polinização pelas abelhas, impossibilitando a produção de mel, o que faz com que seja necessária a migração dos insetos”, continua José. A migração das abelhas é uma das atividades mais importantes da produção, e pode garantir a sobrevivência das mesmas. “Chega a época da florada e temos que migrar para uma área de flores silvestres, para que a abelha encontre alimento. A produção só vai acontecer novamente a partir de setembro”, completa.

Esse trabalho exige certas normas, destaca Monteiro. “É necessário manter uma higiene impecável. Estamos sempre em cima de um cavalete, protegidos da terra. A centrifugação é feita em uma sala adequada”. Ele explica ainda que nessa profissão, a experiência de trabalho conta muito, mas é fundamental que os apicultores nunca parem de estudar sobre o tema, participando de cursos sempre que possível.

Apicultura Solidária

A renda de José Monteiro e dos outros 24 apicultores é fruto de uma parceria muito importante, firmada em 2011, entre o Instituto International Paper e duas cooperativas. O projeto, chamado Apicultura Solidária, incentiva a produção de mel nas florestas de eucalipto da IP, nas cidades de Luiz Antônio, Mogi Guaçu, Altinópolis e Brotas, no Estado de São Paulo.

E sem ele, a realidade dos apicultores da COOPERAPIS seria bem diferente. “Essa parceria agregou valou à nossa produção, que hoje inclusive conta com uma marca própria. Sem a parceria com a IP, não teríamos floresta de eucalipto para colocar as abelhas e teríamos que migrar para regiões distantes. Hoje nosso trabalho é positivo e temos um grande suporte da IP. Eles sempre nos dão muita atenção em tudo que precisamos, há sempre muita conversa, fundamental para nosso trabalho”.

Além de gerar renda para apicultores regionais, o projeto também oferece oportunidades para que as cooperativas vendam o mel para distribuidoras e dentro da própria empresa. O Apicultura Solidária já trouxe resultados muito significativos, desde sua implementação mais de 40 toneladas de mel já foram produzidas.

01_APICULTURA-baixa

2016: ano de expectativas para o Apicultura Solidária

Volume de chuvas do início do ano favorece a produção de mel entre os apicultores participantes do Projeto

foto_apicultura“A expectativa é ótima!” É com este entusiasmo que José Antônio Monteiro, Presidente da COOPERAPIS (Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto) e outros 20 cooperados iniciaram o ano de 2016. O motivo vem do céu. “O volume de chuvas dos últimos meses vai impulsionar a nossa produção de mel este ano”, comemora.

Além dos diversos impactos no fornecimento de água, a estiagem de 2015 afetou também a produção de mel entre os apicultores do país. “Sem a chuva o eucalipto não floresce, e sem flores para polinização as abelhas não produzem o mel”, explica Arnaldo Maurício Correa Neto, Consultor em Apicultura, que deu suporte à AAPILEME (Associação de Apicultores de Leme e Região), nova parceira do Instituto International Paper no programa Apicultura Solidária.

No entanto, o consultor alerta. “Chuva em excesso também pode atrapalhar a produção. O clima ideal é a mescla de chuvas moderadas e sol, favorecendo a floração das plantas, a produção de néctar das flores e a polinização das abelhas.”

Os prejuízos pela falta de chuva os apicultores do projeto do IIP conhecem bem. Enquanto em 2014 a produção foi de 40,523 toneladas de mel, 2015 fechou o ano com apenas 8,4 toneladas, mesmo contando com o dobro de caixas-isca instaladas. “Foi um ano preocupante para nós. Mas acreditamos que em 2016 vamos alcançar ótimos resultados”, afirma Monteiro. E não é para menos. Este ano, cerca de 1000 colmeias foram instaladas na floresta de eucalipto que atende à unidade de Luiz Antônio. “Como o período de florada do eucalipto é de dezembro a maio, vamos conseguir fazer entre duas e três ‘colheitas’”, estima.

Fora deste período de florada do eucalipto, os apicultores sobrevivem da colheita de mel silvestre, onde as caixas-isca são instaladas em mata nativa ou em outros tipos de cultura, como o da laranja, por exemplo. Neste ponto, a International Paper também consegue contribuir, já que mantém preservada 20% da mata nativa em suas florestas de eucalipto. “Sem a parceria da IP, nós não sobreviveríamos na região”, destaca José Antônio Monteiro.

Segundo Arnaldo Maurício Correa Neto, essas parcerias com grandes empresas são fundamentais para estes grupos de apicultores. “Poucas companhias têm programas de apicultura já consolidados como a IP. Estas parcerias com grandes empresas estimulam a formação de associações e cooperativas entre os apicultores locais, que ganham força e incentivos do governo. No estado de São Paulo, os apicultores que não fizerem parte destes grupos não vão sobreviver”, ressalta Arnaldo.

Atualmente, o Projeto Apicultura Solidária mantém parceria com dois grupos de apicultores que atuam nas florestas das regiões de Mogi Guaçu e Luiz Antônio, beneficiando cerca de 25 pessoas, entre cooperados e colaboradores.

DSC02972

Apicultura Solidária: projeto otimiza uso de florestas e aumenta renda em várias regiões

Gerar renda para apicultores regionais. Foi pensando nisso que foi criado o Apicultura Solidária. O projeto, que desde 2011 incentiva a produção de mel nas florestas de eucalipto da International Paper, das cidades de Luiz Antônio, Mogi Guaçu, Altinópolis e Brotas, todas no Estado de São Paulo, já soma um resultado muito positivo. Mais de 40 toneladas de mel já foram produzidas nestas regiões, favorecendo 24 apicultures de 02 cooperativas parceiras do projeto.

É o caso da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS). Seu presidente, José Antônio Fernandes Monteiro, explica que a parceria com o IIP foi estabelecida desde janeiro de 2012 e confirma o sucesso da iniciativa. “Trabalhar com o Instituto ajudou muito a minha cooperativa. As áreas em que costumávamos trabalhar, se tornaram plantações quase inteiras de cana-de-açúcar. Os eucaliptos foram a salvação para os nossos negócios”, diz. E não foi somente a cooperativa favorecida. Segundo Monteiro, toda a região se beneficiou financeiramente com o Apicultura Solidária.

