Formare IP celebra o “Dia Nacional do Voluntariado”

O Dia Nacional do Voluntariado é celebrado dia 28 de agosto. Em celebração à data, os alunos do Formare organizaram e prestaram uma homenagem a todos os voluntários do programa.

No evento, os voluntários foram convidados para celebrar o dia com um café da tarde e os alunos aproveitaram para fazer os agradecimentos por meio de mensagens, músicas e apresentações.

A homenagem reforça a importância do trabalho voluntário para a IP, que por meio de programas e projetos, realiza ações sociais e comunitárias. O trabalho dos Educadores Voluntários, junto com as equipes de Responsabilidade Social, é executar atividades educacionais com os alunos do Formare por 9 meses.

O programa já capacitou mais de 400 jovens desde 2010. Só neste ano, 174 profissionais decidiram compartilhar seus conhecimentos com os alunos para a edição de 2017. A significativa adesão ao projeto mostra o comprometimento e o engajamento da International Paper com o voluntariado.

Histórico da data – No dia 28 de agosto de 1985, foi instituído o Dia Nacional do Voluntário por meio da Lei Nº 7.352. No Brasil, os trabalhos voluntários surgiram em 1543 com um grupo de imigrantes portugueses instalados em São Vicente (SP). Eles recebiam aventureiros exaustos devido a longa viagem marítima, que haviam atravessado para alcançar novas terras. No início, era muito comum entidades de caráter voluntário estarem associadas às organizações religiosas e étnicas.

Outro marco histórico e muito conhecido pela população brasileira foi o início da Cruz Vermelha em 1908. A organização iniciou o movimento mundial de escotismo no país e trouxe como referência o voluntariado sem filiação partidária e sem fins lucrativos.

Em 1993, o trabalho voluntário se fortaleceu com a criação da Ação da Cidadania Contra a Fome e a Miséria e pela Vida. O movimento tem o propósito de sensibilizar e organizar a sociedade brasileira em busca por iniciativas de combate à fome.

Na última segunda-feira, 28 de agosto, o governo federal, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), lançou o “Viva Voluntário”, programa nacional de voluntariado que tem o objetivo de aumentar o engajamento dos brasileiros em atividades solidárias e transformadoras.

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O papelão e sua contribuição para o reflorestamento

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No mundo, existem muitas maneiras que contribuem para o meio ambiente e a biodiversidade do planeta. Uma delas é utilizar o papelão ondulado na recuperação de áreas degradadas. O processo é simples e custa 50% menos do que que os métodos tradicionais.

O papelão é utilizado no controle de plantas invasoras e na proteção de mudas nos primeiros anos de plantio. De acordo com pesquisadores da Embrapa, o material de papel contribui para o reflorestamento e para o controle do coroamento ao redor de mudas que estão sendo reflorestas.

Na prática – Para proteger a base das mudas de espécies florestais, é usado um disco ou placa de papelão ondulado, novo ou reutilizado. Por meio do coroamento, a proteção faz com as gramíneas – que exercem forte competição com as espécies reflorestadas – não se desenvolvam.

Com isso, ocorre um crescimento igual como se estivessem sendo controladas por manuseios recorrentes, no caso, por meio de enxadas, foices e roçadeiras.

Antes de chegar a esse resultado, os primeiros experimentos utilizavam embalagens arredondadas para pizza. A consequência disso, foi a descoberta de que o papelão apresenta eficiência de mais de um ano se for usado com solução à base de sulfato de cobre.

Um exemplo deste processo, usando papelão tratado, é a cobertura de solo para o cultivo da pupunha, que aumenta sua produtividade e é muito sustentável na plantação do palmito, segundo dados divulgados pela Embrapa em 2011.

Para o pesquisador Guilherme Chaer, o benefício de usar o papelão não é só por impedir o crescimento das gramíneas, mas também pelo aumento da taxa de sobrevivência das mudas. Uma vez que a técnica chega a diminuir em 10ºC a temperatura do solo superficial em dias quentes, reduzindo também a perde de água por evaporação.

 

Consulte a matéria completa no Blog Adoro Papel!
Fique por dentro do processo e curiosidades sobre o assunto!

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Projeto Educação Ambiental participa de “Dia de Campo Limpo”

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 Instituto International Paper levou o PEA (Programa de Educação Ambiental) para o Dia Nacional do Campo Limpo (DNCL). Promovido pela Coplana, Cooperativa Agroindustrial, o evento ocorreu em Jaboticabal (SP) no dia 16 de agosto.

Com o objetivo de conscientizar os alunos da rede pública para a preservação ambiental, a ação reuniu, na Estação de Eventos Cora Coralina, mais de 2.500 estudantes de 9 a 14 anos dos municípios paulistas de Jaboticabal, Guariba, Dumont, Pradópolis, Santa Ernestina e Taquaritinga.  Eles puderam acompanhar demonstrações e conhecer uma série de boas práticas de preservação ambiental e logística reversa adotadas pelas empresas da região onde moram.

O Instituto International Paper marcou presença nas atividades do “Dia Nacional do Campo Limpo”, ao explicar os processos de produção de papel e a importância da preservação da fauna e da flora, um trabalho que é constantemente aprimorado pela empresa para reduzir impactos ambientais.

