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Jardinagem pelo correio

Projeto estimula a troca de sementes por carta

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Com o surgimento do e-mail, a troca de cartas tornou-se um hábito raro entre as pessoas. Mas, a empresária de Florianópolis, Anaísa Catucci teve uma ideia original, que superou a marca de 2 mil pessoas interessadas em 24 horas: a troca de sementes pelo correio. Assim começou o projeto “Sementes pelo Mundo”.

A ideia começou quando Anaísa e o namorado resolveram fazer uma horta doméstica. As sementes que sobraram foram anunciadas nas redes sociais e atraíram milhares de desconhecidos, muito mais até do que a quantidade que eles tinham em mãos. Ao unir o gosto pela correspondência e pela jardinagem, a empresária formou uma rede para a troca de sementes, que são enviadas por carta, com instruções para o plantio.

O projeto atualmente busca parceiros para continuar a crescer e acumula histórias. Os interessados têm diferentes perfis, que vão de pais que querem mostrar aos filhos como uma semente germina a pessoas que perderam parentes e encontraram na jardinagem uma espécie de terapia.

Plantas na educação – No Instituto International Paper, o projeto Natureza e Corpo existe desde 2013 na unidade de Três Lagoas Lagoas (MS) para difundir a cultura regional por meio das ervas e hortas comunitárias implantadas nas escolas municipais.

Até 2015, o Natureza e Corpo fazia um resgate da tradição, com as plantas utilizadas pelos nossos avós em chás e na culinária, mostrando os benefícios das plantas para a saúde. No ano passado, o Natureza e Corpo ingressou em uma nova fase e levou a horta para a escola, em uma proposta multidisciplinar, em que os professores das diversas áreas do conhecimento se apropriavam dos canteiros para a explicação de conteúdos da grade curricular tradicional, conectando teoria e prática.

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ONU propõe redução de plásticos dos oceanos

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A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou, no final de fevereiro, uma campanha global pela diminuição de plásticos dos oceanos até 2020. Denominada “Clean Seas”, a iniciativa é mobilizar governos, empresas e membros da sociedade civil em prol desta meta.

Lançada na Cúpula Mundial dos Oceanos, a campanha propõe diferentes focos de atuação. Às autoridades governamentais, cabe a implantação de políticas públicas para a redução do uso de plástico. Para as empresas, a diminuição de embalagens neste material, estimulando também a mudança de comportamento no consumidor final.

Em números – De acordo com dados da ONU, de todo o lixo presente nos oceanos, 80% é composto por plásticos. Isso significa um prejuízo estimado em US$ 8 bilhões à natureza. Se a situação não mudar, a perspectiva é que, no ano de 2050, haja mais plásticos do que peixes nos oceanos.

Diante de um cenário que pede por mudanças urgentes, alguns países, como a Indonésia, que sediou a Cúpula dos Oceanos em fevereiro, e também o Uruguai, já se comprometeram com a meta. Além destes, mais sete países também assumiram o compromisso.

Na mira – De todos os tipos de plásticos que chegam aos oceanos, dois tipos têm, hoje, o maior impacto sobre o ecossistema marinho: os microplásticos contidos em cosméticos e as embalagens descartáveis. A meta é eliminá-los dos oceanos até 2020.

Novo olhar – Ciente dos danos que o descarte de plástico na natureza pode causar, uma startup mexicana, a EcoDomum, enxergou uma oportunidade: transformar o que iria para o lixo em casas populares. Além de fabricar os painéis utilizados na construção, a empresa participa das etapas anteriores, como a coleta e a separação do material.

Só em 2016, foram construídas mais de 500 casas. O custo médio de um projeto de 40 m² é US$ 280. A iniciativa mostra que há caminhos viáveis para que o plástico ganhe novos destinos.

Além de convocar os governos e as empresas, a campanha da ONU traz à tona uma importante questão: como a mudança de hábito influencia positivamente na redução dos impactos ambientais? Tem-se, então, o importante papel das escolas e das famílias na educação das futuras gerações, disseminando práticas mais sustentáveis para redução dos resíduos plásticos na natureza.

