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FSC e Cerflor: garantia de produtos sustentáveis

Conheça um pouco mais sobre as certificações FSC e Cerflor, que estampam as embalagens dos produtos IP, e descubra o trabalho que está por trás de cada um destes selos

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Pensar no desenvolvimento sustentável faz parte da rotina da International Paper, cujos produtos seguem rigorosas normas de sustentabilidade, reconhecidas internacionalmente, como a Forest Stewardship Council, que traz o selo FSC, e a Cerflor, Certificação Florestal, que segue os padrões do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e Tecnologia).

Os selos são bem conhecidos e estampam os diversos produtos fabricados pela International Paper, mas qual o significado deles? Por que é tão importante obtê-los?

FSC – Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal) é uma organização independente, não governamental, responsável por promover ações relacionadas ao manejo florestal no âmbito global. Na prática, o FSC estabelece os parâmetros internacionais para certificação e credita às certificadoras, habilitando-as para as auditorias. As empresas interessadas em obter a certificação precisam contratar uma certificadora, que irá a campo para uma verificação, orientando para que o contratante se adeque aos requisitos exigidos.

“As auditorias verificam o jeito que a empresa planta, a maneira como se cuida do eucalipto durante o crescimento, a colheita, todos os processos que envolvem a floresta. Esta certificação é diferente da certificação da fábrica, que avalia o momento em que eu recebo a madeira já certificada para que o papel produzido receba o selo”, explica Priscila Zahn, Coordenadora de Excelência de Manufatura, área responsável também por outras certificações da IP, como a ISO 9001 (qualidade) e a ISO 14001 (meio ambiente).

Após a primeira avalição da certificadora, a empresa faz as adequações cabíveis para receber a certificação em suas operações. O FSC não emite o certificado, que fica por conta da certificadora contratada pela empresa. A vistoria, após o recebimento do selo, é feita anualmente para a manutenção do certificado. “A cada cinco anos é necessário fazer a renovação em um novo processo de auditoria, que verificará se a empresa continua cumprindo todos os requisitos necessários”, conta Priscila Zahn.

Quando uma empresa comercializa produtos certificados, é necessário também obter a Certificação de Cadeias de Custódia (CoC), que assegura que a produção é feita em condições socialmente responsáveis, mitigando danos ambientais em todo o processo produtivo, do recebimento da matéria-prima ao produto final. É a certificação de Cadeia de Custódia que mostra ao consumidor final que o material posto à venda seguiu parâmetros sustentáveis do começo ao fim.

“A gente vende papel para gráficas que imprimem livros. Se a gráfica quiser os livros certificados, ela pode comprar o nosso papel. Então, ela vai certificar a cadeia de custódia dela, que verifica a produção do momento em que a matéria-prima entra até o momento em que o produto final sai. Aqui na IP, minha matéria-prima é a madeira, que é transformada em papel. Na gráfica, a matéria-prima é o papel, que vira livro”, explica Priscila, ressaltando que são duas cadeias de custódia diferentes e a empresa certificadora avaliará cada uma delas, separadamente.

Os requisitos para a certificação são os mesmos: tanto para a indústria, que transforma madeira em papel, como para a gráfica, que utiliza o papel para a impressão de livros, ou para uma indústria de móveis, que precisa comprar matéria-prima certificada, caso queira ter os selos FSC ou Cerflor em seus produtos.

Saiba mais sobre o Cerflor, clicando aqui.

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Cerflor segue padrões internacionais de sustentabilidade

Além do FSC, os produtos IP seguem as normas brasileiras do Cerflor. Conheça

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Ligado ao Inmetro, o Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor) é o resultado de um trabalho de diversas instituições nacionais que se uniram para estabelecer critérios para um manejo florestal sustentável. A mobilização em torno de uma certificação nacional que seguisse os parâmetros da sustentabilidade de maneira ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente viável, começou em 1996 a partir de uma parceria da SBS – Sociedade Brasileira de Silvicultura –  com entidades do setor, instituições de ensino e fomento à pesquisa, além de organizações não-governamentais.

O Cerflor se conspapel-sulfite-1000-folhas-brancas-a4-marca-chamex-office-188911-MLB20678011465_042016-Folidou anos mais tarde, em 2002, e é reconhecido internacionalmente pelo Program For the Endorsement Of Forest Certification (PEFC). Assim como o FSC, o Cerflor tem duas vertentes: o manejo florestal e a cadeia de custódia, responsável pelo monitoramento da cadeia produtiva em todas as suas etapas, para garantir os parâmetros de sustentabilidade estabelecidos pelas certificações.

