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ESA 2016: fique por dentro dos Concursos de Redação e Literário

Educação socioambiental trará a Alimentação Saudável como tema de 2016

EducacaoSocioambiental_-81Vencedores dos ESA 2015, durante a cerimônia de premiação e recebimento de certificado


Neste ano, o Projeto Educação Socioambiental do Instituto International Paper acontecerá nos meses de agosto e setembro com a 41ª edição do Concurso de Redação e a 11ª edição do Concurso Literário. Os concursos são voltados para alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio e para professores e diretores das escolas públicas e particulares, respectivamente.

Para o Instituto, é uma conquista manter esse programa e trazer conhecimento de redação para alunos e professores, abordando temas tão importantes. Para ambos os concursos, o IIP trouxe um assunto bastante discutido nos dias atuais: a alimentação saudável. Uma preocupação e um cuidado que têm despertado o interesse e a atenção das pessoas, principalmente pelo fato de o País ter aproximadamente 50% da população com sobrepeso.

Estima-se que em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos no mundo estejam acima do peso.
“Trazer essa temática para que os jovens se inteirem sobre o tema é mais do que relevante. Queremos que eles pesquisem o tema e percebam a importância de se alimentar bem, podendo repassar essas boas práticas para seus familiares e para a comunidade. Além disso, os concursos são uma excelente oportunidade de aprendizado de redação e estilo, além de trazer o reconhecimento, com o prêmio”, afirma Tomás Alexandre Fernandes, Analista de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da International Paper.

E não apenas conhecimento sobre o tema será compartilhado. Neste ano, o IIP oferecerá um workshop diferenciado: os professores e diretores participarão do workshop com profissionais do Instituto para direções de redação e estilo e eles serão os responsáveis por repassar esse conhecimento em sala de aula aos alunos selecionados para o Concurso de Redação. É um momento de troca de conhecimento, em que todos aprendem.

Os dois concursos premiam as melhores redações e o IIP realiza uma cerimônia de premiação, que acontecerá no mês de Outubro. “O IIP acredita que oficializar esse reconhecimento com o prêmio e também com a cerimônia é mais do que fazer com que essas pessoas vejam sua importância e seu destaque. É também engajar mais alunos e professores a participar no próximo ano. É um projeto tradicional na região, no qual todos esperam para participar, concorrer e vencer!”, explica Gláucia Dias de Faria, Gerente de Responsabilidade Social e Sustentabilidade  da International Paper.

INDICADORES

Saiba mais sobre os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do IBGE

ids-2015-ibgeHoje, é praticamente consenso que o desenvolvimento sustentável é um processo que se traduz na combinação de três pilares para benefício das gerações presente e futura de um país: crescimento da economia, conservação do meio ambiente e melhoria na qualidade de vida da sociedade.

Com base nessa premissa, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elabora periodicamente a publicação “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável” (IDS), que está em sua 6ª edição e reúne 63 indicadores, que procuram traçar um panorama do país em quatro dimensões: ambiental, social, econômica e institucional. A construção desses indicadores teve como base as pesquisas do próprio Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e também de ministérios, secretarias estaduais e municipais, Iphan e Unesco, entre outras instituições.

O estudo do IBGE dá continuidade à divulgação, que foi iniciada em 2012, com objetivo de disponibilizar um sistema de informações para o acompanhamento da sustentabilidade do padrão de desenvolvimento do país. Assim como as demais edições, a publicação é orientada por diretrizes da CDS (Comissão de Desenvolvimento Sustentável) da ONU – Organização das Nações Unidas.

Pela primeira vez, a publicação traz informações sobre a diversidade cultural e ambiental do País, por meio do Indicador de Patrimônio Cultural Brasileiro, formado por bens culturais e naturais reconhecidos pela Unesco, como o Samba de Roda no Recôncavo Baiano e o Centro Histórico de Olinda.