Na International Paper, as atividades coordenadas pelo Instituto IP têm o objetivo de difundir boas práticas em sustentabilidade e meio ambiente nas comunidades onde a empresa opera. Para isso, o Instituto atua em parceria com as escolas locais, levando os projetos PEA (Programa de Educação Ambiental), ESA (Educação Socioambiental) e Guardiões das Águas.

Cada um deles traz a reflexão sobre a importância de se adotar hábitos mais sustentáveis para reduzir, reciclar e reutilizar.

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“Dia Mundial da Água” completa 25 anos

Instituída pela ONU em 1992, a data alerta para a reflexão sobre o uso racional dos recursos hídricos.

01Há 25 anos, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 22 de março como o “Dia Mundial da Água”. A ação é um chamado às autoridades governamentais e à população sobre a utilização deste recurso vital para a sobrevivência no planeta.

Na ocasião, a ONU também divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água. O documento destaca, em dez itens, o valor do patrimônio hídrico e da preservação ambiental para a vida, além de lembrar a finitude dos recursos naturais, que é agravada pelo comportamento predatório do Homem.

Declaração Universal dos Direitos da Água

-A água faz parte do patrimônio do planeta;
2-A água é a seiva do nosso planeta;
3- Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;
4- O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;
5- A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;

6- A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;
7- A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada;
8- A utilização da água implica respeito à lei;
9- A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;
10- O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Embora o planeta Terra tenha 2/3 de sua superfície coberta por água, menos de 1% é apropriado para o consumo humano. Soma-se a isso a insuficiência na distribuição e no tratamento para abastecer toda a população mundial. De acordo com informações das Nações Unidas, mais de 80% do esgoto produzido por seres humanos volta à natureza sem qualquer tipo de tratamento. A perspectiva é que a demanda de água potável aumente em 50% até o ano de 2030.

Diante de um cenário como este, a participação de todos é fundamental. A consciência ambiental pode ser disseminada em todos os setores da sociedade, por exemplo, por meio de ações sustentáveis, que aproveitem a água em seu máximo potencial.

O papel da indústria

Além da mudança de hábito por parte da população, o “Dia Mundial da Água” reforça a importância da adoção de boas práticas nas indústrias para a produção sustentável. De acordo com o “Relatório sobre o desenvolvimento mundial da Água” da ONU, o ano de 2017 terá a temática da “Água Residual”. Com isso, as soluções e aplicações para a água de reuso, imprópria para consumo, mas fundamental nos processos produtivos e nas operações fabris ganham mais destaque no debate sobre o consumo consciente.

Na IP, 95% da água utilizada no processo de fabricação de papel volta tratada à natureza ou é reutilizada. A empresa tem um compromisso não só com a produção sustentável, mas também entende sua função social de contribuir para a educação socioambiental de crianças e jovens por meio dos Projetos do Instituto International Paper.

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Participe do Prêmio Guardiões das Águas 2017

guardioesdasaguasEste ano, atividades acontecem na região de Luiz Antônio (SP)

 Após a passagem por Rio Verde (GO) em 2016, a próxima edição do projeto Guardiões das Águas será realizada no interior do Estado de São Paulo, abrangendo as escolas municipais de Ensino Fundamental dos municípios de Luiz Antônio, Guatapará, São Simão e Altinópolis. A equipe do Instituto International Paper (IIP) responsável pela iniciativa já concluiu as etapas de divulgação e agora as Escolas devem se preparar para submeter seus projetos no edital.

O Guardiões das Águas acontece em etapas, ao longo de todo o ano letivo e propõe à comunidade escolar a reflexão sobre o uso consciente dos recursos hídricos. Mais do que discutir a teoria, os alunos e seus professores são estimulados a desenvolver propostas de economia de água, que possam ser colocadas em prática. As instituições de ensino vencedoras ganharão um prêmio de R$ 7 mil cada para tirar suas ideias do papel e transformá-las em benfeitorias para todos.

As escolas participantes deverão preencher o formulário de inscrição e encaminhar por e-mail para sabrina.tenello@ipaper.com até o dia 28/04.