Monteiro destaca ainda que, apesar de o fator financeiro ser primordial para todos, a meta é estipulada pela própria natureza. “O quanto vamos extrair não depende da vontade dos produtores. É a natureza que indica o volume de extração e, portanto, qual será o nosso rendimento”, ressalta. Em 2013, a produção de mel nas florestas da International Paper, por exemplo, foi de quase 06toneladas. Já em 2014, por conta das chuvas abundantes, os apicultores atingiram uma produção de mais de 40 toneladas. Em 2015, por conta da falta de chuva, a produção voltou a cair.

Produção de mel

Em dezembro, a COOPERAPIS retoma as suas atividades nas plantações de eucalipto e logo deve estabelecer uma previsão para a nova safra de mel.

BENEFÍCIOS – A parceria do Instituto International Paper com as produtoras de mel traz muitos benefícios para todas as comunidades envolvidas. O projeto também oferece oportunidade para as cooperativas venderem o mel para distribuidoras e também dentro das unidades da IP. Foi o que aconteceu em 2014, quando por conta da grande produção, foram montados estandes nas fábricas da empresa para os produtores venderem seu mel. Fora isso, os funcionários da IP ganham sempre um pote de mel em suas cestas de fim de ano.

07_820x510

Um novo olhar sobre a filantropia

Qual o significado de “amor à humanidade” para você? Falar em filantropia pode nos levar a pensar em doações para grandes instituições de caridade, mas “filantropia significa dar tempo e talento, não apenas dinheiro” de acordo com as palavras de Katherine Fulton, presidente do Monitor Institute, instituição que tem por objetivo ajudar líderes a solucionar problemas sociais e ambientais.

 

Katherine fala em 12 minutos sobre conceitos que nos fazem repensar os principais fundamentos de filantropia, e a forma como os encaramos na nossa realidade. Ela cita o Wikipedia, umas das principais ferramentas de pesquisa e consulta, que foi totalmente criada a partir de voluntários. Usando uma citação de Clay Shirky (escritor e professor que estuda os efeitos da internet na sociedade), ela usa esse exemplo de cooperação para dizer que “grandes coisas podem ser feitas por amor”.

 

Se não desenvolvermos a força para perseverarmos tudo isso não será mais que uma moda passageira”. Com essa frase, Katherine fala sobre a nova forma da filantropia se organizar: um modelo livre, grande, rápido, conectado e duradouro. Essa transformação exige tempo e dedicação, com força suficiente para solucionar os desafios sociais e ambientais que temos em mãos.

 

“Imaginem uma foto de vocês. Pensem sobre a comunidade que querem ajudar a criar. Não importa o que isto significa para vocês. E quero que imaginem 100 anos no futuro, e seus netos, bisnetos, ou sobrinhos ou afilhados, estão olhando para esta foto de vocês. Qual é a história que mais querem que eles contem?”

 

Para assistir ao vídeo completo, clique aqui.

 

06_Interna

Carta da Terra celebra 15 anos

Em 2000, um documento foi redigido para provocar a reflexão sobre o equilíbrio entre o homem, a natureza e o desenvolvimento sustentável. A Carta da Terra, como ficou conhecida, foi divulgada na sede da Unesco na Holanda e contou com a colaboração de milhares de pessoas para discutir os desafios do século XXI. Este ano, no dia 29 de Junho, a Carta da Terra celebrará 15 anos e mais do que nunca, é um referencial de comportamento e colaboração social.

 

Se você ainda não conhece esse documento, pode conferir a publicação completa aqui. São citados 16 princípios básicos, agrupados em 4 grandes temas, que são:

 

  • Respeito e cuidado da comunidade da vida;

 

  • Integridade Ecológica;

 

  • Justiça Social e Econômica;

 

  • Democracia, não violência e paz.

 

Traduzida para mais de 40 línguas, instituições no mundo todo se mobilizaram para executar ações que contribuam com os princípios desse documento. Aqui no Brasil, a ação que ganhou mais destaque foi a “Carta da Terra para crianças”, desenvolvida pelo Núcleo dos Amigos da Infância e da Adolescência para tratar do assunto de forma simples e clara com milhares de crianças do ensino fundamental.

 

A cartilha é ilustrada e aborda os leitores a partir de uma linguagem infantil, como se uma criança fosse a autora. A Carta da Terra para crianças pode ser acessada aqui.

 

“Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.”

 

04_Interna

Adeus às sacolinhas plásticas

Na cidade de São Paulo, desde o começo de abril, muitos estabelecimentos já deixaram de fornecer aquelas tão tradicionais sacolinhas plásticas para adotar medidas mais sustentáveis. Para aqueles que sentem falta dessa companheira das compras (principalmente de supermercado), é hora de dar adeus, mas sem preocupação – existem meios de conseguir a mesma eficiência, com muito menos impacto para o meio ambiente.

 

Top 3 – Reciclagem, sempre!

Existem sacolinhas feitas a partir de materiais reciclados, desde plástico até papelão. Elas não são descartáveis, então, dá para usar por um bom tempo para carregar pequenas compras. E se é reciclado, já ajuda e muito!

 

Top 2 – Para toda a família

Se precisa carregar uma grande quantidade de itens, então o carrinho de mão dobrável pode ser a solução: o material é resistente e existem vários tamanhos diferentes, que você pode escolher de acordo com sua necessidade. Além disso, é bem mais fácil carregar tudo de uma vez.

 

Top 1 – De todos os gostos, de todos os tamanhos

Essa já pode ser chamada até de popular: são de cores, detalhes e tamanhos diferentes para escolher a vontade. A grande vantagem é a portabilidade, já que a eco bag que pode ser dobrada e guardada em qualquer cantinho, inclusive dentro da própria bolsa, caso apareça aquela necessidade de última hora de passar no supermercado.


Com novas alternativas na mão, agora fica mais fácil ir às compras sem sentir falta das sacolinhas. O meio ambiente agradece e os benefícios produzidos são para quem mais tem interesse: nós mesmos.