A construção de indicadores de desenvolvimento sustentável no Brasil integra-se ao conjunto de esforços internacionais para concretização das ideias e princípios formulados na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em 1992. Eles possibilitam mensurar as qualidades ambiental e de vida da população, o desempenho macroeconômico do País, os padrões de produção e consumo e a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável.

Para saber mais sobre o assunto, acesse: www.ibge.gov.br

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Três Lagoas forma mais uma turma do Projeto Escola Formare

Em cerimônia cheia de surpresas, alunos discursaram e homenagearam o trabalho dos Educadores Voluntários

foto Formare TL2

Mais um ciclo termina e uma nova etapa se inicia para os recém-formados do Projeto Escola Formare de Três Lagoas. A solenidade de formatura aconteceu no dia 7 de julho, no salão Vieira Festas e contou com a presença dos familiares dos jovens diplomados e também dos profissionais da IP que fizeram parte da formação dos alunos durante os 10 meses de curso, atuando como Educadores Voluntários (EVs) ou Tutores.

Em uma solenidade cheia de surpresas, a paraninfa da noite, escolhida pelos alunos, foi a Assistente Administrativa da IP, Bruna Locatelli (na foto, ao centro de branco). Há cinco anos na empresa, a EV da disciplina de Comunicação Oral e Escrita conta que ficou muito feliz pelas homenagens, revelando que a cerimônia de formatura teve a data alterada para não coincidir com as suas férias. “Eu havia dito em uma das aulas que talvez não estivesse presente na formatura porque estaria de férias. Depois a data mudou, e eu nem desconfiei de nada. Soube no dia, que seria a paraninfa e fiquei sem palavras. Foi uma turma muito especial”, conta.

Mas as surpresas da noite não pararam por aí. A formanda Ana Lívia Ribeiro, de 17 anos, conta que ficou muito emocionada ao descobrir que faria o discurso para as famílias. “Foi muito emocionante. Na hora de receber o diploma, passou um filme na minha cabeça com os flashes destes 10 meses”, diz a técnica em química que se inscreveu no Formare por conta da parte prática oferecida pelo curso e que se prepara para concorrer a uma vaga de jovem aprendiz na IP, assim que houver oportunidade.

Para Augusto Lino dos Santos, 17 anos, formando de Três Lagoas, o Formare mudou a forma como ele vê o mercado de trabalho. “É difícil citar o que foi melhor, mas o curso me deu uma visão de futuro, me mostrou que o importante é não ficar parado e estar sempre preparado”. Para ele, foi muito importante ver sua tutora, Gláucia Faria, Gerente de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP, na cerimônia de graduação. “Eu sei que a agenda dela é muito ocupada, mas fiquei muito feliz e surpreso por conseguir vê-la”, afirma.

Ele também ressalta o trabalho da EV Bruna Locatelli. “Os alunos criaram um vínculo muito forte com ela, porque as aulas eram depois do almoço e não era fácil. Mas ela sempre trouxe aulas dinâmicas, que envolviam”, revela Augusto, que pretende agora estudar para o Enem e tentar uma vaga na área de Sistemas da Informação na UFMS.

Para todos os EVs, fica a sensação de missão cumprida e a expectativa para a próxima turma, prevista para o primeiro semestre de 2017. Para os jovens formandos, o começo de uma nova trajetória. Boa sorte a todos!

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12 de julho: dia do Engenheiro Florestal

Conheça o trabalho desse protetor do meio ambiente, profissional fundamental nos negócios da International Paper

Símbolo da Engenharia Florestal

Símbolo da Engenharia Florestal

Hoje é o dia do Engenheiro Florestal. Uma data que surgiu em homenagem a São João Gualberto, um monge conhecido por dedicar-se à preservação das florestas e ao cultivo da fauna e da flora. Ele faleceu nesta data no ano de 1703 e desde então foi nomeado como protetor dos Engenheiros Florestais.