Abaixo os links com os materiais do edital:

1 – Edital de Abertura

2 –Formulário de Inscrição

3 – Dúvidas e Perguntas Frequentes (FAQ)

4 – Roteiro para preenchimento da ficha de inscrição

Em caso de dúvidas, entre em contato:

Sabrina Tenello: (16) 3986-9073 / sabrina.tenello@ipaper.com
Julia Valadares: (16) 3986-9076 / julia.valadares@ipaper.com

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Formare 2017 começa no pique total

05-formare1Desde o dia 7 de março, os alunos do Formare estão frequentando as aulas do projeto nas unidades de Mogi Guaçu (SP), Luiz Antônio (SP) e Três Lagoas (MS). Os 50 jovens estão empenhados em saber tudo o que precisam para fazer a escolha certa na carreira, além descobrir as particularidades dos processos produtivos e a rotina dentro das unidades da IP.

A primeira semana de aula é sempre acompanhada de muita curiosidade e sede de aprendizado. Para começar, a equipe de Instituto IP faz um trabalho de integração, especialmente desenvolvido para receber os alunos.

No primeiro dia de aula, os jovens têm um panorama geral da empresa e suas unidades de negócio em todo o mundo. Eles também ficam por dentro dos benefícios oferecidos pelo programa e da carga horária de estudos.

No dia seguinte, os estudantes conversam com os coordenadores do Projeto Escola Formare IP de suas respectivas unidades. Na ocasião, são abordados as disciplinas, a grade curricular e o processo de avaliação ao longo do curso.

As aulas regulares são ministradas pelos profissionais da International Paper que atuam como Educadores Voluntários (EVs). O grupo também desenvolve projetos especiais durante os dez meses de capacitação e os apresenta às equipes de profissionais em eventos internos.

No Formare, os jovens aprendem um pouco mais sobre a prática do voluntariado, bastante valorizada na empresa.

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Instituto convida apicultores clandestinos para projeto

Cultivo de mel fora das normas põe em risco a segurança nas florestas plantadas

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O Instituto International Paper iniciou, recentemente, um mapeamento de suas áreas florestais. Esse levantamento identifica a atuação de apicultores que atuam clandestinamente nas florestas plantadas ou nas Áreas de Proteção Permanente (APP), mantidas pela IP.

O intuito, além de levantar o número de pessoas que trabalham fora das regras estipuladas pelo Apicultura Solidária, é convidá-las para participar do projeto. Desta forma, estabelecem um diálogo para a partilha do conhecimento sobre o cultivo do mel.

A apicultura é uma atividade de baixo impacto ambiental por depender da natureza e do tempo de florada das espécies. Mas o trabalho clandestino não obedece às normas de segurança, que são essenciais em todas as atividades das áreas da International Paper.

“O que pretendemos é chamar essas pessoas para que façam parte do Apicultura Solidária. A segurança para a IP é um valor e a atividade irregular põe em risco a saúde das pessoas e a manutenção das áreas nativas, que preservamos”, conta Gabriel Lima, analista de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP.

Os cooperados que fazem parte do Apicultura Solidária, projeto mantido pela empresa há sete anos, trabalham amparados pelas normas de segurança estipuladas pela IP, dentro da legislação vigente. Com isso, todos ganham! Não só na produção e na qualidade do mel, mas também em conhecimento técnico ao compartilhar experiências com os demais apicultores.

 

 

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Formare 2017 recebe mais de 170 inscrições de Educadores Voluntários

Projeto coordenado pelo Instituto International Paper envolve profissionais da IP na capacitação de jovens para o mercado de trabalho.

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Encerradas em 17 de fevereiro, as inscrições para Educador Voluntário (EV) na próxima turma do Formare foram um sucesso. 174 profissionais decidiram compartilhar seus conhecimentos com os alunos selecionados para a edição 2017 da ação nas unidades de Mogi Guaçu (SP), Luiz Antonio (SP) e Três Lagoas (MS).

A expressiva adesão ao projeto mostra o compromisso da International Paper com o voluntariado. Por meio das iniciativas do Instituto IP, a empresa já beneficiou mais de 28 mil pessoas no ano passado.