3 Interna

O Papel das Mães na educação ambiental com os filhos

Depois de comemorar o Dia das Mães, a gente percebe o quão fundamental é o papel de cada uma na educação dos pequenos. É de casa que os hábitos para uma vida mais saudável e responsável são ensinados e absorvidos por toda uma geração. E ensinar as crianças é uma tarefa divertida que pode ser aplicada na rotina de um jeito natural, longe de métodos difíceis de colocar em prática: na verdade, o ideal é quanto mais simples, melhor. Aqui vão algumas dicas para dar os primeiros passos:

 

 

  • Água
    O uso consciente da água é um assunto sério e responsabilidade de todos, por isso, as crianças também podem contribuir para economizar e reaproveitar esse recurso. Capturar a água da chuva, checar torneiras semiabertas ou ficar de olho no relógio durante o banho podem ser momentos simples para os pequenos aprenderem a importância do uso consciente da água.

 

 

  • Lixo
    Nem sempre a lixeira é o melhor destino para objetos descartáveis: além de estimular a criatividade para dar um novo uso a algumas embalagens, essa é uma ótima oportunidade para começar a pensar em substituir os descartáveis por objetos e embalagens que podem ser lavados e utilizados novamente. E para os demais, sempre vale ensinar a separar direitinho o tipo de lixo, para que possam ser reciclados depois.

 

 

  • Energia Elétrica
    Além da economia na conta de energia elétrica, também é uma economia para o planeta. Ficar atento ao gasto de eletricidade é uma forma de contribuir para  o meio ambiente e de estimular as crianças a se sentirem responsáveis: os equipamentos ligados na tomada, ainda que em stand by, consomem energia, além das luzes em cômodos onde não há ninguém presente e nos aparelhos ligados sem uso.

 

Mais comportamentos sustentáveis, mais soluções e mais responsabilidades. Se alguns desses itens já estão no seu dia a dia, não se esqueça de compartilhar com a gente mais ideias para deixar essa lista cada vez mais completa!

 

Interna

O que fazem alguns dos empreendedores sociais mais importantes do planeta

A primeira vista, temos a impressão de que fazer algo que tenha relevância parece complicado e leva mais tempo do que aquele que imaginamos ter. Embora os grandes projetos pareçam difíceis de serem construídos, um dia, eles começaram com alguém que acreditou no potencial de uma mudança e que reuniu esforços por uma causa.

 

E foi assim com algumas pessoas ao redor do mundo que aceitaram o desafio e mostraram que é possível gerar resultados de peso, engajando pessoas para algum tipo de transformação social e/ou ambiental. Conheça o que alguns dos empreendedores sociais mais importantes do planeta estão fazendo e inspire-se!

 

Blue Venture Conservations - A iniciativa cria modelos de preservação ambiental para trabalhar com comunidades que vivem em regiões costeiras, para ensinar a melhor forma de aliar o comércio local (que é baseado em recursos do oceano, como a pesca) com segurança alimentar e crescimento econômico.

 

Educate Girls - Na Índia, o cenário de escolarização ainda é muito restrito, principalmente no que se refere ao acesso que as mulheres têm. O Educate Girls busca garotas entre comunidades e aldeias isoladas e, através de educadores voluntários, oferece condições para que elas tenham acesso a aulas de educação básica.

 

BasicNeeds - Depois de uma experiência marcante na África, o BasicNeeds foi fundado para garantir que os direitos fundamentais de pessoas com doenças mentais sejam reconhecidos e respeitados. O projeto reúne esforços para reduzir os sintomas das doenças dessas pessoas e incluí-las nas atividades domésticas, sociais e econômicas.

 

Ficou curioso? Veja aqui os vídeos com os documentários sobre essas e outras iniciativas de voluntariado que fizeram a diferença ao redor do mundo:

 

Interna

No Dia da Mãe Terra, ONU defende ações de consumo sustentável

No final de Abril, foi comemorado o 45º Dia da Terra, uma data criada especialmente para se pensar sobre o equilíbrio natural do nosso planeta. Nessa edição, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon fez um pronunciamento para despertar a consciência de cada um de nós sobre pequenas ações que podem contribuir para uma sociedade mais sustentável.

 

Ban também usou como referência o significado de “mãe” para fazer uma comparação à Terra, numa observação ao modo como o nosso planeta conseguiu manter toda a diversidade que possui, durante tantos anos. E através desse exemplo, ele diz que precisamos manter ações sustentáveis para preservar o equilíbrio tão delicado que existe em cada um dos nossos ecossistemas.

 

Se você ainda não sabe muito bem por onde começar, existem oportunidades por todos os lados. Em casa, tampar a panela ajuda a manter o calor do alimento e assim, você termina o cozimento mais rápido. A geladeira, que é uma das campeãs do consumo de energia pode ser transformada em mocinha: tire tudo o que for usar de uma única vez, para não ter que abrir e fechar a porta muitas vezes. Para lavar as roupas, aproveite tempo e energia deixando a máquina encher para lavar todas as peças de uma vez.


“Enquanto comunidade global, temos a oportunidade de tornar 2015 um ponto de viragem na história da humanidade”,
sublinhou Ban Ki-moon. Essas ideias já te ajudaram em pensar em mais ações? Então, agora é só colocar tudo em prática e ajudar o planeta. De acordo com as próprias palavras de Ban “A mudança começa conosco”.

Teenage students in a computer class, during lesson.

Educação e inovação, um desafio para se pensar em conjunto

Quando o assunto é educação, dúvidas surgem relacionadas ao progresso dos métodos usados nas escolas brasileiras. Nesse contexto, é uma ótima notícia descobrir coisas positivas que estão acontecendo em pequenas iniciativas, de profissionais que se comprometeram e conseguiram provocar não só os alunos, mas toda a comunidade dessas regiões.

 

Caio Dib é fundador do projeto Caindo no Brasil, que visa potencializar essas pequenas iniciativas e divulgá-las para multiplicar seus resultados. Em uma rápida palestra, Caio fala sobre os desafios de visitar 58 cidades diferentes para conhecer mais sobre o que está acontecendo nas nossas escolas. O resultado foi ainda mais animador do que o esperado!

