Professor utiliza papelão e canetinha para ensinar matemática a alunos

Com apenas dois objetos, o docente transformou a educação de uma escola periférica do Rio de Janeiroshutterstock_514725154

Em 8 de setembro foi celebrado o Dia Mundial da Alfabetização, criado há mais de 50 anos pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultural (UNESCO). A data tem o propósito de celebrar a alfabetização e a educação como uma forma de empoderamento para milhares de mulheres e homens pelo mundo.

Em média, a taxa de brasileiros com 15 anos ou mais que não sabem ler ou escrever caiu pelo quarto ano consecutivo, conforme a pesquisa realizada em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com essa evolução, o analfabetismo ainda é sinônimo de exclusão e pobreza para a população dessa faixa etária.

Diante desse cenário, o professor Luís Felipe Lins revolucionou suas aulas de matemática usando canetinha e papelão na Escola Municipal Francis Hime. De que forma?  Ele utilizou os materiais para criar jogos, como memória e dominó para ensinar matemática a alunos a partir do 6º ano do Ensino Fundamental.

Os estudantes precisam decifrar enigmas, escrever como obtiveram o resultado, além de registrar todo o processo em vídeo para compartilhar com os colegas. Para o professor, isso é desenvolver habilidades além da matemática, como a escrita, a oralidade e o trabalho em equipe.

A escola já conquistou 197 medalhas em competições de matemática num período de dez anos, o que rendeu resultados significativos para o ensino da escola, que utiliza itens básicos do dia a dia das crianças.

Por meio de iniciativas – A educação é uma das causas abraçadas pelo Instituto International Paper, que contribui para a vida de milhares de jovens e adolescentes por meio de projetos onde a empresa mantém operações.

O Projeto Escola Formare do Instituto IP já capacitou mais de 450 jovens entre 16 e 18 anos nas cidades de Mogi Guaçu e Luiz Antônio no estado de São Paulo e Três Lagoas no Mato Grosso do Sul.

Em 2017, o Formare recebeu cerca de 170 profissionais da International Paper, que decidiram compartilhar seus conhecimentos voluntariamente aos alunos. Ao todo, em 2016, a empresa já beneficiou mais de 28 mil pessoas.

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Dia da Árvore e Dia do Papeleiro

Ambas as datas são comemoradas em setembro e têm motivos em comum

shutterstock_127683065Em 20 de setembro é celebrado o Dia do Papeleiro. A data foi estabelecida como marco da fundação do Sistema Sepaco de Saúde, em 1956, instituição criada para atender aos profissionais do setor papeleiro e seus dependentes.

Já em 21 de setembro é comemorado o Dia da Árvore. A data, que marca também o início da primavera no Brasil, busca conscientizar a população sobre a importância desse ser vivo para o meio ambiente.

As comemorações deste dia começaram no final do século XIX. Isso porque, em 10 de abril de 1872, o político e jornalista estadunidense Julius Sterling Morton plantou uma grande quantidade de árvores na cidade de Nebraska (EUA). A ocasião ficou conhecida como “Day Arbor” e foi um marco ecológico para a preservação das espécies arbóreas.

Comemorada mundialmente na chegada da primavera, muitos países adequaram a data a partir das características físico-climáticas de suas regiões. Na Polônia, por exemplo, as comemorações acontecem em 10 de outubro; na Tanzânia, em 1º de janeiro.

A indústria e as florestas – O eucalipto é cultivado para ser utilizado pela indústria de papel e celulose, tornando o processo 100% reciclável e biodegradável. Em média, no Brasil, a taxa de reaproveitamento do papel, que pode ser reciclado, é aproximadamente de 60%.

No Instituto International Paper, são executadas diversas iniciativas ambientalmente responsáveis, que protegem a biodiversidade e o meio ambiente. Além de manterem um hectare de terra reservado para a conversação da fauna e da floral regional, auxiliando na preservação da mata nativa, são realizadas ações educativas com crianças e adolescentes.

Em 2016, o Programa Educação Ambiental (PEA) preparou atividades variadas entre estudantes e professores em Mogi Guaçu (SP) e Luiz Antônio (SP), região em que o programa atua.

Uma das ações, que envolveu mais de 3 mil pessoas, consistiu em mostrar os detalhes sobre a fabricação do papel. A intenção foi desmitificar alguns conceitos do processo produtivo e apresentar as outras iniciativas da empresa para a preservação do meio ambiente.  Somente na IP, são produzidas mais de 16 milhões de mudas por ano.

