Iportas Abertas

IPortas Abertas marca reta final do Formare em Três Lagoas

Iportas AbertasIP abre as portas ao público e recebe a visita dos familiares dos alunos do Formare, que estão em fase de conclusão de curso

Os familiares e alunos do Formare puderam acompanhar de perto as etapas da fabricação de papel na última edição do Iportas Abertas, que aconteceu no dia 7 de maio.  A visita monitorada coincidiu com a chegada da fase final do Projeto Escola Formare, programa de capacitação profissional coordenado pelo Instituto International Paper.

Durante o IPortas Abertas, as famílias participaram de atividades de integração, viram o funcionamento da máquina de papel, passaram pela área de acabamento e pelo escritório administrativo, conhecendo a diversidade de profissionais que atuam em uma grande indústria. A visita foi acompanhada pelo Gerente de Produção da unidade de Três Lagoas, Cláudio Giachetto, por sua Assistente, Bruna Locatelli e pelo Assistente de Processos Sr., Mauro Borges, que apresentaram cada uma das áreas da empresa,

De acordo com Bruna Locatelli, Assistente da gerência de Produção que participa pela terceira vez do IPortas Abertas, a ação é importante para aproximar as famílias e os alunos do dia a dia dos profissionais. “Eles têm a oportunidade de entender a realidade que todos vivem dentro da fábrica, em todos os conceitos, como a cultura e a rotina”, conta. Bruna diz ainda que os visitantes se impressionam com a automatização do processo fabril e que gosta de mostrar como funciona a máquina de papel, do início e até o término do rolo jumbo. “As famílias normalmente imaginam um lugar com muitas pessoas trabalhando e se surpreendem ao ver uma fábrica moderna e automatizada”.

Também chama a atenção dos visitantes o volume de produção em Três Lagoas: “a máquina tem uma velocidade de 1320 m/min e produz um rolo com aproximadamente 120 km de papel e 40 toneladas”, conta o Assistente de Produção Sênior, Mauro Borges, que está há 12 anos na IP e é Educador Voluntário do Formare desde a implantação do projeto na unidade de Mogi Guaçu, onde trabalhava.

O IPortas Abertas é uma ação planejada pela Comunicação da IP e acontece há sete anos, desde o início das operações da unidade em Três Lagoas. Normalmente dirigida aos familiares  de profissionais, esta edição foi elaborada com o apoio do IIP especialmente para os familiares dos alunos.  “A visita tem a duração de aproximadamente quatro horas e também possui atividades de interação com os participantes, com caráter extrovertido e lúdico, incluindo brincadeiras, peças de teatro, mágica e mensagens de motivação, dependendo do público”, conta Gabriel Lima, Analista de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade do IIP.

Para Borges, a iniciativa do IPortas Abertas é importante para aproximar as famílias da empresa. “É importante estreitar essa relação e mostrar o que a empresa tem a oferecer para quem trabalha lá, as oportunidades de crescimento profissional e técnico em um lugar seguro, que valoriza o respeito ao meio ambiente”, conta ele, que a cada edição das visitas reforça as questões de segurança em todas as áreas por onde o grupo passa. “É gratificante apresentar a empresa na qual trabalho para os familiares pois tenho muito orgulho da empresa que faço parte. ”

Em clima de despedida

Nos últimos dez meses, os alunos do Formare tiveram a oportunidade de conhecer o processo industrial de produção de papel e participaram de aulas ministradas pelos profissionais da IP, que atuam como Educadores Voluntários, preparando os jovens para os desafios do mercado de trabalho. Estes Evs trabalham habilidades e competências essenciais para quem deseja trabalhar para uma empresa de grande porte. “É um dos projetos que eu mais tenho orgulho de participar e dizer que a empresa que eu trabalho apoia. De alguma maneira, estamos trazendo mudanças significativas e contínuas na vida de jovens, que muitas vezes, estão sem direcionamento nenhum para o mercado de trabalho”, conta Bruna Locatelli.

