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Do lixo à matéria-prima

Até a própria natureza produz seu “lixo”. Folhas, frutos e outros resíduos, no entanto, são absorvidos novamente num sistema de reciclagem contínuo e sustentável. Como acontece no meio-ambiente, a nossa sociedade tem o desafio de realizar um processo de reciclagem tão eficiente quanto o que é realizado na natureza, isso é, que seja capaz de absorver e reutilizar a maior parte (se não toda) do lixo e envolvê-lo novamente na nossa cadeia de consumo.

 

Para que isso dê certo, vale prestar atenção em alguns detalhes sobre como o lixo é gerado: uma pesquisa realizada pela SOS Mata Atlântica no ano passado, revela que 60% do lixo que nós produzimos são resíduos orgânicos, uma oportunidade interessante para repensar a nossa relação com os alimentos. Só no estado de São Paulo, a quantidade de lixo produzida durante o período de 1 semana é o equivalente para encher um estádio de futebol com capacidade para 80 mil pessoas.

 

Já com relação aos resíduos produzidos, a separação do lixo doméstico e o descarte através de cooperativas de reciclagem ajudam muito. Na mesma pesquisa realizada pela SOS Mata Atlântica, existe um dado interessante: cerca de 600 mil pessoas geram renda através da venda de materiais recicláveis, número que pode ser maior através do apoio das prefeituras. Ou seja, além do benefício para o meio-ambiente, ainda podemos contar com uma contribuição para o crescimento econômico.

 

A nossa relação com a produção e o tratamento do lixo pode ser otimizada através dos “5 R’s”. São 5 ideias simples que podem ser aplicadas no dia a dia, em casa, nas escolas e nas empresas:

 

  • Repense hábitos e atitudes;
  • Reduza a geração e o descarte;
  • Reutilize para aumentar a vida útil do produto;
  • Recuse produtos que agridam a saúde e o meio ambiente;
  • Recicle a transforme o lixo num novo produto.

 

Divulgue esses hábitos e contribua para conscientizar mais pessoas. Cada um de nós é responsável por fazer sua própria parte! Para saber mais sobre o acesso, confira aqui a pesquisa completa da SOS Mata Atlântica no Guia do Educador Ambiental.

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