“Os requisitos do FSC e do Cerflor não são muito diferentes um do outro. E aqui na IP temos as duas certificações, tanto para a área de manejo florestal, como para a cadeia de custódia”, diz a Coordenadora de Excelência em Manufatura.  Toda empresa que trabalha com qualquer tipo de produto de origem florestal pode obter as certificações FSC e Cerflor, desde que cumpra os requisitos exigidos. Isso vale para produtos como lápis, papel, mobiliário, entre outros.

O Papel do Instituto International Paper – Embora as certificações estejam no âmbito técnico dos negócios, é possível mostrar à comunidade os esforços das empresas no desenvolvimento sustentável. Prova disso são as ações socioeducativas mantidas pelo Instituto International Paper, como o PEA – Programa de Educação Socioambiental, que tem como objetivo mobilizar as escolas das regiões próximas às unidades da IP para desmistificar algumas questões relacionadas à produção de papel e às florestas plantadas. Durante o PEA, monitores abordam a questão da produção sustentável de papel e promovem dinâmicas para mostrar a importância do reflorestamento. Neste dia, as crianças ficam por dentro das ações de sustentabilidade desenvolvidas pela empresa dentro de suas florestas plantadas.

Além do PEA, outro projeto desenvolvido pelo Instituto International Paper que envolve o manejo florestal é o Apicultura Solidária, realizado em parceria com cooperativas de apicultores das regiões de Mogi Guaçu e Luiz Antonio, responsáveis pela instalação de caixas-iscas dentro da floresta no período de florada. Todo o mel produzido é comercializado e a renda é revertida aos apicultores locais destas cooperativas. “Trabalhar a sustentabilidade, com foco na promoção de ações educacionais, favorecendo também as comunidades locais, faz parte da missão do Instituto. Por isso, é muito importante conscientizar as pessoas sobre o retorno que as empresas podem trazer para a sociedade ao trabalhar de maneira socialmente responsável, transformado a vida das pessoas”, explica Gláucia Faria, Coordenadora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da IP.

Conheça as etapas para obtenção do selo FSC – Forert Stewardship Council, clicando aqui.

 

 

Turma 2016 - Formare IP Luiz Antônio (SP)

“Papo Formare” aproxima os jovens de profissionais das áreas de Manufatura e Recursos Humanos

Em junho, os alunos conversaram com profissionais de diversas áreas da IP e puderam esclarecer suas dúvidas de carreira em um bate-papo aberto e descontraído.

Turma 2016 - Formare IP Luiz Antônio (SP)

Turma 2016 – Formare IP Luiz Antônio (SP)

Aproximar jovens que estão em um momento de decisão profissional de executivos experientes do mercado. Este é o conceito do “Papo Formare”, iniciativa do Instituto International Paper, que a cada mês reúne os alunos com os tutores do ciclo para que eles tenham a oportunidade de saber um pouco mais sobre as profissões, além das aulas e das visitas promovidas durante o curso.

No mês de junho, os alunos da unidade de Luiz Antonio tiveram a oportunidade de conversar com a Coordenadora de Excelência de Manufatura, Priscila Zahn, que é engenheira química e ingressou na IP pelo programa de Trainees em 2010, em Três Lagoas, e trabalhou na unidade até 2015, onde atuou como EV, antes de ocupar o atual cargo em Luiz Antônio.

Atualmente, Priscila é tutora no Formare e foi a primeira vez que participou de um bate-papo com os alunos da unidade. “Eles tinham muitas dúvidas sobre carreira e me perguntaram como fiz as minhas escolhas profissionais e se eu tinha me arrependido de alguma decisão”, conta ela, que se reuniu com os jovens no dia 6 de junho.

Além de Priscila, o Gerente de Recursos Humanos Thiago Bernabé, dividiu experiências com os alunos. Há cinco anos e meio na IP, Thiago trabalhou nas unidades de Mogi Guaçu, São Paulo, Três Lagoas e passou dez meses na Rússia, trabalhando para a IP em Svetogorsk, cidade que faz fronteira com a Finlândia.

De volta ao Brasil, trabalhou na unidade de Paulínia, antes de chegar em Luiz Antônio, onde está há quatro meses. “Os alunos ficaram muito curiosos para saber como fiz para conciliar a distância da família, uma vez que passei por todos estes lugares e precisei ficar longe da minha esposa”, diz. O bate-papo com os alunos abordou as renúncias que vêm com as escolhas. “Falei para eles que é preciso ter visão de longo prazo, entendendo que nossas escolhas devem ser feitas pensando em um bem maior e que no futuro essas escolhas farão sentido”, relata, explicando as razões de suas mudanças.