 

Aproveitamos o Dia Internacional da Educação que é comemorado essa semana para tocar nesse assunto tão importante e tão promissor. O desafio é provocar nossa percepção sobre as reais chances de aprendizado dentro e fora das escolas. As alternativas para esse processo se mostram tão ou mais eficientes que os métodos tradicionais e ajudam a pais e professores a discutir novos horizontes na educação.

 

“Você pode ser um agente de transformação no seu bairro, na sua cidade, no seu país. Você pode aprender e ensinar em qualquer lugar. Todo mundo é educador, educação acontece num plural.”

 

Clique aqui e assista ao vídeo completo com as experiências dessa viagem curiosa pelo Brasil.

 

inspiracao_28042015_interna

Por que, como e o que ler: os livros mais importantes sobre sustentabilidade

Romance, ficção, poesia ou negócios. Não importa o gênero, o que importante é ler. Sobre os benefícios da leitura, pelo menos um deles já é conhecido: diminui o stress, exercita a memória, estimula a concentração, ajuda a escrever melhor, entre muitos outros. Já que nesse mês é comemorado o dia Internacional do Livro, nada melhor do que ir direto ao ponto. Dicas de leitura!

 

Quem ainda não tem esse hábito, é mais simples do que parece: o importante é começar por algo que seja interessante, assim a leitura se torna naturalmente envolvente. Além disso, um ótimo jeito de descobrir novos livros é ir exatamente aonde eles estão – sejam bibliotecas ou livrarias, não vão faltar assuntos diferentes para escolher a vontade, e o medo de não acertar de primeira fica para trás com uma consulta no conteúdo antes de levar o título para casa.

 

Para uma escolha certeira, a Universidade de Cambridge criou uma lista com os livros mais importantes sobre sustentabilidade, que a gente compartilha aqui:

 

  1. O Banqueiro dos Pobres, Muhammad Yunus (1999)
  2. Biomimetismo, Janine Benyus (2003)
  3. Blueprint para uma Economia Verde, David Pearce, Markandya Anil e Edward B. Barbier (1989)
  4. Business as Insólito, Anita Roddick (2005)
  5. Canibais com Garfo e Faca, John Elkington (1999)
  6. Capitalismo: Como se o Mundo Importa, Jonathon Porritt (2005)
  7. O Capitalismo na Encruzilhada, Stuart Hart (2005)
  8. Mudando o Rumo: uma Perspectiva Empresarial Global sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente, Stephan Schmidheiny e o WBCSD (1992)
  9. O Ponto do Caos: o Mundo na Encruzilhada, por Ervin Laszlo (2006)
  10. A Corporação Civil: A Nova Economia da Cidadania Empresarial, Simon Zadek (2001)


A lista ainda continua, com outros 40 livros. É só clicar aqui e conferir os outros títulos que pertencem a essa lista.

Inspire-se e aproveite a leitura!

sustentabilidade_03042015_interna

Do lixo à matéria-prima

Até a própria natureza produz seu “lixo”. Folhas, frutos e outros resíduos, no entanto, são absorvidos novamente num sistema de reciclagem contínuo e sustentável. Como acontece no meio-ambiente, a nossa sociedade tem o desafio de realizar um processo de reciclagem tão eficiente quanto o que é realizado na natureza, isso é, que seja capaz de absorver e reutilizar a maior parte (se não toda) do lixo e envolvê-lo novamente na nossa cadeia de consumo.

 

Para que isso dê certo, vale prestar atenção em alguns detalhes sobre como o lixo é gerado: uma pesquisa realizada pela SOS Mata Atlântica no ano passado, revela que 60% do lixo que nós produzimos são resíduos orgânicos, uma oportunidade interessante para repensar a nossa relação com os alimentos. Só no estado de São Paulo, a quantidade de lixo produzida durante o período de 1 semana é o equivalente para encher um estádio de futebol com capacidade para 80 mil pessoas.

 

Já com relação aos resíduos produzidos, a separação do lixo doméstico e o descarte através de cooperativas de reciclagem ajudam muito. Na mesma pesquisa realizada pela SOS Mata Atlântica, existe um dado interessante: cerca de 600 mil pessoas geram renda através da venda de materiais recicláveis, número que pode ser maior através do apoio das prefeituras. Ou seja, além do benefício para o meio-ambiente, ainda podemos contar com uma contribuição para o crescimento econômico.

 

A nossa relação com a produção e o tratamento do lixo pode ser otimizada através dos “5 R’s”. São 5 ideias simples que podem ser aplicadas no dia a dia, em casa, nas escolas e nas empresas:

 

  • Repense hábitos e atitudes;
  • Reduza a geração e o descarte;
  • Reutilize para aumentar a vida útil do produto;
  • Recuse produtos que agridam a saúde e o meio ambiente;
  • Recicle a transforme o lixo num novo produto.

 

Divulgue esses hábitos e contribua para conscientizar mais pessoas. Cada um de nós é responsável por fazer sua própria parte! Para saber mais sobre o acesso, confira aqui a pesquisa completa da SOS Mata Atlântica no Guia do Educador Ambiental.

inspiracao_01042015_interna

O que faria sua vida melhor?

Talvez itens como moradia, educação, segurança e saúde estejam no topo de uma lista de prioridades. E também está no topo da lista de muitas outras pessoas ao redor do mundo. A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) construiu uma ferramenta interativa e inteligente para entender quais são os fatores mais importantes para uma vida com qualidade. Além de consultar os resultados identificados aqui no Brasil, também é possível comparar esses dados com outros países e participar diretamente para construção desse indicador de alcance mundial.

 

A meta é alcançar 100.000 participantes até o final deste ano. O “Índice para uma vida melhor” já foi lançado em 5 línguas diferentes e 34 países estão participando e interagindo com gráficos que são atualizados a todo instante através da participação de mais de 80.000 usuários diferentes que avaliaram os tópicos: renda, empregos,comunidade, educação, meio ambiente, engajamento cívico, saúde, satisfação pessoal, segurança e vida/trabalho.