Mas não é só ela que se orgulha do projeto. João Marisi, 21 anos, Estagiário de Recursos Humanos sente que cresceu como profissional ao trabalhar como Educador Voluntário. “A gente aprende muito ensinando e tem contato com diferentes opiniões e realidades”. Ele, que está no 4º ano de Administração, disse que os alunos do Formare perguntam muito sobre a faculdade e sobre como é fazer estágio em uma grande empresa. Do ponto de vista de sua área, ele diz que se sente mais preparado ao acompanhar o projeto desde o processo seletivo dos alunos. “O Formare traz uma experiência de vida”.

Os alunos, que estão na última semana de aulas, já sentem o clima de despedida. “Estou triste e feliz ao mesmo tempo. Triste porque vamos sair. Mas feliz porque são muitas portas que se abrem e eu sei que eu vou arrumar um serviço logo”, conta Rithiele Soares, 18, que já trabalhou como Jovem Aprendiz no Banco do Brasil e em redes de fast-food. “Eu não imaginava que iria passar [no processo seletivo] e me sinto muito honrado por participar”, conta ele que enviará seu currículo para a IP logo que o curso terminar.

Para Dâmaris Moreira, 18, o Formare é uma segunda casa. Ela conta que o contato com seu tutor a ajudou na escolha da carreira e que pretende cursar a faculdade de Engenharia Química. “Estou há seis anos em Três Lagoas e nunca tinha visto uma fábrica. O Formare foi a oportunidade que eu encontrei de estudar mais”. A matéria que mais gostou foi a de oratória, que a ajudou a se expressar melhor. “Eu sempre fui muito tímida e as aulas me ajudaram a perder o medo de falar em público”.

A próxima etapa para Dâmaris e Rithiele é o mercado de trabalho. Para Bruna Locatelli e João Marisi, a próxima turma do Formare. A formatura dos alunos acontece no começo de junho e a próxima edição do Formare em Três Lagoas tem início em 2017.

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Maio Amarelo: atenção para um trânsito mais seguro

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Criado em 2011, o movimento Maio Amarelo tem como objetivo alertar para a prevenção de acidentes de trânsito, a maior causa de mortes de jovens entre 15 e 29 anos, segundo a OMS

No mês de maio, a questão da prevenção de acidentes de trânsito ganha atenção especial nas empresas e nos demais setores da sociedade civil. Trata-se do “Maio Amarelo”, movimento criado para alertar as pessoas para o alto índice de mortos e feridos em acidentes automotivos em todo o mundo. Na esteira de movimentos como “Outubro Rosa”, que chama a atenção para a prevenção do câncer de mama, e “Novembro Azul”, que alerta para a prevenção do câncer de próstata, o “Maio Amarelo” traz à tona estatísticas que, de fato, merecem atenção: de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1,25 milhão de pessoas morrem todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito. Essa é a principal causa de morte de jovens entre 15 e 29 anos, o que faz de maio o mês de atenção pela vida.


roberto_pupo_consultorDe acordo com o professor de direção defensiva do Curso de Formação de Condutores (CFC) da Autotrânsito de Campinas, Roberto Pupo, a questão da educação para o trânsito é fundamental para a redução do número de acidentes e a direção defensiva é protagonista desta ação. “Trata-se de uma reflexão sobre como participar do convívio social com comportamentos e atitudes antecipadas e preventivas. É a forma de se respeitar a própria vida e a de outras pessoas”, afirma.

Pupo é palestrante voluntário em diversas empresas e este mês participa do “Papo-Formare”, o encontro com os alunos do Projeto Formare coordenado pelo Instituto International Paper. Na ocasião, ele irá esclarecer as principais dúvidas dos alunos quanto ao curso para obtenção da carteira de habilitação (CNH), reforçando a importância da direção defensiva para um trânsito mais seguro e para a proteção da vida. Além destes temas, Pupo falará brevemente sobre aspectos da legislação de trânsito e sobre as estatísticas de acidentes.