Para Priscila, os alunos perguntaram também sobre o programa 5S, que aborda a organização e a limpeza da área de trabalho, tema abordado durante as aulas do Formare. O encontro também falou sobre a dificuldade da escolha. “Eles queriam saber a minha opinião sobre desistir de uma área e trocar de curso na faculdade. Fiz questão de reforçar que eles precisam escolher algo que gostem, porque fazer algo que não gostem os fará infelizes”. Por isso, Priscila tranquilizou os alunos ao dizer que o mais importante é encontrar uma área que os motive e que não há nada de errado em mudar de opinião e trocar de curso. “É importante a gente se encontrar na profissão”, explica.

Thiago conta que ficou bastante surpreso com o interesse dos alunos pela área de Recursos Humanos e por isso, procurou um aluno tutorado que buscasse aprender mais sobre a área, para que pudesse contribuir com sua experiência. “Além de lidar com pessoas, o RH deve ser estratégico e trazer resultados para a companhia. É preciso ter uma visão de negócios para os melhores resultados”, explica ele, que considera muito boa a iniciativa do Papo Formare pelo fato de aproximar a realidade de mercado dos jovens alunos.

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Alunos do Formare Luiz Antônio organizam Campanha do Agasalho para profissionais da unidade

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Campanha interna arrecada peças até 1º de julho.  Doações beneficiarão Fundo de Solidariedade de Guatapará. Profissionais devem deixar as peças nos pontos de coleta

É hora de abrir o guarda-roupa e ver o que não serve mais, mas está em bom estado e pode ser doado. A Campanha do Agasalho 2016 já começou na unidade de Luiz Antônio e a meta para este ano é arrecadar o maior número de peças possível, em especial, cobertores e mantas, para serem doados às famílias inscritas no Fundo Social de Solidariedade de Guatapará.

Os alunos do Formare Luiz Antônio foram os responsáveis por toda a organização da campanha, sob a coordenação do Instituto International Paper. Os pontos de coleta estão localizados nas portarias 1 e 2, e as doações serão aceitas até o dia 1º de julho. Todas as roupas arrecadadas serão enviadas ao Fundo Social de Solidariedade do Município de Guatapará, a 50 km de Luiz Antônio.

O que doar?

– Casacos, camisas, agasalhos, moletons, camisetas, calças e outras peças adulto e infantil, além de calçados, mantas e cobertores em bom estado de conservação.

- Como escolher as peças?

Ao abrir o armário, selecione as roupas que já não usa mais ou aquelas que você quase não usa e avalie se realmente faz sentido mantê-las paradas no armário ou se as peças selecionadas seriam mais bem utilizadas se fossem para doação. Se você tem alguma roupa que não usa há mais de dois invernos, ou que não te serve mais, é hora de ajudar a quem precisa.

- Roupas Infantis

Criança cresce rápido e perde muita roupa. Faça uma limpeza no armário dos pequenos e retire das gavetas aquelas peças que ficaram pequenas e estão como novas. As crianças agradecem.

- Verifique as costuras

Ao separar roupas para doação, verifique se costuras estão firmes e se a peça não está puída. Dê uma olhada no acabamento dos cobertores e das mantas.

No ano passado, a Campanha do Agasalho arrecadou mais de 230 peças, beneficiando famílias carentes inscritas no Fundo Social de Solidariedade de São Simão/SP. Desta vez, o Fundo Social de Solidariedade de Guatapará foi escolhido para receber as doações. “Todos os anos, os alunos do Formare se engajam na organização da Campanha do Agasalho, reforçando a importância que o trabalho voluntário tem, não só para a IP, mas para toda a sociedade”, afirma Gláucia Faria, Gerente de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade do Instituto International Paper. “Com pequenas ações, podemos ajudar a quem precisa. ”

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PEA FAZ SUCESSO EM ESCOLAS DE BROTAS E ALTINÓPOLIS

Programa de Educação Ambiental envolve alunos do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental

Teatro_PEA BrotasNos dias 08 e 09 de junho, o Programa de Educação Ambiental do Instituto International Paper (PEA), no modelo itinerante, percorreu os municípios de Brotas e Altinópolis no Estado de São Paulo. As atividades, voltadas aos alunos do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, incluíram dinâmicas de socialização e circuitos em que se explicou o processo de fabricação do papel, desde as mudas de eucalipto ao processo industrial.