 

No Brasil, os itens mais bem avaliados são “comunidade” e “satisfação pessoal”. A OCDE mostra um panorama da percepção dos brasileiros sobre as condições do país e aponta um dado interessante de que, 90% das pessoas que responderam a pesquisa acreditam conhecer alguém com quem poderiam contar em um momento de necessidade, índice que supera a média mundial de 89%.

 

Para entender melhor como essa ferramenta funciona, veja o vídeo tutorial aqui. Conheça os detalhes do “Índice para uma vida melhor” e contribua com a sua participação.

 

iip_03_interna

7 maneiras de ajudar alguém

Pouco tempo, muita diferença. Dedicando poucos minutos do seu dia, você consegue fazer algo relevante para as pessoas que estão a sua volta. Já pensou que com pequenos atos você pode fazer muito? Para oferecer ajuda sem reunir grandes esforços, um pouco de dedicação já é o suficiente! Essa é a dica que trouxemos hoje. Conheça 7 maneiras de ajudar alguém: ser gentil, ensinar, doar alguma coisa que pode ser reaproveitada… você já fez algum deles?

 

    1. Sorrir e ser simpático: o clássico “gentileza gera gentileza” ainda funciona muito bem.
    2. Fazer voluntariado: já falamos aqui dos enormes benefícios de fazer parte de uma iniciativa social, com um pouquinho de tempo você pode fazer uma grande mudança.
    3. Oferecer sua ajuda: não é ótimo quando alguém sabe exatamente o que fazer numa situação que é totalmente nova pra você? Você também pode ser esse “expert” para outra pessoa.
    4. Ensinar: Ensinar é a melhor forma de aprender! O conhecimento sempre é uma via de mão dupla.
    5. Doar alguma coisa que você não usa: Para você parece que não tem mais uso, mas para alguém pode ter – procure instituições perto de sua casa.
    6. Doar alimentos: Existem instituições que aceitam doações de alimentos para ações sociais. Dá próxima vez que for aos supermercado, dê uma forcinha.
    7. Ajudar alguém a se tornar mais ativo: Um empurrãozinho as vezes é suficiente para alguém se sentir confiante para fazer a matrícula naquele curso dos sonhos ou começar aquela maratona de corridas que foi planejada há tanto tempo.

 

 
A lista de ações ainda pode ser muito maior, existem milhares de oportunidades surgindo a cada momento: desafie-se! Se quiser descobrir mais formas de ajudar alguém, esse pode ser o momento certo para experimentar o voluntariado. Clique aqui e conheça nossos projetos!

iip_02_interna (1)

12 princípios do consumo consciente

As maiores mudanças acontecem com insistentes e pequenos hábitos que cultivamos na nossa rotina. Falando sobre sustentabilidade, ações simples como a separação correta do lixo, o consumo responsável de recursos naturais, o reaproveitamento de materiais recicláveis e muitos outros exemplos como este já fazem parte do nosso vocabulário e até do nosso comportamento. Mas, quando o assunto é o consumo, nossas escolhas também exercem influência e precisam estar em harmonia com o que procuramos fazer para uma participação ambientalmente responsável no meio em que vivemos.

 

Para esclarecer pontos como esse, trouxemos aqui os 12 princípios do consumo consciente com dicas simples, que podem além de contribuir para a redução de impactos ambientais, ajudar a reavaliar a relação com nossos recursos financeiros. Que tal escolher algumas e colocar em prática hoje mesmo?

 

1 – Planeje suas compras

2 – Avalie os impactos de seu consumo

3 – Consuma apenas o necessário

4 – Reutilize produtos e embalagens

5 – Separe seu lixo

6 – Use crédito conscientemente

7 – Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas

8 – Não compre produtos piratas

9 – Contribua para a melhoria de produtos e serviços

10- Divulgue o consumo consciente

11 – Cobre dos políticos

12 – Reflita sobre seus valores: Avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos.

 

Assim, como consumidor, você também faz a sua parte e traz benefícios para você e para o meio-ambiente. O primeiro passo pode começar hoje!

 

Para saber mais sobre os princípios do consumo consciente, clique aqui e leia os 12 itens na íntegra.

 

ip_interna_05

Ciência comprova: quem faz um trabalho voluntário é mais feliz

Quem nunca ouviu a frase: “É dando que se recebe”? Pois bem, um estudo da Universidade de Michigan (EUA) comprovou, cientificamente, que quem faz um trabalho voluntário ganha muito em bem-estar e felicidade.

A pesquisa revelou que pessoas dispostas a doar seu tempo para um trabalho voluntário vivem em média quatro anos mais, segundo a universidade americana.

Já o pesquisador, Allan Luks, autor do livro “The Healing Power of Doing Good” (O Poder Curativo de Fazer o Bem, sem tradução para o português) afirma que pessoas que praticam o bem têm mais qualidade de vida. “Quem realiza pelo menos quatro horas de trabalho voluntário por mês tem dez vezes mais chances de ter uma boa saúde do que quem não voluntaria”, disse Luks.

Isso porque o voluntário vivencia um poderoso sentimento de satisfação, resultado da diminuição do stress e da liberação de endorfinas, neurotransmissores que provocam sensação de felicidade. A pessoa se sente valorizada, útil, com boa autoestima.

Luks fez seu estudo com mais de 3.300 voluntários. Aqueles que ajudavam regularmente informavam dez vezes mais que havia melhorado sua saúde do que aqueles que só trabalhavam como voluntários uma vez por ano.

Entretanto, especialistas afirmam que o contato pessoal é importantíssimo; doar dinheiro ou roupas não proporciona a mesma “sensação de bem-estar”.

São inúmeros os benefícios do trabalho voluntário para quem o realiza:

 

  • Melhora a saúde mental e física
  • Cria novas amizades
  • É um passatempo
  • Proporciona prazer
  • Mantém a pessoa ativa
  • Desenvolve suas habilidades
  • Permite adquirir novos conhecimentos
  • Aumenta as chances de conseguir um trabalho pago

Se animou? Então, fica de olho nos nossos projetos e participe!

ip_interna_06

Documentário inspira trabalho voluntário

Quem trabalha com voluntariado não pode deixar de assistir o filme “Quem se Importa”. Apesar de ter sido lançado em 2012, a temática permanece atual, comovente e inspiradora.