Formare 2017 – as aulas nas três unidades do Projeto Escola Formare começaram no dia 7 de março e já estão a todo vapor. Este ano, serão oferecidas mais de 20 disciplinas, abrangendo áreas de conhecimento geral, como física, química, língua inglesa e matemática. Estão na grade curricular também, disciplinas ligadas ao processo de fabricação de papel e celulose, ministradas por profissionais das áreas técnicas, que vivem o dia a dia dos processos na indústria.

A Técnica de Qualidade e Processos de Três Lagoas, Paula Rocha, acredita que o trabalho como EV ensina tanto os alunos como também os próprios profissionais, que aprendem um pouco mais sobre a dinâmica de sala de aula e no próprio convívio com os estudantes. “Sempre surge uma pergunta nova, um questionamento e isso me instiga a aprender mais, para levar respostas para eles. Afinal, todos nós somos eternos aprendizes. ”, declara a profissional que está na IP há nove anos e será responsável pela disciplina de inglês.

O Formare já capacitou cerca de 350 jovens, desde sua implantação na IP no ano de 2010. Além das aulas com os Educadores Voluntários, os alunos recebem o acompanhamento de líderes da International Paper, que atuam como tutores, na orientação e no aconselhamento para questões relacionadas a estudos e carreira.

 

 

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Logística reversa: uma aliada da sustentabilidade

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Desde 2015, o Brasil tem um Acordo Setorial firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, para a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto. Nele, empresas privadas se comprometeram em reduzir em 22% a quantidade de embalagens destinadas a aterros até o fim deste ano.

Este grupo de organizações, que é ligado ao “Compromisso Empresarial para Reciclagem” (CEMPRE), conta com o processo de logística reversa para cumprir essa meta. Desta forma, ao mesmo tempo em que estimula o trabalho de cooperativas, a inciativa colabora com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, implementada na forma de lei pelo Governo Federal em 2010.

Em fevereiro deste ano, o relatório com os primeiros resultados do Acordo Setorial de Embalagens revelou que o sistema de logística reversa chega a mais de 50% da população, por meio de ações realizadas em 422 municípios em 25 estados brasileiros. Elaborado pelo grupo “Coalizão Embalagens”, que reúne 28 associações empresariais, os dados mostram que isso só foi possível graças a ampliação da capacidade produtiva das cooperativas.

Na International Paper – A redução de resíduos é uma preocupação constante na IP. Uma das alternativas implantadas pela empresa, desde 2013, é o projeto Baled at Source, ou B@S. Ele consiste na compra de aparas (fardos de papelão ondulado) diretamente de supermercados, hospitais e indústrias.

A IP estabelece uma parceria com estas grandes empresas e oferece os recursos necessários, como transporte e prensa enfardadeira, para que as embalagens retornem e possam ser recicladas.  As aparas são utilizadas na fabricação de novas caixas de papelão e, ao comprar diretamente da fonte, ganha-se na relação custo-benefício e no produto final, que é de mais qualidade por conta da matéria-prima.

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Plataforma on-line permite troca de conhecimento entre escolas de todo o País

shutterstock_347798567Compartilhar nunca esteve tão em alta. É o caso da Edukatu, uma rede que promete aproximar alunos e professores do Ensino Fundamental para o compartilhamento de projetos voltados para o consumo consciente e o uso racional dos recursos naturais. Graças a uma parceria com a Secretaria de Estado da Educação, Sabesp e o Instituto Akatu, 42 projetos, que envolvem diferentes estratégias para economia de água, estão em andamento.

Para participar, basta fazer um cadastro gratuito no site edukatu.org.br. A plataforma oferece diversas atividades para instrumentalizar os educadores para a abordagem do tema da sustentabilidade ambiental em sala de aula, além de viabilizar a troca de boas práticas. A iniciativa já conta com a participação de mais de 300 escolas de 64 municípios paulistas, 1.606 professores inscritos e 1.694 alunos.

Economia de Água: uma preocupação antiga do IIP

Uma das causas apoiadas pelo Instituto International Paper (IIP) é a educação socioambiental de crianças e adolescentes. E o uso consciente dos recursos naturais é um tema trabalhado há oito anos pelo projeto Guardiões das Águas, que anualmente mobiliza escolas públicas próximas de unidades da IP para a elaboração de projetos focados na redução do consumo no ambiente escolar.

