Educadores Voluntários do Formare falam sobre suas experiências

Responsável pela capacitação educacional de jovens e adolescentes, o Formare exerce impacto não só para os alunos que são beneficiados no projeto: os educadores voluntários aprendem a enxergar o trabalho e as relações sociais de uma forma totalmente nova e especial. Neste ano, 5 educadores voluntários foram homenageados por sua dedicação e empenho durante o desenvolvimento do curso, e falaram um pouco sobre suas experiências de voluntariado no âmbito pessoal e profissional.

Alessandro Nogueira, técnico de programação na unidade de Luiz Antônio, começou a trabalhar na International Paper em 2013, como estagiário. Conheceu o Formare durante a Integração, e logo se interessou pelas atividades apresentadas. Depois de ter participado do programa de monitoria na sua faculdade, se identificou com a possibilidade de transmitir conhecimento para outras pessoas através da disciplina de matemática, que foi a escolhida para formalizar sua participação. Alessandro conta que procura se organizar para conciliar as tarefas pessoais e o voluntariado: “os 40 minutos que eu tiro para dar aula para eles [os alunos] eu vejo que faz a diferença. Faz com que eu me sinta bem por saber que eu estou contribuindo para essas pessoas.”. Na opinião dele, qualquer pessoa pode se envolver – o importante é a vontade de querer ajudar – a perseverança e a dedicação são os pontos chaves para alcançar os próprios objetivos.

João Paulo Souza, estagiário na International Paper de Mogi Guaçu desde o ano passado, já trabalhava em projetos sociais através de aulas de musicalização infantil. Aproveitando a paixão em ensinar, ele se inspirou na música para ministrar as aulas de Comunicação e Relacionamento. Para ele, um valor marcante para quem é Educador Voluntário é poder acompanhar o encantamento dos alunos na descoberta de novas possibilidades profissionais, que ele procura estimular ainda mais através de exercícios extras que leva até a sala de aula. Sobre o voluntariado na sua vida pessoal, ele diz: “arrisque-se, tente aprender com isso, tente aproveitar o máximo que puder como um voluntário”. E garante que, o crescimento não é só dos alunos, e sim das duas partes.

Jéssica Pires, ex-aluna do curso Formare de outra empresa, entrou na International Paper no ano passado e hoje é analista de Recursos Humanos na unidade de Mogi Guaçu. Depois de participar do projeto como aluna, ela se sentiu na responsabilidade de oferecer a ajuda que recebeu: dessa vez, do outro lado da sala. Além do impacto na vida profissional dos jovens que são beneficiados pelo Formare, Jéssica fala também sobre o papel de responsabilidade social que a International Paper desenvolve, que influencia não só os próprios colaboradores, mas toda a comunidade que está próxima. Formada em psicologia, ela utiliza técnicas de dinâmica para estimular o desenvolvimento dos alunos em parceria com João Paulo nas aulas de Comunicação e Relacionamento. Para ela,“feliz aquele que transfere o que sabe, e aprende com o que ensina”.

 

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