A cineasta brasileira Mara Mourão passou 40 dias viajando pelo mundo para descobrir e levar para as telas histórias de pessoas que fazem a diferença em suas comunidades por meio de ações pontuais. São 18 depoimentos, de pessoas que vivem em sete países diferentes: Brasil, Peru, Estados Unidos, Canadá, Tanzânia, Suíça e Alemanha.

O filme traz desde o caso de um monge que treina ratos na Tanzânia para achar minas terrestres e identificar o bacilo da tuberculose, até o economista Muhammad Yunus, criador do microcrédito e ganhador do Nobel da Paz em 2006.

Outra história que surpreende pela criatividade é a do cearense Joaquim Melo, que criou o banco comunitário para implementar programas de geração de renda e superar a pobreza. Deu tão certo, que o banco atua junto a Associação dos Moradores e tem até uma moeda particular, aceita pelo Banco Central.

Veja o trailer aqui e inspire-se!

ip_interna_04

Trabalho voluntário enriquece seu currículo

Você já sabe o que trabalho voluntário é muito importante para a International Paper, certo? Assim como nós, muitas outras empresas valorizam essa atividade. Uma pesquisa realizada pela consultoria Deloitte mostrou que quatro em cada cinco diretores de recursos humanos prestam bastante atenção a experiências adquiridas em trabalho voluntário na hora de contratar. Resumindo: o trabalho voluntário alimenta a alma e o currículo.

 

Mas, como incluir o trabalho voluntário no currículo? Nós fomos atrás desta informação para você! Confira nossas dicas:

  • Relevância - todas as atividades do currículo sempre devem ter alguma relevância para o cargo disputado. Se você quer uma vaga de professor e já atuou como escoteiro voluntário, isso interessa. Mas se você é um contador e der detalhes de sua atuação entre escoteiros pode fazer o recrutador pensar: ‘ele vai querer ir embora mais cedo do trabalho para se dedicar a isso’.

 

  • Seja especifico – ninguém quer ver uma lista enorme de organizações onde você trabalhou. Você deve detalhar apenas o que fez de relevante em cada instituição. Dê resultados que podem ser medidos em números, tais como “ajudei a construir duas casas” ou “treinei 24 pessoas”.

 

  • Use as redes sociais – Cada vez mais os recrutadores estão olhando para o perfil dos candidatos nas redes sociais. O LinkedIn, por exemplo, tem uma área específica para que as pessoas listem apenas experiências com trabalho voluntário.

 

  • Melhor que nada - Se você tem alguma lacuna na sua formação, um trabalho voluntário pode ser a melhor forma de preencher esse vazio.

 

  • Liste as habilidades conquistadas com o voluntariado – Além do desenvolvimento pessoal, um trabalho voluntário pode ensinar diversas habilidades procuradas no mercado de trabalho. Se você foi o tesoureiro de uma campanha beneficente, por exemplo, sabe lidar com finanças. Já se você coordenou uma equipe de recolhimento de alimentos, desenvolveu habilidades de logística, organização e liderança. O que você deve fazer é escolher as habilidades certas (escolha aquelas que você pode quantificar e comprovar).

 

Também devemos ter alguns cuidados ao incluir essas informações no nosso currículo. Veja, abaixo, o que você não fazer: 

  • Incluir organizações polarizadoras – Melhor deixar de lado trabalhos voluntários realizados em favor de organizações consideradas polarizadoras, como grupos religiosos ou partidos políticos. Embora esse tipo de sentimento não deva interferir nas relações de trabalho, seu recrutador pode ter crenças opostas ao grupo identificado em seu currículo. Com isso o trabalho voluntário deixa de favorecê-lo.

 

  • Associar voluntariado e relações familiares – Embora não tenha nada de errado em realizar trabalhos voluntários relacionados à sua família, pode ser arriscado incluir isso no seu currículo. A empresa pode ter uma impressão errada de que você favorece certas pessoas em detrimento de outas, além de parecer que você não sai da sua zona de conforto. Portanto, a não ser que o trabalho voluntário seja muito adequado à vaga que você busca, prefira deixar essa experiência de fora.
ip_interna_03

Doe sangue e ajude a manter os estoques nas férias

Com o período das férias, os doadores regulares dos bancos de sangue viajam e mudam sua rotina. Como consequência, acabam diminuindo os estoques nos hemocentros de todo o País. A escassez maior é de sangue dos tipos negativos. Nesta época do ano, os estoques chegam a cair entre 20% a 30%. O problema é que nesse mesmo período, aumentam os acidentes e os casos de urgência na rede hospitalar, elevando a demanda por sangue e hemoderivados.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 93 milhões de bolsas de sangue são coletadas por ano em todo o mundo, mas o número ainda é baixo. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil apenas 1,9% dos brasileiros doam sangue.

Então, que tal doar sangue, além do seu tempo em trabalhos voluntários? Para quem se interessou os requisitos são:

  • Ter entre 18 e 65 anos;
  • pesar 50 quilos ou mais
  • não estar em jejum (só após o almoço é preciso um intervalo de quatro horas).

A doação dura cerca de quinze minutos e são coletados aproximadamente 450 mililitros de sangue. O intervalo entre doações deve ser de 60 dias para o homem e 90 dias para as mulheres.

Para mais informações, acesso o site da Fundação Pró-Sangue (http://www.prosangue.sp.gov.br/home/Default.asp), maior hemocentro do país, que atende mais de 100 hospitais no estado de São Paulo.

interna09

Mostra de Teatro Infantil Sustentável em São Paulo

A arte servindo a favor da sustentabilidade.

Esse foi o principal objetivo da Primeira Mostra Anual de Teatro Infantil Sustentável, a MATIS, em São Paulo. O evento que foi lançado durante a última Virada Sustentável, no Parque da Água Branca, realizou nos dias 13 e 14 de dezembro, um espetáculo infantil que a partir de uma experiência lúdica teatral, mostrou para as crianças a importância de se praticar conceitos básicos de sustentabilidade em qualquer tarefa que façam no dia a dia.

