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Aplicativos gratuitos ajudam na rotina de sala de aula

Projeto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) cataloga softwares livres com conteúdos para a Educação Básica e Ensino Superior

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Os alunos e os Educadores Voluntários do Formare 2017 podem contar com mais uma fonte de pesquisa gratuita para auxiliar as aulas e as pesquisas: o projeto “Software Educacional Livre para Dispositivos Móveis”.

Desenvolvido pelo professor universitário Paulo Francisco Slomp e seu aluno André Machado, ambos da UFRGS, o projeto consiste em uma tabela com mais de 300 aplicativos gratuitos para Android, com conteúdos de apoio em diversas áreas do conhecimento. Uma alternativa que pode ajudar educadores e estudantes no dia a dia da sala de aula, com materiais gratuitos e abertos a quem quiser aprender mais.

Confira as categorias e o número de aplicativos por nível de ensino.

– 78 para Educação Infantil;
– 154 para os anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano);
– 173 para os anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano);
– 181 para o Ensino Médio;
– 203 para o Ensino Superior.

O material está dividido por área do conhecimento e reúne conteúdos sobre Biologia, Educação Física, Educação Artística, Física, Geografia, Informática, Matemática, Medicina, Música, Química e Sociologia. Há também material sobre acessibilidade, ensino religioso, idiomas e jogos.

Treinando o inglês – A lista reúne aplicativos em português, inglês, francês, espanhol e catalão. A maioria dos conteúdos está na língua inglesa, o que possibilita a prática do idioma ao incluí-lo nas atividades do dia a dia, além do estudo das próprias disciplinas que integram o currículo escolar.

Conteúdo aberto – A tabela criada por Paulo Slomp e André Machado está aberta a inserções de novos aplicativos, o que possibilita a atualização da listagem a qualquer momento.

Ficou curioso? Acesse a lista aqui.

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Formare IP abre inscrições para Educadores Voluntários em 2017

Até o dia 17 de fevereiro, qualquer profissional da IP pode escolher uma disciplina para ministrar aulas para as próximas turmas em Mogi Guaçu, Luiz Antônio e Três Lagoas

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As inscrições para o próximo time de Educadores Voluntários da turma 2017 do Projeto Escola Formare já estão abertas. Para participar, basta apenas o pré-requisito do voluntariado: ter vontade.

No ano passado cerca de 150 profissionais se inscreveram para dar aulas aos alunos do projeto nas unidades de papel e celulose, localizadas em Mogi Guaçu (SP), Luiz Antônio (SP) e Três Lagoas (MS).  Este ano, a expectativa é termos ainda mais voluntários no Formare, mostrando o compromisso dos profissionais da IP com a capacitação de jovens.

Vontade de ensinar e de aprender – cada profissional pode escolher até três disciplinas para ministrar aulas, de acordo com seus conhecimentos e área de atuação. Desta forma, eles contribuem para o desenvolvimento de jovens que estão em fase de decisão de carreira. “A experiência de atuar como EV é bastante enriquecedora, pois aprendi a lidar com diferentes opiniões e a ouvir mais. É um treinamento de liderança”, diz Gláuber Sales, educador voluntário em Mogi Guaçu.

Para Wagner Cortez, educador voluntário em Luiz Antônio, participar do Formare também ajudou a achar soluções para o seu dia a dia. “A busca por materiais para preparar as aulas, me mostrou que há muitas semelhanças entre os assuntos trabalhados no curso e o que se discute no dia a dia profissional. Eu não só encontrei soluções, como consegui captar ideias dos alunos para serem implementadas no meu trabalho”, revela.

Em Três Lagoas, a educadora voluntária Bruna Locatelli, vê o Formare como uma via de mão dupla na construção de conhecimento, capaz de transformar quem se propõe a ensinar e quem chega para aprender. “É um trabalho que me ensinou a ser melhor em todos os aspectos. É muito gratificante”, conta.

Início das aulas – o Projeto Escola Formare IP inicia o ano letivo no dia 3 de março. Em 2017, os 50 alunos aprovados seguem o mesmo calendário, com o final do curso previsto para novembro. Nos próximos dez meses, as turmas terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o processo de fabricação de papel e celulose, além de aprender conceitos de comunicação oral e escrita, língua inglesa, sustentabilidade, segurança, entre outros temas.

O intuito é combinar algumas disciplinas teóricas, que ajudarão os alunos na conquista de uma vaga no mercado de trabalho, com a parte prática voltada aos processos industriais. “A ideia é instrumentalizarmos os alunos para que eles consigam participar de futuras entrevistas de emprego, mostrando todo o seu potencial, com um bom currículo e uma boa vivência, por conta das interações que eles têm ao longo do curso”, explica a Gerente de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP, Gláucia Faria.

Este ano, mais de 500 candidatos das três regiões participaram do processo seletivo na disputa por uma vaga no Formare IP.