 Os três “Es” da educação para o trânsito

Falar em prevenção de acidentes automotivos implica necessariamente em abordar a temática da educação para o trânsito, que se estrutura em três princípios, os 3 “Es”: Engenharia, Educação e Esforço Legal. Isso significa que o poder público tem o dever de manter as condições de circulação das vias, provendo a manutenção e a sinalização adequadas, além de elaborar o planejamento de tráfego, o que requer um profundo conhecimento urbano (Engenharia). Quanto ao pilar “Educação” compreende-se a adoção de boas práticas para a convivência no trânsito, priorizando a segurança e o bem-estar de todos. E o pilar “Esforço Legal” abrange as ações de fiscalização, prevenção e emergência. “Estas ações são voltadas para coibir atos ilícitos, sempre reforçando a importância da educação para o trânsito”, explica Roberto Pupo.

Década de Ação pela Segurança e a contribuição das Empresas

shutterstock_163453907O movimento “Maio Amarelo” nasceu dentro do contexto da Década de Ação pela Segurança, instituída em 2009 e que conta com a participação de 192 países. A meta é reduzir pela metade o número anual de 1,3 milhão de vítimas fatais e 50 milhões de feridos em acidentes de trânsito entre 2011 e 2020. “O foco das ações está nos principais riscos de acidentes automotivos: a combinação do uso de álcool e direção, a falta do uso do cinto de segurança e do capacete, além da alta velocidade ao volante”, diz Pupo.

Para auxiliar nas metas propostas, as empresas podem contribuir a partir de ações de conscientização com seu público interno, no sentido de reforçar a importância de agir preventivamente em todas as situações de trânsito e manter o foco na direção defensiva para evitar acidentes. “As empresas devem influenciar sempre as ações de prevenção, fazer campanhas, promover palestras e divulgar estatísticas. O que não pode ser medido, não pode ser avaliado. E o que não é avaliado, não pode ser gerenciado”, declara Roberto Pupo, que aposta no papel que as empresas, ao lado de instituições organizadas como escolas, igrejas e associações, têm de formar multiplicadores. Assim, as práticas preventivas podem ser disseminadas para o âmbito familiar e social. “O trânsito influi na vida de todos de forma pessoal, econômica e profissional, lembrando que o envolvimento em acidentes – que podem ser evitados – acarretam prejuízos emocionais, profissionais e financeiros para o colaborador”, finaliza.

Além do “Maio Amarelo”, é celebrada desde 1997, quando se instituiu o novo Código Brasileiro de Trânsito (CTB), a ‘Semana Nacional de Trânsito’, que acontece entre os dias 18 a 25 de setembro e é mais um momento de reflexão sobre o papel do motorista nas vias públicas. “Segurança em todos os momentos sempre foi um valor para nós e, por isso, apoiamos toda e qualquer tipo de ação que possa contribuir para auxiliar nossos profissionais a terem mais conhecimento colocando a prevenção em primeiro lugar”, diz Gláucia Faria, Gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do Instituto International Paper.

Formare no “Maio Amarelo”

Os alunos do Projeto Escola Formare participarão ativamente das ações do “Maio Amarelo”. Além do “Papo-Formare”, que os alunos de Mogi Guaçu terão com Roberto Pupo, os alunos de Luiz Antonio se preparam para apresentar um DDS (diálogos diários de segurança) sobre a temática. A apresentação será no dia 23/05 durante a reunião com os profissionais da unidade integrantes da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).

 

 

Cidade do Livro vai a Manaus mostrar o mundo mágico da literatura

 

Instituto IP leva pela primeira vez projeto de incentivo à leitura infantil para a capital amazonense

Imagine uma cidade em que o portal de entrada é feito por livros gigantes que se abrem para um lugar onde as crianças têm total liberdade para viajar no mundo das histórias. Este lugar existe e se chama “Cidade do Livro”, um projeto de incentivo à leitura voltado para crianças e adolescentes, que o Instituto International Paper levou para Manaus pela primeira vez agora em maio. As apresentações para alunos das escolas municipais da região acontecem entre os dias 9 e 20 de maio, na Escola Municipal Francisca Mendes e no dia 15 houve uma sessão especial para os filhos de funcionários da IP.