Com um conteúdo atual e reflexivo, a peça, além de impactar na consciência das crianças, sem dúvidas, colocou uma pequena pulga atrás da orelha dos adultos que lá estiveram com os filhos. A proposta era fazer com que todos, em especial os menores, se relacionassem de uma maneira mais próxima e mais respeitosa com o meio ambiente. Tratando temas ambientais e conceitos de cidadania de diferentes maneiras, o espetáculo ressaltou a importância e os benefícios gerais para o planeta quando alteramos os nossos padrões de comportamento e, consequentemente, nossas práticas diárias em prol de um mundo mais justo e sustentável.

Quem viu, adorou!

Não perca na próxima Virada Sustentável! Aproveite para levar os pequenos para assistir uma peça de teatro linda e ainda saber mais sobre sustentabilidade! Se quiser mais detalhes, entre no site.

Primeira Mostra Anual de Teatro Infantil Sustentável – MATIS
Espetáculo: Os 3R´s e a grande missão – Atrapa Trupe de Teatro
Site: http://www.matis.art.br

 

interna05

Quer ser um voluntário? Dicas para começar 2015 na ativa

Por que não começar 2015 fazendo o bem?

Você que está afim de ser um voluntário, mas que ainda não sabe quais os caminhos que o levarão para organizações responsáveis e ativas, fique tranquilo. Trouxemos uma relação de opções para que você coloque todo o seu talento em prol de alguma causa a partir do próximo ano.

Vivemos num país em que, nem sempre, os serviços oferecidos pelo estado, suprem as demandas sociais que são cada vez maiores. Nesse contexto, surgiram as ONGs, organizações sociais sem fins lucrativos. Com muita vontade, mas na maioria das vezes, com pouco dinheiro, as ONGs penam em conseguir mão de obra qualificada para atender os seus projetos e aumentar a sua escala de beneficiados. É aí que você entra, e faz toda a diferença!

Para ser um voluntário é muito fácil. Conhece de português, matemática, sistemas de informação, artes plásticas, marketing, finanças, não conhece nada, mas mesmo assim quer ajudar, aprender e fazer o bem? Ótimo! O importante é exercer a sua cidadania e fazer parte da construção de um mundo mais justo.

Existem muitas iniciativas que organizam e distribuem voluntários para ONGs em todo o país, abaixo, algumas que confiamos e apoiamos:

Atados: https://www.atados.com.br

Voluntários Online: http://voluntariosonline.org.br

Centro de Voluntariado de São Paulo: http://www.voluntariado.org.br

Na maioria dos casos o processo é bem simples: você opta por um projeto que trabalha com algum tema que possa ser do seu interesse, conta das suas habilidades específicas ou de alguma área que queira atuar, e por fim, a região em que deseja trabalhar.

Em pouquíssimo tempo, você recebe uma resposta e já é chamado para conhecer a organização. Pessoas como você, mudam o mundo. Seja voluntário e ajude a transformar a vida de muita gente que precisa!

Gostou do tema? Ficou interessado? Comente abaixo!

interna07

Tudo o que você gostaria de saber sobre a produção de papel

A International Paper preparou um material com várias perguntas e respostas para esclarecer as principais dúvidas sobre a produção de papel

Você sabia que todos os papéis usados para imprimir no Brasil são provenientes do cultivo de eucalipto? Isso garante que o papel que usamos é 100% sustentável.

A sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente estão entre as principais prioridades da International Paper. Por isso, selecionamos algumas perguntas que todo mundo já se fez sobre a produção de papel, para que você tire todas as suas dúvidas:

A produção de papel causa a extinção de árvores?

Não! O papel para imprimir e escrever produzido no Brasil é 100% feito a partir do plantio de eucalipto e pinus, cultivados exclusivamente para este fim em harmonia com a mata nativa. Para ficar mais claro, pense que é o mesmo tipo de cultivo pelo qual o algodão ou a soja passam antes de se transformarem em tecido ou óleo. Na International Paper, a cada três hectares de plantio de eucalipto, é mantido um hectare de conservação da fauna e flora regionais.

E como a indústria de papel e celulose contribui para o meio ambiente?

Para reduzir a “pegada de carbono”, o setor investe no uso de fontes renováveis. Por exemplo: boa parte da geração de energia é feita com resíduos de árvores plantadas, ou seja, biomassa, ou da recuperação de produtos utilizados no processo de fabricação. E as florestas plantadas sequestram carbono da atmosfera, reduzindo o aquecimento global. Um hectare de floresta de eucalipto da International Paper América Latina capta 51 toneladas de CO2 da atmosfera a cada ano!

Mas, como posso ter certeza de que o papel que eu estou adquirindo cumpre todos os requisitos e é feito de maneira sustentável?

A forma mais segura é optar por produtos certificados, que exibem selos em suas embalagens. Eles comprovam que a madeira utilizada no processo é proveniente de florestas bem manejadas, com respeito aos aspectos ambientais e sociais desta produção, respeitando a biodiversidade e os direitos de seus profissionais. No Brasil a International Paper, fabricante dos papeis Chamex, Chamequinho e Chambril, possui as seguintes certificações:

  • Cerflor, Programa Brasileiro de Certificação Florestal gerenciado pelo Inmetro e reconhecido internacionalmente pelo PEFC (Program for Endorsement on Forestry Certification).
  • FSC (Forest Stewardship Council – Conselho de Manejo Florestal), reconhecida como um “selo verde” e presente em mais de 75 países.
  • Ecolabel Flower – a International Paper é a primeira empresa da América Latina a receber esta certificação, reconhecida em toda União Européia e que atesta o bom desempenho ambiental dos produtos industrializados e serviços.
  • Além disso, a companhia possui as ISOs 9001,14001 e a ISO 18001(OHSAS)

Para saber mais, veja o infográfico publicado no blog www.adoropapel.com.br. Tem alguma dúvida sobre sustentabilidade? Deixe nos comentários.

img-interna

Doe o seu Imposto de Renda para Projetos Sociais

A doação que fizer em dinheiro pode ser deduzida do Imposto de Renda

Você sabia que pode deduzir parte do seu Imposto de Renda para que ele fique na sua cidade, em forma de doação a programas de atenção à criança e ao adolescente? O melhor de tudo é que fazer isso é muito fácil: basta você optar por doá-lo para o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Para que você possa fazer tudo da maneira certa, daremos uma breve explicação de todo o processo. Vamos lá:

1. Legislação

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069 de 13/07/1990, no artigo 260, permite as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real deduzirem até 1% do imposto de renda devido, excluídos o adicional (o valor do adicional será recolhido integralmente). O limite máximo para doações dedutíveis do Imposto de Renda é de 1% para Pessoas Jurídicas, não cumulativo com outras doações e incentivos fiscais federais, e de 6% para pessoas físicas.