Hoje é o dia do Engenheiro Florestal. Uma data que surgiu em homenagem a São João Gualberto, um monge conhecido por dedicar-se à preservação das florestas e ao cultivo da fauna e da flora. Ele faleceu nesta data no ano de 1703 e desde então foi nomeado como protetor dos Engenheiros Florestais.

Para o campo de atuação da International Paper e principalmente pelo papel do Instituto International Paper em todas as ações de manejo florestal e de produção de papel, esse dia é de grande importância para nós. Por isso, conversamos com o especialista em abastecimento de Fibras da planta de Mogi Guaçu, Bruno Mariani Piana, de 28 anos, engenheiro florestal formado pela Universidade de Göttingen, na Alemanha.

Para Bruno, comemorar o dia do Engenheiro Florestal é amar o meio ambiente e todas as questões que garantam sua preservação.

Para Bruno, comemorar o dia do Engenheiro Florestal é amar o meio ambiente e todas as questões que garantam sua preservação.
Como é o trabalho do engenheiro florestal na International Paper?
O trabalho do engenheiro florestal começa na área de conservação do meio ambiente, ou seja, garantindo que todas as ações estejam de acordo com as legislações e normas que as certificadoras exigem. Temos o controle de toda produção de muda, irrigação, combate de pragas e doenças para que o plantio cresça saudável.

Na parte estratégica, é preciso entender qual a melhor maneira de plantar, cuidar, colher e todo o processo de desenvolvimento para a adaptação da muda ao ambiente. Voltada a engenharia florestal, na parte científica, temos o “manejo”, a forma de tratar a árvore: espaço entre as mudas, quantidade de adubo, nutrientes e água. É preciso extrair a maior parte de madeira naquele espaço de terra.

Na parte cerebral: qual o investimento, quanto de retorno em madeira poderei ter, como consigo trazer essas madeiras para a fábrica, custo x benefício, o que você gasta durante sete anos para produzir uma floresta, aumento de 30% no custo operacional para trazer a madeira para a fábrica, e outros. O engenheiro florestal faz toda a parte analítica do processo, desde o início ao reflorestamento.

E como funciona a parte de Certificação? É um quesito fundamental para a IP, certo?

Sim, é uma parte extremamente sensível, porque são selos e certificações que garantem que a nossa operação esteja alinhada com as melhores práticas de manejo e conservacionistas. Temos que seguir isso a rigor, ter um produto de qualidade, ganhar os selos e as certificações que permitam vender papel em mercados desenvolvidos, como o europeu. O engenheiro florestal precisa ser um cara
extremamente minucioso, ter a capacidade de traduzir as exigências em práticas internas da empresa e precisa ter um conhecimento político e operacional muito grande.

O que te motiva nessa profissão?

Todo jovem que está terminando o ensino médio passa por essa crise existencial de qual será sua famosa vocação. A minha decisão foi feita com base na empregabilidade. Entrei na faculdade em 2006 e gostava muito de lidar com o meio ambiente. Eu imaginava que quando me formasse existiria um mercado muito voltado às questões ambientais. Isso tudo por causa do tratado de Kyoto que saiu em 2005.
Me encantei pela parte mais business da engenharia, pela essência e pela gestão de negócios florestais, sempre no corporativo. É impressionante como o setor industrial bem gerenciado, como na International Paper, consegue fazer trabalhos brilhantes na sociedade, institutos sociais e ambientais.

E quais os principais desafios em ser um Engenheiro Florestal?
Acredito que um deles seja conseguir uma produção de monocultura atrelado a práticas sustentáveis que não agridem o meio ambiente e nem a produtividade. Hoje as florestas deixam de produzir por causa das mudanças climáticas. Precisamos nos adaptar a essa mudança. O Engenheiro Florestal é contratado por sua capacidade de solucionar problemas e por superar determinadas barreiras com mais facilidade.

E o que mais te encanta na área?
Eu gosto de estar envolvido em várias transformações, ou seja, do produto, do meio ambiente ou da sociedade. Em determinados momentos o seu escritório parece ser uma floresta, não tem aquele caos de trânsito e tem ar puro.