Ao chegarem na Cidade do Livro, as crianças de seis a dez anos de idade são recebidas pelo Sr. Prefeito e sua secretária, Dona Maricota, que faz questão de apresentar os lugares que eles visitarão. Os alunos assistem a um teatro de bonecos, conhecem a Tracinha, que diz não comer mais livros (mas tem uma recaída de vez em quando), participam de uma oficina de desenho e pintura na Praça do Papel, aprendem sobre alimentação, reciclagem e higiene bucal no Castelo das Delícias e ouvem as histórias da Vó Cotinha.

“A Cidade do Livro” existe desde 1997 e em quase 20 anos de atuação já superou a marca de 900 mil visitantes entre o projeto fixo, localizado em São Paulo, e o itinerante, que faz apresentações em escolas, empresas e shoppings centers desde 2003.

Há sete anos, a “Cidade do Livro” integra as ações do Instituto International Paper, que leva o projeto para diferentes unidades a cada ano.  “A educação de crianças e jovens faz parte dos pilares do Instituto International Paper e é por isso que levamos o projeto para diversas localidades, para que desde cedo, as crianças tenham contato e se identifiquem com o hábito da leitura”, diz a Gerente de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade do IIP, Glaucia Faria.

De acordo com Claudio Amadio, idealizador do projeto, todos os anos, a “Cidade do Livro” trabalha um tema diferente. “Para 2016, escolhemos o escritor Monteiro Lobato e o tema da UNESCO, Entendimento do Mundo”, conta ele, que diz ainda que o grande desafio na formação de novos leitores é criar vivências prazerosas relacionadas a leitura, sem vinculá-las a algum tipo de cobrança. “Outro grande desafio é encontrar novos autores e obras que despertem o interesse dos jovens, além de evitar o pré-julgamento dos clássicos”, finaliza.

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Os 50 anos do PNUD e o papel das empresas nas metas de sustentabilidade

Desenvolvimento sustentavel_ONU O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o PNUD, traz metas ambiciosas em sustentabilidade global para 2030. E a International Paper, que também atua com foco no desenvolvimento sustentável com ações centralizadas no Instituto International Paper, consolida suas ações como empresa e trabalha metas muito próximas das levantadas pela ONU, visando à redução de gastos com energia e o desperdício de recursos.

No início do ano foi dada a largada para as celebrações dos 50 anos do PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, que visa propor ações globais para um mundo mais sustentável economicamente, mas sempre de olho nas questões socioambientais. Para marcar a data, a ONU estabeleceu uma agenda global de metas para 2030, baseada em 17 princípios fundamentais de desenvolvimento sustentável, garantindo um futuro melhor para as próximas gerações.

Estes 17 objetivos macro incluem ações que contribuem para a erradicação da pobreza, para a promoção da saúde e do bem-estar, para a equidade de gênero, para a educação inclusiva e outros itens como o manejo sustentável e racional dos recursos naturais, a adequação dos processos industriais e comerciais, para a produção e o consumo mais consciente e seguro, para a melhoria da eficiência energética, barateando custos e minimizando perdas.

Estas  últimas questões estão alinhadas às metas de Sustentabilidade da International Paper, que elaborou uma agenda para 2020 com metas de otimização de recursos em várias frentes de atuação. “Trabalhar a sustentabilidade é crucial para o sucesso dos negócios, uma vez que os clientes, acionistas e fornecedores estão mais preocupados em estabelecer relações comerciais com empresas conscientes de sua responsabilidade social”, pontua Gláucia Faria, Gerente de Sustentabilidade e RSC do Instituto International Paper.

Mas, dentro de princípios tão gerais como os do PNUD, qual o papel da sociedade civil, dos governos e do setor privado para garantir um mundo mais sustentável? Da parte dos governos, é necessária a formulação de políticas públicas que assegurem o desenvolvimento sustentável, priorizando a preservação dos recursos naturais e a adoção de condutas éticas e transparentes em suas ações. Da mesma forma, cabe às empresas a estruturação e o alinhamento de procedimentos afim de minimizar os impactos nas comunidades onde atuam, sejam eles de ordem ambiental, social e de saúde.

