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Apicultores do programa Apicultura Solidária recebem novos equipamentos de proteção individual

“Cooperados estavam ansiosos para receber os novos materiais”, conta José Antônio Monteiro

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Na unidade de Luiz Antônio, nos dias 6 e 7 de julho, os cooperados da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS) e a Associação dos Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), receberam novos equipamentos de proteção individual (EPI) para o cultivo e colheita de mel.

Para trabalhar com abelhas são necessárias técnicas de manejo e de produção, mas além disso, para garantir a segurança desses trabalhadores no dia a dia, eles precisam de roupas especiais. Durante a produção e extração de mel, é imprescindível um macacão, par de luvas, par de botas e um fumegador. E foram esses materiais que os cooperados receberam do Instituto International Paper.

A entrega dos equipamentos de proteção individual para os apicultores faz parte de uma ação da IP, que renova as ferramentas de trabalho dos cooperados uma vez ao ano. Segundo o líder da COOPERAPIS, José Antônio Monteiro, é uma iniciativa muito importante para todos os apicultores, que utilizam um material de extrema qualidade.

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“Quando soube em que dia poderia buscar todos os pacotes, avisei os cooperados. Alguns já estavam superansiosos para receber os novos equipamentos de proteção e por isso vieram até a mim para buscar”, conta Antônio, que trabalha com apicultura há mais de 40 anos.

Para Monteiro, é muito gratificante fazer parte do projeto Apicultura Solidária. O programa, ajuda no desenvolvimento socioambiental dos apicultores locais e contribui para a geração de renda desses trabalhadores, que utilizam das áreas florestais de eucalipto da International Paper.

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Férias escolares pelo mundo

As estações do ano e datas comemorativas fazem com que cada país adote o recesso em diferentes datas do calendário

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No Brasil, janeiro, julho e dezembro costumam ser meses muito aguardados por alunos de todo o país, pois eles marcam a chegada das férias escolares. Os períodos de recesso alternam entre as escolas particulares e as públicas, que seguem um calendário de nível federal, variando entre 60 e 120 dias distribuídos nos três meses.

Em outros países, porém, essa disposição pode ser bem diferente. É o caso da França, que permite que crianças e adolescentes em idade escolar tenham diversas pausas ao longo do ano. Lá, assim como em boa parte da Europa, dos Estados Unidos e do Canadá, o ano letivo tem início em setembro. Entre o fim de outubro e o começo de novembro, acontecem as “vacantes de la toussaint”, em comemoração ao Dia das Bruxas. E nos meses seguintes ainda acontecem mais quatro pausas: as férias de Natal, inverno, primavera e verão – nos meses de dezembro, fevereiro, abril e julho, respectivamente.

As temperaturas rigorosas dos Estados Unidos fazem com que, lá, a organização dos dias letivos também seja diferente de outras partes do mundo. As aulas começam no meio do ano, quando entra o verão, e o inverno marca as férias, uma vez que a neve é um grande obstáculo para quem precisa se locomover. E existe, ainda, o famoso “spring break”: período de pausa de uma semana antes do início da primavera, para alunos das escolas e universidades norte-americanas.

Na Finlândia, país que sempre figura no topo dos rankings internacionais por sua qualidade na educação, os estudantes possuem uma jornada escolar curta e as férias de verão duram dez semanas! Um longo período se comparado às outras nações.

Embora as quantidades e datas sejam tão diferentes, uma coisa é certa: nenhum país abre mão do merecido descanso durante o ano escolar. Para as crianças, além de um momento de relaxamento e diversão, as férias trazem enormes benefícios para a aprendizagem e devem ser aproveitadas ao máximo.

Renato Meulman Leite da Silva_ Forestry area_crop

Dia do Engenheiro Florestal

Especialistas no manejo sustentável das florestas celebram a profissão em 12 de julho

Renato Meulman Leite da Silva_ Forestry area

No dia 12 de julho é comemorado o “Dia do Engenheiro Florestal”, profissional dedicado à gestão racional e sustentável dos recursos florestais. A data homenageia São João Gualberto, escolhido pelo Papa Pio XIII como Protetor dos Florestais e um dos precursores das leis agrárias. A ele e a seus discípulos é atribuído o lema “conservar e saber usar”, que norteia os trabalhos destes profissionais até os dias de hoje.

Na IP, não poderia ser diferente: são as técnicas de manejo florestal que garantem a qualidade e a sustentabilidade do papel que é produzido pela empresa. Todo o trabalho é focado na redução do desperdício para o bom aproveitamento das florestas plantadas. Para isso, as técnicas de cultivo são essenciais.

“Na IP, temos engenheiros florestais trabalhando nas operações, desde a produção de mudas até a colheita florestal e abastecimento fabril. Também temos engenheiros florestais nas áreas de suporte, como planejamento e inventário, geoprocessamento, fomento e parceria, pesquisa e desenvolvimento”, explica o coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da International Paper, Renato Meulman, que trabalha há sete anos na empresa.

Ele conta que as possibilidades de atuação do engenheiro florestal são múltiplas e não se restringem apenas ao manejo florestal. “Hoje temos engenheiros nas áreas de suprimentos e nas áreas fabris, para produção de celulose.”

Para ser bem-sucedido na profissão – Mas quais as habilidades essenciais que os profissionais precisam desenvolver ao longo da carreira? Para Renato Meulman, é fundamental que o profissional goste do trabalho no campo e entenda como aliar os benefícios que os recursos naturais trazem para as sociedades, com a sustentabilidade do meio ambiente. A utilização destes recursos deve ser inteligente para garantir que não se esgotem na natureza.

“O meu trabalho envolve o desenvolvimento de novas tecnologias tanto para as operações florestais quanto para máquinas e equipamentos. Preciso também garantir que as recomendações técnicas estejam aplicadas de maneira correta para manter a qualidade das operações nas florestas plantadas”, explica.

No Brasil, a profissão de Engenheiro Florestal é relativamente nova e data da década de 1960. Nesses 50 anos, muita coisa mudou e as técnicas de manejo florestal evoluíram muito com as novas  tecnologias que têm contribuído para melhorar as atividades no campo.