No primeiro dia, as atividades foram realizadas no Parque de Exposições – Expoal em Altinópolis, cidade de 16 mil habitantes na Região de Ribeirão Preto. Os alunos da rede municipal, na faixa etária dos 8 a 11 anos de idade, puderam ficar por dentro das etapas que envolvem o processo de fabricação de papel e participaram de atividades que reforçaram a importância da preservação do meio ambiente.

No dia 09, foi a vez dos alunos da Escola D. Francisca Ribeiro dos Reis, em Brotas (SP). Após a dinâmica de socialização, os alunos se revezaram nos diferentes circuitos propostos e tiveram contato com plantas, aprenderam sobre a fauna local e práticas de reflorestamento, que são utilizadas para a sustentabilidade da produção de papel.

lanche_PEA BrotasAlém disso, os alunos assistiram a uma peça de teatro sobre a importância da preservação ambiental, participaram de uma gincana com perguntas e respostas sobre os assuntos trabalhados durante os circuitos e finalizaram o período com um saboroso lanche, que enfatizou a importância de uma alimentação saudável, rica em legumes e verduras.

“Foi um dia muito interessante para os alunos e ajudou a fechar o conteúdo que os professores estão trabalhando no momento: o Dia do Meio Ambiente e a preservação da água”, contou a Coordenadora do Ensino Fundamental I da Escola D. Francisca Ribeiro dos Reis, Viviani Marques Moreira. Além de Viviani, os professores aprovaram a iniciativa, especialmente pelo fato de o conteúdo ser direcionado. “É sempre muito gratificante poder contribuir para a educação socioambiental de crianças, para além da nossa região. Acreditamos que elas sejam grandes multiplicadoras de práticas mais sustentáveis para o futuro”, declara a Gerente de Responsabilidade Social e Sustentabilidade do Instituto International Paper, Gláucia Faria.

Sobre o PEA – Iniciativa do Instituto International Paper (IIP), que visa a desmistificar o processo de fabricação de papel. Além de desenvolver ações com escolas dos municípios de Luiz Antônio e Mogi Guaçu, onde a International Paper (IP) mantém operações, o Instituto leva o projeto para escolas públicas de outras cidades e desenvolve atividades também para os filhos de funcionários da IP.

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Luta contra comércio de animais silvestres marca o Dia Mundial do Meio Ambiente 2016

arara_azulAngola é o país sede das celebrações este ano e, assim como o Brasil, trava uma batalha contra o tráfico de animais, terceira maior atividade ilegal no mundo. 

Dia 5 de junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente. A cada ano, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, PNUMA, elege um país e um tema para centralizar as discussões. Este ano, a Angola trará a questão da luta contra o comércio ilegal de animais silvestres, um problema sério enfrentado pelo país, que teve uma população de elefantes dizimada por uma guerra civil que começou em 1975. Além disso, o país e todo o continente africano lutam contra o comércio ilegal de marfim e de chifre de rinoceronte, que ameaça a biodiversidade local.

No Brasil, os principais alvos do comércio ilegal de animais silvestres, segundo o Portal Brasil, do Governo Federal, são os psitacídeos (papagaios e periquitos), os passeriformes (passarinhos), rãs coloridas e venenosas, borboletas e primatas.

De acordo com o IBAMA, em 2015 foram resgatados mais de 20 mil animais silvestres e as maiores apreensões aconteceram no Nordeste brasileiro, nos estados do Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte.

O tráfico de animais está entre maiores atividades ilegais no mundo e movimenta cerca de US$ 10 bilhões de acordo com uma pesquisa do Global Financial Integrity (GFI), um centro de estudos norte-americano. De acordo com o GFI, o tráfico de animais figura entre as cinco maiores práticas do crime organizado, ao lado de crimes como o narcotráfico, a falsificação, o tráfico humano e o comércio ilegal de petróleo.

No Brasil, estima-se que o comércio ilegal de animais silvestres movimente aproximadamente US$ 2,5 bi ao ano, de acordo com um estudo divulgado pelo Ibama. Este estudo posiciona o tráfico de animais na terceira posição entre as práticas ilegais mais rentáveis no mundo, atrás apenas do narcotráfico e do tráfico de armas, este último não é mencionado pelo levantamento do GFI.

Histórico da data – Criado em 1972, durante a conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma iniciativa que visa a chamar atenção dos governos e de demais membros da sociedade civil para a importância da preservação dos recursos naturais e para o cuidado com o equilíbrio ambiental em todo o mundo. Todos os anos, um tema é escolhido para debate.

A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos. ”

(Declaração de Estocolmo sobre o ambiente humano – 1972)