10 anos do Instituto é tema em workshop para participantes do ESA

Fomentar prshutterstock_553811536ojetos educacionais e socioambientais com foco em crianças e adolescentes é um processo de transformação alinhado aos valores que o Instituto International Paper pratica. Para disseminar os aprendizados e orientações conduzidos em projetos e celebrar uma década de atuação, o Instituto promoveu, em agosto, o workshop “10 anos do Instituto IP”.

Participaram da ação membros do ESA (Educação Socioambiental): estudantes do ensino fundamental e médio, além de educadores e coordenadores de escolas da rede estadual, municipal e particular das cidades de Mogi Guaçu (SP), Mogi Mirim (SP) e Estiva Gerbi (SP).

A proposta – Este ano, os participantes do ESA serão desafiados a escrever uma redação, tendo como base a história do Instituto IP, com o tema “Transformar a vida das pessoas é o nosso papel”. No workshop, eles foram orientados sobre como trabalhar a temática, alinhada ao conteúdo programático previsto na grade curricular. Essa é mais uma oportunidade de aprimorar as habilidades dos estudantes e também dos educadores, sendo um estímulo para os jovens participantes do concurso de redação.

No dia 29 de setembro, ocorre a cerimônia de premiação dos vencedores do ESA e a festa de celebração destes 10 anos de Instituto.

O projeto – Desde 1975, as unidades de Mogi Guaçu e Luiz Antonio têm o propósito de colaborar com a formação educacional e socioambiental de crianças e adolescentes. Para isso, são realizados um concurso de redação e também um concurso literário. Além disso, os alunos e professores participam de ações em prol do reflorestamento de áreas degradadas.

Alunos do Formare em Luiz Antonio participam da SIPAT

Jovens montam estande para falar sobre projeto global da IP

A unidade de Luiz LUIZ ANTONIO 2017Antonio da International Paper finalizou a sua Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT). E os alunos do Projeto Escola Formare participaram ativamente da iniciativa, com um estande montado para falar sobre o GMS (sigla em inglês para Sistema Global de Manufatura), projeto implementado para todos os negócios de papel e papel para embalagens, com a visão de se tornar a melhor indústria de manufatura do mundo. Para a IP, segurança é um valor inegociável e a semana de 23 de agosto a 1º de setembro foi mais um momento de reforçar o quão fundamental o trabalho focado na prevenção de acidentes é para todos na empresa. O tema escolhido pelos alunos foi o Sistema Global de Manufatura (GMS) e os seus cinco pilares: Saúde, Segurança e Meio Ambiente (EHS&S), Pessoas, Redução de Custos, Capital e Confiabilidade. A escolha desse tema para SIPAT se deu por ser um tema muito relevante e também por ser possível abordar de a relação de cada um dos elementos com ações de prevenção de acidentes de trabalho”, explica Sabrina Tenello, Analista de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP, área que coordena as atividades do Instituto.

A ideia de falar sobre o Sistema Global de Manufatura partiu dos próprios alunos, que além de escolher o tema e se empenharam na montagem do estande e nas explicações dadas aos profissionais que participaram das atividades.

A intenção foi trazer mais leveza e criatividade a um assunto sério, despertando a curiosidade das pessoas e esclarecendo alguns tópicos do GMS que ainda deixam dúvidas. “Os alunos abordaram um tema que está em alta na empresa e que muitos ainda têm dificuldade de entender o que é, diz a trainee Gabriella Pavanelli, que também faz parte da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).

A Educadora Voluntária (EV), nas disciplinas de matemática e física, Gabriella acompanha a evolução dos alunos desde o início das aulas e se surpreendeu com o planejamento dos estudantes durante o evento.  “Os alunos sistematizaram a participação de cada um no estande, mostrando desenvolvimento pessoal. Houve revezamento nos horários de almoço, um verdadeiro trabalho em equipe. ”

O trabalho dos alunos não ficou restrito somente à semana da SIPAT. Os jovens prepararam todo o conteúdo antecipadamente e fizeram sabatinas entre os grupos para alinhar tudo o que seria falado e responder a todas as perguntas que chegassem.

A participação na SIPAT foi mais uma etapa do processo de desenvolvimento profissional que acontece nos dez meses do Formare. Com o curso já na segunda metade, a evolução é nítida e os alunos já começaram a pensar com mais clareza sobre o futuro. “Hoje vejo mais envolvimento e motivação nos alunos. Muitos já sabem do que gostam e já traçaram um plano para o ano que vem. Isso é muito importante, porque aqui eles podem experimentar, conhecer e pedir orientação. Estou muito feliz de contribuir com o Formare, porque também aprendo todos os dias com eles. É a primeira porta aberta de muitas possibilidades”, finaliza a trainee Gabriella Pavanelli.