E qual a atuação da International Paper dentro deste contexto global? Na IP foram apresentadas metas que devem ser cumpridas por todas as unidades do mundo até 2020. Para a empresa, o compromisso com a sustentabilidade começa na floresta, mas não termina ali.  “As metas de sustentabilidade são globais e dão à empresa um direcionamento para onde queremos chegar, mantendo a produtividade, mas minimizando impactos e riscos ambientais e sociais. Por isso, cada ação desenvolvida representa um passo em direção ao cumprimento dessa grande meta”, explica Gláucia.

É por meio do trabalho do Instituto International Paper, que a empresa demonstra como pode dar retorno às comunidades locais, por meio de ações socioeducativas e ambientais, dois dos pilares escolhidos como principais para atuação do Instituto. Além disso, a empresa trabalha a questão da sustentabilidade em várias frentes, passando por todas as etapas da cadeia produtiva, incluindo o uso final, a reciclagem e o descarte correto.

Relembrando as 12 metas da Sustentabilidade da International Paper para 2020

As metas da IP em muito se assemelham às metas globais estabelecidas pelo PNUD, pois são um reflexo das necessidades do planeta e da sociedade em geral. Vejam:2020 Voluntary Goal overview (002)
1 – Melhorar a eficiência energética em 15%

2- Redução de 20% na emissão de gases doefeito estufa

3 – Priorizar um ambientede trabalho livre de acidentes.

4- Crescimento Global de 15% no volume de certificações de terceiros (fibra)

5 – Reduzir a perda de fibras no processo produtivo, ajustando-se aos níveis globais menores que 0,75%

6 – Reduzir a emissão de poluentes em 10%, alinhando as iniciativas de eficiência energética da companhia

7 – Reduzir em 15% o descarte de águas residuais do moinho

8- Redução no Consumo de Água: Mapeamento do uso de água na manufatura e planejamento estratégico para redução na utilização.

9 – Melhorar em 15% a recuperação de containers de papelão ondulado, explorando novos usos e minimizando o envio de peças reutilizáveis para os aterros

10 – Reduzir o desperdício geral nas fábricas

11 – Estabelecer um padrão de performance para a cadeia de suprimentos e implementar planos de melhoria.

12- Mensurar e registrar o retorno das ações sociais apoiadas pela IP nas áreas de educação, saúde e serviços nas comunidades onde a empresa atua.

“É importante notar que nós, como empresa, temos também a responsabilidade de utilizar os recursos naturais de maneira racional e sustentável e para isso não medimos esforços”, diz Gláucia, que alerta para a importância de cada um em fazer a sua parte, pois a transformação acontece desde as pequenas atitudes. “A empresa tem metas globais de responsabilidade social, mas nós também temos nossas responsabilidades, em casa, na família, na escola. A sustentabilidade está presente em todas as nossas ações”, finaliza.

Quer ver como as metas da IP se assemelham com as metas do PNUD? Acesse: http://www.pnud.org.br/ods.aspx

 

Apicultura: uma atividade regida pela natureza

Em comemoração ao “Dia do Apicultor”, celebrado no dia 22 de maio, IIP mostra as particularidades da produção de mel, um trabalho que depende do capricho da natureza

Além do sabor e aroma inconfundíveis, o mel é um alimento versátil com diversos benefícios para o corpo. A relação entre a iguaria e o ser humano remonta a Antiguidade e hoje a apicultura, importante atividade do setor agropecuário, é uma alternativa de renda para muitas comunidades.

Celebrado em 22 de maio, o Dia do Apicultor foi definido em homenagem à Santa Rita de Cássia, padroeira dos profissionais que trabalham não apenas com a produção do mel, mas também com outros derivados das abelhas, como própolis, geleia real e pólen. A atividade exige não apenas um profundo conhecimento sobre o cultivo e sobre o habitat das abelhas, mas também cuidados específicos.