2. Doação Efetuada por Pessoa Jurídica

Durante todo o ano, as empresas que recolhem Imposto de Renda com base no lucro real poderão doar 1% do IR devido ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.

Quem quiser doar ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, ao calcular o Imposto de Renda, basta deduzir até 1% do valor, sem qualquer ônus para a empresa, recolhendo, assim, 99% do valor devido apresentando o comprovante de doação.

3. Doação Efetuada por Pessoa Física

A Pessoa Física que quiser doar ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente poderá deduzir até 6% do Imposto de Renda devido, lançando-os na Declaração Anual de Ajuste do mesmo ano base, apresentando os comprovantes de doação.

Os que podem doar são aqueles que usam o formulário completo, de cor azul, ou realizam a declaração completa pela internet.

Mas olhem lá: a doação deve ser realizada até o dia 31 de dezembro!

Quem faz a declaração simplificada já optou por um desconto padrão de 20%, que não pode ser acrescida de mais nada, nem mesmo da doação prevista no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Se identificou? Acha que vale a pena fazer essa escolha? Ficou com dúvidas? Comente!

EducacaoSocioambiental_ (16)

Instituto International Paper premia vencedores dos concursos de Redação e Literário

Iniciativa faz parte do Projeto EducAção Socioambiental, que organiza ações educacionais e socioambientais em Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Estiva Gerbi

Alunos, profissionais do ensino, autoridades, e representantes da International Paper e das cidades de Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Estiva Gerbi (SP) se reuniram no Cerâmica Clube para conhecer os vencedores da 39ª edição do Concurso de Redação, voltado para estudantes, e da 9ª edição do Concurso Literário, destinado aos educadores , no último dia 24 de setembro.

Os concursos fazem parte do Projeto EducAção Socioambiental, realizado pelo Instituto International Paper (IIP), que promove ações educacionais e socioambientais em escolas da região. O projeto que promove ações educacionais e socioambientais em escolas da região contemplou 12 jovens talentos que desenvolveram diversos textos abordando os mais diferentes temas relacionados a sustentabilidade.

O tema deste ano foi “Educação para o Desenvolvimento Sustentável”, assunto da década (2005 a 2014), segundo a ONU, que acredita na educação, aprendizagem e disseminação de conhecimento como fatores imprescindíveis para o uso consciente e sustentável dos recursos naturais.

“A cada ano, fico mais orgulhoso e feliz de ver a participação de nossos vizinhos aqui de Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Estiva Gerbi nos trazendo obras com tanta qualidade! Projetos como este, que contribuem para educação de nossos jovens e destacam a importância do cuidado com meio ambiente devem ser valorizados por todos nós”, comentou Glenn Landau, Presidente da International Paper América Latina.

Realizado há 39 anos, o Concurso de Redação é voltado para alunos do 5º e 9º anos, além dos estudantes de 3º ano do Ensino Médio. Já o 9º Concurso Literário convida professores, coordenadores e diretores da rede de ensino a explorarem sua criatividade e também escreverem suas obras.

Podemos considerar, que graças à participação de todos, o evento, mais uma vez, foi um sucesso! Além das ações educacionais, o projeto ainda incentiva o plantio de mudas em áreas degradadas. Em 2014, o projeto contou com cerca de 1.900 participantes, entre alunos e professores, que realizaram o plantio de 1.600 mudas nativas em Mogi Guaçu.

Confira o nome dos vencedores!

Vencedores do concurso de Redação:
5º Ano

1° Lugar: Fernanda Moz Trigo
Escola: Anglo Mogi Guaçu
Título: Senhor Disper Dício virou Senhor Ambi Ental

2° Lugar: Lia Faria Cunha Canto
Escola: Sei- Sistema de Educação Inteligente
Titulo: Educando para um mundo sustentável

3° Lugar: Victor Hugo Bombarda Barros
Escola: Anglo Mogi Guaçu. Série: 5º ano
Título: “A família Reciclóvis”

Vencedores do concurso de Redação:
9º Ano

1° Lugar: Laura Pasqua Linares
Escola: Colégio Integrado São Francisco
Título: “A família Reciclóvis”

2° Lugar: Julia Pachel
Escola: Educar instituto Educacional
Título: “Um novo projeto para uma nova geração”

3° Lugar: Alice Selegato
Escola: Fundação Educacional Guaçuana (FEG)
Título: “Pensamento Sustentável”

Vencedores do concurso de Redação:
3° ano do Ensino Médio

1° Lugar: Mariana Casarotto
Escola: COC Mogi Mirim
Título: A educação de hoje para existência do amanhã

2° Lugar: Matheus Hrabowec Zambianco
Escola: SESI
Título: Agindo localmente, pensando globalmente

3° Lugar: Mariana Souza Calefi
Escola: FEG
Título: Ação e Resultado

Vencedores do Concurso Literário:

1º Lugar: Érica Franco de Souza Fini
Pseudônimo: Heloisa Ramos
Escola Monteiro Lobato – Mogi Guaçu
Título: O ipê amarelo
Categoria: Conto

2º Lugar: Jair Francisco Dias
Pseudônimo: Viajante
Escola EMEB Francisco Piccolomini – Mogi Mirim
Titulo: Lar
Categoria: Crônica

3º Lugar: Elaine Cristina Seco
Pseudônimo: Cappuccino
Escola: EMEF Antônio Giovani Lanzi – Mogi Guaçu
Título: A/C – Aos cuidados de todos nós
Categoria: Crônica

Ficou interessado? Quer fazer parte? Escreva nos comentários!