Além do Instituto IP, vários outros convidados estiveram presentes e as demonstrações foram estruturadas em estações, nos moldes de uma “feira de Ciências”. Os estudantes receberam orientações sobre o descarte de embalagens de defensivos agrícolas, a reutilização ou transformação de diferentes tipos de materiais, entre outras iniciativas.

Os alunos acompanharam, curiosos, todas as explicações nos estandes por onde passaram. Eles puderam aprender um pouco mais sobre a importância da reciclagem e da reutilização de recursos como forma reduzir os impactos ao meio ambiente.

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Concursos do ESA celebram os 10 anos de história do Instituto IP

Participantes terão o desafio de transformar 3.650 dias de história em um texto de poucas linhas

Em 2016, o tema foi "Alimentação Saudável"

Em 2016, o tema foi “Alimentação Saudável”

O Instituto IP está em festa. Para comemorar uma década de ações para um mundo mais sustentável, a instituição levou aos concursos do Projeto Educação Socioambiental (ESA), um pouco dessa história. E quem vai continuar a escrevê-la serão os participantes da 42ª edição do Concurso de Redação e do 12º Concurso Literário.

O Projeto Educação Socioambiental já é uma tradição em Mogi Guaçu (SP). Desde 1975, os estudantes dos últimos anos de cada ciclo da Educação Básica, que correspondem atualmente ao 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e ao 3º ano do Ensino Médio participam do concurso de redação.

Concurso de Redação - Em mais de quatro décadas, os participantes dissertaram sobre os mais diferentes temas. Já foram abordados alimentação saudável, cuidados com o solo, entre outras temáticas relacionadas à sustentabilidade e ao meio ambiente.

Este ano, os estudantes serão desafiados a escrever uma redação, tendo como base a história do Instituto IP e o seu lema: “Transformar a vida das pessoas é o nosso papel”. Além de trabalhar com educação ambiental para públicos escolares em projetos como: Guardiões das Águas, Natureza e Corpo e Projeto Educação Ambiental (PEA), a organização também colabora para a formação profissional de adolescentes no Projeto Escola Formare, que existe desde 2010. Somente em 2017, já capacitou centenas de jovens nos municípios de Mogi Guaçu (SP), Luiz Antônio (SP) e Três Lagoas (MS).

Concurso Literário – Desde 2005, o município de Mogi Guaçu realiza, dentro do ESA, o Concurso Literário, voltado exclusivamente para os educadores, englobando professores e equipes da gestão escolar. Em sua 12ª edição, o Concurso Literário é um exemplo de crescimento do ESA na comunidade escolar de Mogi Guaçu. É também, a oportunidade de reconhecer o trabalho daqueles que se empenham na construção do conhecimento no dia a dia da sala de aula.

Workshops – Para estimular a participação de toda a comunidade escolar guaçuana, o Instituto IP realiza, ao longo do ano, uma série de oficinas com os professores. Assim, os instrumenta para a prática da escrita em classe, com o objetivo de aprimorar as habilidades de escrita dos alunos, incentivando-os a participar do concurso. Os workshops também trazem ideias para que os professores trabalhem diferentes conteúdos transversais, combinando-os com o conteúdo programático já previsto na grade curricular.

Premiação – No dia 29 de setembro, o Instituto fará a cerimônia de premiação dos vencedores do ESA, e a festa em celebração destes 10 anos de história!

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Programa da ONU ajuda países a cumprir metas de nutrição

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Em 1º de abril de 2016, em Nova Iorque, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o período de 2016 a 2025 como a Década de Ação para a Nutrição. A medida reconhece a necessidade de acabar com a fome e evitar a desnutrição no mundo.

No início do segundo semestre de 2017, a Organização lançou um programa de trabalho com recomendações sobre metas globais de combate à fome e à má nutrição. Elaborada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a publicação visa a facilitar a realização de iniciativas concretas e a consequente efetivação dos compromissos assumidos pelos países.

Para isso, seis áreas de atuação são priorizadas:

 

  • Sistemas alimentares resilientes e sustentáveis para dietas saudáveis;
  • Sistemas de saúde com cobertura universal de ações essenciais em nutrição;
  • Proteção social e educação em nutrição;
  • Comércio e investimentos para melhorar a nutrição;
  • Ambientes saudáveis e de apoio à nutrição em todas as idades;
  • Governança fortalecida e prestação de contas para a nutrição.

 

A publicação ainda recomenda que os países adotem os objetivos SMART – sigla em inglês para Specific, Measurable, Attainable, Relevant e Time-bound. Ou seja, específicos, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com prazo.

 

Nutrição no Instituto IP – No município de Três Lagoas (MS), o projeto Natureza e Corpo, coordenado pelo Instituto International Paper no município de Três Lagoas (MS), desperta os alunos da 6ª a 9ª série para consciência ambiental, dentro do conceito de sustentabilidade alimentar e alimentação saudável.

Quando nasceu em 2013, o projeto resgatava hábitos das gerações passadas, com uso de chás e infusões de plantas com propriedades “terapêuticas”. Em 2015, as escolas Joaquim Marques de Souza e Parque São Carlos passaram a trabalhar com o cultivo de verduras e legumes, em hortas coletivas instaladas nas dependências das instituições de ensino.

 

Agora, em 2017, a ideia foi dar continuidade ao cultivo de alimentos, ampliando as possibilidades dentro das hortas em cada escola. A experiência tem dado certo, tanto que os alunos já fizeram a primeira colheita no mês de agosto.