A cada ano, uma região é escolhida e, em 2017 será a vez dos alunos e professores dos municípios de Luiz Antônio, Guatapará, Altinópolis e São Simão, no interior de São Paulo, a colocarem suas ideias em prática, contribuindo assim para a preservação desse recurso tão valioso para nossa sociedade.

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Apicultura Solidária estuda cultivo de mel em mata nativa

Instituto avalia a possibilidade de estender a produção sustentável em áreas protegidas pela International Paper

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O Apicultura Solidária, projeto coordenado pelo Instituto International Paper (IIP), prepara-se para ganhar novos horizontes. Além do cultivo de mel nas florestas plantadas, este ano, os profissionais da área florestal, ao lado dos apicultores cooperados, estudam a viabilidade de estender a instalação das caixas-iscas para o cultivo de mel nas áreas de Reservas Legais (RL), mantidas pela International Paper (IP).

A intenção é implantar o projeto ainda em 2017, caso os estudos mostrem a viabilidade da extensão dos apiários, dentro dos padrões de segurança e sustentabilidade requeridos pelas RL, como já ocorre nas florestas plantadas de eucalipto.

Baixo impacto ambiental – A apicultura é considerada uma atividade agrícola sustentável, pois depende da natureza para existir e, ao contrário de outras culturas, não causa grandes alterações no ambiente, aproveitando-se da flora existente em cada localidade e dos momentos de florada de cada espécie.

Com a autorização para cultivo nas áreas de Reserva Legal, produção ganhará mais espaço e diversidade para a polinização das mais variadas espécies. Atualmente, a International Paper mantém aproximadamente 26 mil hectares de florestas nativas.

O PROJETO - Desde 2011, o Apicultura Solidária contribui para a manutenção das atividades da Cooperativa de Apicultores da Região de Ribeirão Preto (Cooperapis) e da Associação de Apicultores de Leme e Região (AAPILEME), que utiliza as florestas de eucalipto da IP para a produção de mel. Grande parte dos cooperados e associados vivem exclusivamente da prática apícola enquanto outros ganham uma renda extra com a atividade.

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Educadores Voluntários preparam-se para o Formare

Antes do início do curso, os EVs participaram de treinamento com técnicas e metodologias de ensino para aproveitar ao máximo o horário das aulas

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Nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro, os Educadores Voluntários da edição de 2017 do Projeto Escola Formare IP, nas unidades de Três Lagoas, Luiz Antônio e Mogi Guaçu, passaram por um dia de treinamento prático. Ministrado pela Fundação Iochpe, o curso foi elaborado para instrumentalizar os profissionais da International Paper com técnicas pedagógicas para o trabalho em classe e melhor aproveitamento das aulas, além de trazer dicas de apoio para pesquisa de temas, preparo de conteúdo, propostas de trabalhos e dinâmicas em sala de aula, atribuições extraclasse de cada um dos Educadores Voluntários.

A ideia é fazer com que os EVs possam extrair o seu máximo potencial como educadores e estimular os alunos a fazerem o mesmo, desenvolvendo um pensamento crítico e analítico às mais diversas situações.  O treinamento, que também apresentou um panorama da educação no Brasil, explicou ainda a melhor forma de organizar a agenda de trabalho do profissional IP, conciliando-a com as atividades das aulas.

 Formando jovens para o futuro

 Ao longo de sete anos na International Paper, com a coordenação do Instituto IP, o Projeto Escola Formare IP já capacitou cerca de 350 jovens, preparando-os para o mercado de trabalho. Ao longo de 10 meses, eles participam de diversas aulas e desenvolvem habilidades e competências, com disciplinas que trabalham a comunicação e o relacionamento interpessoal, além de temas específicos relacionados à produção de celulose e papel. Os jovens aprendem a elaborar e a executar projetos, que são apresentados às demais áreas da empresa, e dão suporte à organização e divulgação de eventos do IIP, como as campanhas de voluntariado, entre outras iniciativas.

Ao final da capacitação, os alunos recebem um diploma reconhecido pelo Ministério da Educação e emitido pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).