A apicultura causa impactos positivos nos âmbitos social e econômico e tem cada vez mais contribuído para o crescimento da agricultura familiar, gerando fontes de renda para famílias que vivem nos campos. É o caso dos apicultores e colaboradores da Cooperativa dos Apicultores da Região de Ribeirão Preto (COOPERAPIS), que durante todo o ano trabalham nas florestas de eucalipto da International Paper, em uma parceria que começou em 2011, por meio do projeto Apicultura Solidária, uma iniciativa do Instituto International Paper.

Além de gerar renda, o projeto ajudou a fixar os apicultores em um local, sem que eles precisem viajar grandes distâncias por dia. “Somos em torno de 20 cooperados mais colaboradores e esse trabalho é a grande fonte de renda que sustenta nossas famílias”, explica o presidente do COOPERAPIS, José Antônio Monteiro, que trabalha na área há mais de 30 anos.

Ele conta como funciona a rotina dos cooperados, estipulada pelas condições climáticas e pela natureza. “Cada dia é um dia. Quando não estamos em uma área, estamos em outra. Se o tempo não favorece, trabalhamos no campo ou estamos no barracão, mexendo com a cera. E durante todo o ano é assim”. O volume da produção também é incerto e não depende apenas do esforço dos apicultores.

“A produção depende do ano, em um produzimos mais, em outro menos. O mel faz parte da agricultura e a agricultura depende muito do clima, da chuva, da seca, tudo isso influencia nossa produção. Ano que chove muito, como esse, é mais complicado já que a flor não segura muito néctar, que é lavado pela água”, explica Monteiro.

A falta de chuva, entretanto, também pode ser um problema. “Quando não chove, a flor do eucalipto não floresce, o que impede a polinização pelas abelhas, impossibilitando a produção de mel, o que faz com que seja necessária a migração dos insetos”, continua José. A migração das abelhas é uma das atividades mais importantes da produção, e pode garantir a sobrevivência das mesmas. “Chega a época da florada e temos que migrar para uma área de flores silvestres, para que a abelha encontre alimento. A produção só vai acontecer novamente a partir de setembro”, completa.

Esse trabalho exige certas normas, destaca Monteiro. “É necessário manter uma higiene impecável. Estamos sempre em cima de um cavalete, protegidos da terra. A centrifugação é feita em uma sala adequada”. Ele explica ainda que nessa profissão, a experiência de trabalho conta muito, mas é fundamental que os apicultores nunca parem de estudar sobre o tema, participando de cursos sempre que possível.

Apicultura Solidária

A renda de José Monteiro e dos outros 24 apicultores é fruto de uma parceria muito importante, firmada em 2011, entre o Instituto International Paper e duas cooperativas. O projeto, chamado Apicultura Solidária, incentiva a produção de mel nas florestas de eucalipto da IP, nas cidades de Luiz Antônio, Mogi Guaçu, Altinópolis e Brotas, no Estado de São Paulo.

E sem ele, a realidade dos apicultores da COOPERAPIS seria bem diferente. “Essa parceria agregou valou à nossa produção, que hoje inclusive conta com uma marca própria. Sem a parceria com a IP, não teríamos floresta de eucalipto para colocar as abelhas e teríamos que migrar para regiões distantes. Hoje nosso trabalho é positivo e temos um grande suporte da IP. Eles sempre nos dão muita atenção em tudo que precisamos, há sempre muita conversa, fundamental para nosso trabalho”.

Além de gerar renda para apicultores regionais, o projeto também oferece oportunidades para que as cooperativas vendam o mel para distribuidoras e dentro da própria empresa. O Apicultura Solidária já trouxe resultados muito significativos, desde sua implementação mais de 40 toneladas de mel já foram produzidas.

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Mire-se no Exemplo: a palavra de quem aprendeu muito e ainda aprende no dia a dia da profissão

César Assin:  “É muito gratificante poder contribuir para o crescimento desses futuros profissionais”

César Assin, Gerente Geral de Mogi Guaçu durante um dos encontros com os alunos do Projeto Escola Formare

Há 27 anos na International Paper, o Gerente Geral da planta de Mogi Guaçu, César Assin, conta como é participar do “Mire-se no Exemplo”, uma ação que faz com que os próprios profissionais olhem para suas respectivas carreiras e encontrem diferentes formas de contribuir para a formação das novas gerações.

Tutor desde 2011, quando o “Mire-se no Exemplo” foi implantado na unidade de Luiz Antônio, unidade em que trabalhava na época, Assin conta que reconhece a importância de ações deste tipo, uma vez que já esteve no lugar dos alunos e a ajuda que obteve dos profissionais mais experientes quando estava em início de carreira foi fundamental para o desenvolvimento de habilidades e competências dentro da companhia.  “Ao participar do projeto, pude olhar para trás ver o quanto foi importante ter o suporte e o direcionamento de pessoas com experiência no mercado”, conta.

Mas somente a experiência não basta. Ser Tutor exige o aprimoramento de outras habilidades para que se construa uma relação de confiança e empatia com os tutorados. Por isso, as expectativas são grandes de ambos os lados. “Na primeira vez que participei como tutor em 2011, eu estava muito apreensivo e, ao mesmo tempo, ansioso sobre o que dizer, como falar e agir. Eu sabia que os tutorados contavam com os nossos conselhos, com as nossas dicas e esperavam que falássemos sobre nossas experiências profissionais”, rememora.

Confira, abaixo, a entrevista que fizemos com Assin, na qual ele conta quais os ensinamentos que “Mire-se no Exemplo” trouxe para sua vida profissional.

Instituto International Paper – O que mudou na sua vida desde que começou a atuar como tutor com os alunos do Formare?

“É muito gratificante poder contribuir para o crescimento desses futuros profissionais”

“É muito gratificante poder contribuir
para o crescimento desses futuros profissionais”

César Assin – Pude constatar, a cada ciclo de dez meses da formação de um aluno do Formare, como eles se desenvolvem. Isso acontece graças ao trabalho conjunto do Tutor e, principalmente, dos EV´s (Educadores Voluntários), além, é claro, da disciplina com que a coordenação do projeto atua.  A mudança, a meu ver, acontece para todos nós (Tutores, EVs e Coordenação), na vontade de vê-los vencer. A gente percebe que é uma peça fundamental para essa vitória deles. E todo esse ciclo nos faz crescer, porque as experiências que eles nos contam – muitas delas difíceis – nos fazem refletir um pouco mais sobre a vida.  Vejo que a IP está no caminho certo. Quem sabe, um dia, teremos algum participante do Projeto na liderança da empresa!

 IIP – O que mais gosta de fazer no papel de tutor?

César Assin – Gosto de ver o quanto os tutorados mudam ao longo desses dez meses que ficam conosco, e também de perceber o crescimento deles, especialmente no que diz respeito às informações novas que recebem e o quanto desfrutam disso. É muito gratificante poder contribuir para o crescimento desses futuros profissionais.

IIP – Com relação ao “Mire-se no Exemplo”, como você vê a maturidade do projeto dentro do Formare?

César Assin – Desde que o Projeto Formare iniciou na IP, a maturidade vem aumentado e essa etapa do projeto tem sido cada vez mais leve, justamente porque sabemos o que esperam de nós e de que forma podemos ajudá-los, para que todos tirem o máximo de proveito desta experiência, construindo conhecimento.

IIP – E o que te desafia mais?

César Assin – O maior desafio é atingir o objetivo do Formare, isto é, colaborar para o desenvolvimento profissional destes jovens.

IIP – Você tem algum tema sobre o qual faz questão de falar a seus tutorados a cada ano?

César Assin – Reforço o quão importante é a dedicação e a garra para o alcance dos objetivos. Se não formos perseverantes, dificilmente venceremos, pois o sucesso profissional não é fruto da sorte. Eles são os condutores da própria carreira, precisam acreditar neles mesmos, entendendo que podem vencer e que não devem desistir nunca.

IIP – Quais os aprendizados que você tira dessa relação entre tutor e tutorado?

César Assin – É um saber ouvir constante. Por isso, é importante também passar-lhes as experiências vividas, ensinar-lhes a olhar o futuro sempre tendo um “Plano B”, para caso algo não funcione como o esperado. Sempre falo que eles encontrarão, na vida, pessoas que lhes darão suporte, mas também pessoas que não os apoiarão. É preciso muita garra e disposição para superar os obstáculos e atingir os resultados propostos. Nesse sentido, tento direcioná-los quando necessário e apoiar quem já tem uma meta definida.

IIP – O Formare é…  

César Assin – Uma excelente oportunidade de crescimento e autoconhecimento.  Só tenho a agradecer a todos que fazem desse projeto na IP um sucesso, alinhado todos aos princípios de nossa empresa. É realmente recompensador.

 

http://www.maisondelamutualite.com/

IP representa o Brasil em evento internacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Social

Instituto International Paper foi a Paris para mostrar as boas práticas de sustentabilidade e RSC implantadas pela IP no Brasil.

http://www.maisondelamutualite.com/
Maison de la Mutualité, em Paris – divulgação (http://www.maisondelamutualite.com)

 No dia 12 de abril, a International Paper, por meio de seu Instituto, participou pela primeira vez da EcoVadis SustaIn 2016, conferência global anual sobre Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa (RSC). O Instituto foi o único representante do Brasil a participar da mesa redonda “Why is sustainability an opportunity to improve supplier-buyer relationships? ”, (Por que a sustentabilidade é uma oportunidade para melhorar as relações entre fornecedores e compradores?, em tradução livre).

Ao lado de executivos das áreas de sustentabilidade e RSC das empresas Adecco, Toyota e Forefront, Gláucia Faria, Gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social da International Paper no Brasil, debateu com os demais profissionais sobre a importância da adoção de práticas sustentáveis em toda a cadeia produtiva, revelando a grande preocupação da IP com todas as etapas dos processos internos, além da atenção especial dedicada às questões de sustentabilidade de RSC, conduzidas pelos projetos do Instituto International Paper.

As ações envolvem desde a utilização das florestas plantadas para beneficiar os apicultores locais no projeto “Apicultura Solidária”, como as iniciativas de educação socioambiental desenvolvidas para os alunos de escolas locais e filhos de profissionais da IP, que concretizam o “PEA” e o “Guardiões das Águas”, além do amplo trabalho de educação profissional realizado por meio do Projeto Escola Formare, que já capacitou cerca de 230 alunos para o mercado de trabalho.

“A experiência em Paris foi muito rica e me possibilitou entender melhor como empresas globais de diferentes segmentos tratam a questão da sustentabilidade e da responsabilidade social. Percebi que estamos muito bem posicionados neste assunto, por conta das ações desenvolvidas pelo Instituto e pelos projetos sociais que a IP apoia nas comunidades onde atua”, explica Gláucia.

O convite para participar da conferência partiu da própria organização do evento, por conta do engajamento da IP no uso do sistema de gestão desenvolvido pela EcoVadis, que mede o desempenho das empresas em temas relacionados à sustentabilidade e à responsabilidade social corporativa na cadeia de suprimentos e nos processos logísticos.

Esse destaque da IP for percebido pelo fato de a ferramenta ser utilizada para atender aos requisitos de uma indústria química global, da qual a International Paper é fornecedora. “Como este parceiro de negócios utiliza esse sistema, temos que fornecer as informações para assegurar a sustentabilidade dos processos e foi este desempenho que nos levou à Paris”, explica Gláucia.

A EcoVadis SustaIn é uma conferência anual, que acontece em cidades diferentes a cada edição. Em 2015, foi sediada em Genebra, na Suíça, e este ano ocupou a Maison de la Mutualité (foto), localizada no famoso Quartier Latin, região onde estão as universidades Sorbonne e Paris VII, na capital francesa.